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Líder de Bolsonaro diz que Lava Jato prendeu Lula para tirá-lo da eleição

 O deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo Bolsonaro na Câmara, disse nesta terça-feira (2), que a possibilidade de prisão em segunda instância foi uma construção casuística da Lava Jato para prender o ex-presidente Lula e, assim, deixá-lo de fora das eleições de 2018. A declaração foi dada em entrevista à rádio CBN.

"Nunca teve [prisão em] segunda instância no Brasil. Só teve para prender o Lula e tirá-lo da eleição casuisticamente, em uma interpretação de 6 a 5 no Supremo Tribunal Federal. A constituição fala expressamente  que ninguém será considerado culpado até trânsito em julgado. A segunda instância foi um casuísmo que  a Lava Jato construiu para tirar o lula da eleição", afirmou.

"Se o Lula deve ou não deve é outra questão", ponderou.

O deputado, critico ferrenho da operação Lava Jato, defende ainda que juízes e promotores envolvidos em ações irregulares sejam punidos.

"Não vamos permitir que as conversas do Intercept da Lava Jato, que foram autenticadas pelo ministro Lewandowski, desapareçam. São crimes cometidos pela quadrilha da Lava Jato", disse

Ricardo Barros foi o relator do projeto que pune abusos de autoridades. Além diso, ele foi vice-líder do governo durante a gestão Lula.

 

Fonte: congressoemfoco.uol.com.br

Web se revolta com gasto do Governo Bolsonaro de R$15 mi com leite condensado

Web se revolta com gastos do Governo Bolsonaro de R$15 mi com leite condensado Foi divulgado na última terça-feira, 25, um levantamento feito pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, com base no Painel de Compras atualizado pelo Ministério da Economia, que identificou gasto com leite condensado ultrapassando os R$ 15 milhões. O produto, que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) gosta de comer com pão, está entre os principais gastos do Executivo federal.

Em todo o ano de 2020, os órgãos do Executivo tiveram mais de R$ 1,8 bilhão em gastos com alimentos, um aumento de 20% em relação ao ano de 2019. Os itens que foram no “carrinho” do Executivo chamaram a atenção de todos.

Para se ter ideia, apenas de chiclete, mais de R$ 2,2 milhões foram gastos. Já as compras com molhos (somando shoyo, inglês e de pimenta) somam mais de R$ 14 milhões do total. Pizza e refrigerante, juntos, totalizam R$ 32,7 milhões.

Além dos alimentos mais tradicionais, o Governo também investiu em uma alimentação mais requintada. Só em frutos do mar foram mais de R$ 6 milhões, além dos R$ 7 milhões em bacon defumado e os mais de R$ 123 milhões em sobremesas.

Repercussão na web

2020 de Bolsonaro, com $ público:
R$ 31 milhões em refrigerante
R$ 16 milhões em batata frita
R$ 15 milhões em leite condensado

2020 do Brasil:
15 milhões de pessoas com fome, segundo relatório da ActionAid.

— Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) January 26, 2021

Entrarei na justiça para pedir explicações sobre os gastos absurdos do Bolsonaro! Mais de R$ 15 milhões em Leite Condensado e Chiclete com dinheiro público? Isso é corrupção!

— Ciro Gomes (@cirogomes) January 26, 2021

Batata frita – R$ 16.582.463,23
Chiclete – R$ 2.203.681,89
Leite condensado – R$ 15.641.777,49

Quantos cilindros de oxigênio dariam pra comprar com esse dinheiro todo?

— juliana fernandes (@julievr2009) January 26, 2021

TÔ PREOCUPADA COM O MITO!!!! É MUITA PIZZA E LEITE CONDENSADO PREJUDICANDO O HISTÓRICO DE ATLETA! R$15 MILHÕES = 7200 LATINHAS POR DIA! MAS O IMPORTANTE É QUE TIRAMOS O PETÊ!!!!!! #BolsonaroCorrupto

— Leslie Knope #ForaBolsonaro #BolsonaroCorrupto (@lilisebastiann) January 26, 2021

Eu até entenderia R$ 15 milhões em acarajé, mas leite condensado??

— R$ 31 Milhões em refrigerante (@Safadaceae) January 26, 2021

LEITE CONDENSADO É A NOVA LARANJA: BOLSONARO GASTA R$ 15 MILHÕES EM LEITE CONDENSADO

Assista: https://t.co/EK4OwSFVqa pic.twitter.com/rJ9ZhV8wo8

— TV Afiada (@ConversaAfiada) January 26, 2021

Até quando vamos ter essa moça na presidência?

Como alguém gasta R$ 15 milhões
em leite condensado em 2020? O país envolto a maior crise sanitária e econômica… #DesmentindoBolsonaro pic.twitter.com/fVuz7VyOAj

Arma de assessor parlamentar dispara 'sozinha' no check-in da GOL em Congonhas

 Um incidente ocorreu no dia 18 de janeiro durante o check-in de um passageiro para um voo da GOL, partindo do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, quando uma arma acabou disparando acidentalmente.

O caso foi revelado com exclusividade pela Record, que afirma que a arma do passageiro Luciano Soncini Andreotti disparou durante o check-in. Andreotti é policial civil e assessor parlamentar do Deputado Federal Kim Kataguiri (DEM-SP), um dos fundadores do Movimento Brasil Livre – MBL.

Por ser Policial Civil, Andreotti tem direito à posse e porte de armas, e pode levá-la por todo o país, inclusive em aeronaves. No caso dos voos, é necessário que ele despache a arma, e assim ele fez ao dirigir-se ao check-in da GOL, antes de embarcar para Brasília.

Mas ele acabou quebrando uma regra: descarregar a arma. Ao colocar a arma no saco de despacho, que posteriormente é selado e encaminhado para que a companhia aérea coloque ele na aeronave, a arma acabou disparando.

Não se sabe o que ocasionou o disparo, mas segundo o Boletim de Ocorrência obtido pela Record, a arma seria uma Taurus TH40, pistola semiautomática de calibre .40 S&W. Pistolas da Taurus já apresentaram muitos defeitos, incluindo disparo acidental ao apenas chacoalhar a pistola, sem pressionar o gatilho. Inclusive este foi o motivo da fabricante brasileira ser excluída de diversas licitações de Polícias pelo Brasil.

O projétil acabou atingindo o balcão da companhia, onde ficou alojado. Por sorte, ninguém se feriu. O caso foi registrado na delegacia do aeroporto segundo nota da Infraero. O gabinete do parlamentar informou à TV Record que nunca aconteceu isso anteriormente, reconhece o erro ao manipular a arma mas criticou o procedimento.

Segundo a Polícia Federal, toda a arma que for despachada ou seguir como “embarque armado”, deve ser desmuniciada e ter sua câmara checada. Após isso, a arma deve ser apontada para uma caixa de areia (disponíveis nos aeroportos) para garantir que não está carregada.

Fonte: aeroin.net

Senadora assume por 15 dias no recesso e terá direito a R$ 50 mil

https://s2.glbimg.com/M3ZcyGip72x9ufQ2ZHytz0Qb19w=/0x0:2048x1365/600x0/smart/filters:gifv():strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/U/8/uy9xB1TtyHxPxH5LNnkw/nailde-panta.jpg BRASÍLIA - Sem precisar participar de nenhuma votação e nem sequer pisar em Brasília, a senadora Nailde Panta (Progressistas-PB) poderá receber até R$ 52 mil entre salário e verbas indenizatórias por apenas 15 dias no cargo, no recesso parlamentar. Segunda suplente na chapa de Daniella Ribeiro (Progressistas-PB), a parlamentar tomou posse na quarta-feira, 6, mas só deve ocupar a vaga até o dia 21 deste mês, quando a titular retorna de licença. Mesmo assim, terá direito a todos os benefícios previstos nas regras internas do Senado. Procurada, a senadora não respondeu.

A maior parte do dinheiro que Nailde poderá receber é relativa ao chamado auxílio-mudança, no valor de um salário – R$ 33,7 mil. A verba “extra”, paga a todos os senadores no início do mandato, serve para custear gastos com transporte e outras despesas referentes à mudança para Brasília. O Congresso, no entanto, está em recesso até fevereiro e, no período em que a parlamentar estiver no cargo, não funcionará. A única vez que precisou viajar à capital federal foi anteontem, quando assinou o termo de posse ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Nas duas semanas como senadora, Nailde também terá direito a outro “penduricalho” pago a senadores: um auxílio-moradia. Se a senadora receber o benefício por 15 dias, ela deve embolsar R$ 2,25 mil, metade do valor mensal de R$ 5,5 mil. A verba pode ser usada para pagar um aluguel ou diárias de hotel. Ela também receberá um salário proporcional aos dias no cargo (R$ 16,9 mil), e terá acesso a carro oficial, verbas de gabinete, além do auxílio-moradia e plano de saúde pago com dinheiro público.

A parlamentar tem a opção de abrir mão das verbas oferecidas pelos 15 dias no cargo. De acordo com o Senado, no entanto, não houve comunicação sobre pedido para ela não receber algum benefício. Questionada se pretende renunciar às verbas, Nailde não se manifestou até a conclusão desta edição.

A nova senadora assumiu o cargo após o primeiro suplente da chapa, Diego Tavares (Progressistas-PB), tomar posse como secretário municipal em João Pessoa. Ele estava no lugar de Daniella desde setembro, quando a titular pediu licença de 120 dias do mandato por “motivos particulares”. 

Nailde é professora aposentada da rede pública de João Pessoa e recebe R$ 3,5 mil mensais da prefeitura, segundo informações mais recentes disponíveis no site do município.

Auxílio

Em 2018, o Estadão revelou que a Câmara e o Senado gastaram R$ 20 milhões com auxílio-mudança pagos a 298 deputados e senadores reeleitos em outubro daquele ano. Os valores eram referentes à ajuda de custo para início e fim de mandato. Após as reportagens, a Mesa Diretora da Câmara restringiu o pagamento do auxílio a deputado que tenha exercido menos de 180 dias ininterruptos de mandato. 

No Senado, porém, o benefício para suplentes que ficam pouco tempo no cargo, como é o caso de Nailde, é garantido por um decreto assinado em 2013 pelo então presidente do Congresso, Renan Calheiros (MDB-AL).

Fonte: estadao.com.br

Arthur Lira usou dinheiro público para comprar gado e fazendas, diz PF

Luis Macedo Candidato de Jair Bolsonaro ao comando da Câmara, Arthur Lira é famoso em Alagoas pela participação em leilões com seus bois gordos. A vida de empresário rural cresceu na época em que o deputado participou de esquema de desvio de dinheiro público na Assembleia Legislativa de seu estado.

Pelo menos é isso que aponta o relatório da Operação Taturana, ocorrida no longínquo ano de 2007. Segundo a PF, Lira comprou duas fazendas em Pernambuco por R$ 3,8 milhões entre 2005 e 2007. O deputado foi condenado por improbidade administrativa em segunda instância. Mas está recorrendo no Superior Tribunal de Justiça. Por peculato e lavagem de dinheiro, foi absolvido em primeira instância.

O Ministério Público apelou ao Tribunal de Justiça de Alagoas.

(Atualização às 11h: Em nota, Arthur Lira diz que "as acusações foram declaradas nulas pela Justiça de Alagoas". "A decisão judicial que absolveu o deputado aponta que, mesmo diante de avisos do STF e Receita Federal, a investigação e acusação persistiram em vícios na apuração, sendo irregulares e até ilegais. O juiz continua ao indicar que a coleta de provas de modo irregular é prática vetada pela Constituição e código do direito", completa. Quando anunciou o recurso contra a sentença de primeira instância, o Ministério Público de Alagoas disse que "está certo que essa decisão em nada afeta seu mérito ou inexistência de sua autoria, já reconhecidos pelo Tribunal de Justiça de Alagoas em condenação por ato de improbidade administrativa".)

 Fonte:  blogs.oglobo.globo.com

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