jornalista1

Em "situação deplorável", mais de 2,3 mil presos do DF serão transferidos de setor

Até 21 de fevereiro, detentos deixarão o Centro de Internamento e Reeducação (CIR) para ficar no Centro de Detenção Provisória (CDP) II. Entre as justificativas listadas por juíza na decisão judicial que prevê a transferência estão superlotação e instalações precárias

Mudança ocorrerá após transferência de guarda do CDP II -  (crédito: Breno Fortes/CB/D.A Press - 1/11/06
)

Até o fim de fevereiro, 2.308 presos lotados no Centro de Internamento e Reeducação (CIR) serão transferidos ao Centro de Detenção Provisória (CDP) II. As duas unidades fazem parte do Complexo Penitenciário da Papuda. A decisão partiu da juíza titular da Vara de Execuções Penais (VEP), Leila Cury, que considera a situação do local onde os internos se encontram como "deplorável", "absurda" e "inaceitável".

A magistrada determinou a interdição da unidade em 14 de dezembro. O CIR é um dos presídios mais antigos do Distrito Federal e recebe, atualmente, 2.155 internos, que cumprem pena em regime semiaberto. No entanto, a capacidade do prédio é de 856 vagas — a superlotação ultrapassa 151% desse total.

O Centro de Detenção Provisória 2 é dividido em 16 blocos e tem 3.220 vagas. No entanto, apenas dois pavilhões estão ocupados. O CDP II recebe presidiários recém-chegados da Divisão de Controle e Custódia de Presos (DCCP), da Polícia Civil, que precisam cumprir a quarentena antes de serem integrados à população carcerária. O objetivo é evitar a possível disseminação de casos da covid-19 a outros detentos.

"É evidente que, neste momento, os problemas do CIR são mais graves e, ainda, invoco a vergonhosa situação da reforma do Bloco III do CPP (Centro de Progressão Penitenciária), que igualmente se arrasta há, aproximadamente, cinco anos, evidenciando a falta de interesse da administração penitenciária em ocupá-lo, o que, igualmente, contribui ainda mais para a superlotação do CIR", argumentou a juíza Leila Cury, na decisão que trata da transferência.

A magistrada mencionou uma visita técnica ao CIR em que se verificou derramamento de esgoto pelos corredores do presídio e criticou a situação: "Não precisa ter um mínimo de conhecimento de engenharia e arquitetura para entender que os canos deveriam estar conectados e sem vazamentos, (que os) fios de eletricidade deveriam estar protegidos por conduítes, e que a constante umidade das paredes não deveria ocorrer", destacou Leila Cury.

 

Falhas

A magistrada também apontou falhas no sistema de monitoramento eletrônico com uso de tornozeleiras. Para ela, não há fundamento legal para colocação de todos os presos do regime semiaberto em cumprimento de pena domiciliar.

Atualmente, no DF, há 799 pessoas acompanhadas por meio desse sistema. "A praxe forense ensina que a monitoração dessa quantidade de pessoas não está sendo exitosa, pois a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) não está conseguindo cumprir os fluxos traçados", argumentou a juíza.

Entre outros problemas listados na decisão estão a falta de visitas dos policiais penais da Gerência de Fiscalização (Gefic) às áreas em que os detentos com tornozeleira ficam; o acionamento da Polícia Militar; e defeitos nos equipamentos eletrônicos. "Se há dificuldades na gestão de 781 monitorados, quiçá se tivessem de monitorar parte dos presos do regime semiaberto", finalizou Leila Cury.

Nova unidade prisional

A Secretaria de Administração Penitenciária informou que, assim que terminar a transferência de guarda do Centro de Detenção Provisória II da Secretaria de Estado de Segurança Pública do DF (SSP-DF) para a Seape, a pasta de administração promoverá a mudança de todos os 2.308 reeducandos do CIR para o CDP. A data prevista para finalização do processo é 21 de fevereiro de 2021.

A Seape ressaltou que o monitoramento por meio de tornozeleiras eletrônicas ocorre em tempo real, 24 horas por dia e por policiais penais, no Centro de Monitoramento Eletrônico (Cime). "Uma das condições que torna o programa efetivo é o uso da inteligência artificial, que otimiza o trabalho do Estado. Dessa forma, além da precisão do local em que o monitorado está, em qualquer mudança ou desrespeito às regras para o uso do dispositivo, é emitido um alerta ao Cime. Por conta do atual cenário pandêmico, o uso das tornozeleiras tem sido um importante aliado por parte do Poder Judiciário, visando a diminuição do fluxo de pessoas no sistema prisional do DF", diz nota da pasta.

O órgão acrescentou que a SSP-DF é responsável pela execução do convênio de construção de um novo centro de detenção no DF, junto ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen), vinculado ao Ministério da Justiça. "Após a inauguração da nova unidade prisional, serão disponibilizadas 3,2 mil novas vagas. Serão 16 módulos de vivência (pavilhões), mais modernos e com capacidade para 200 reeducandos cada um. Além disso, a construção da Penitenciária III do Distrito Federal vai garantir a abertura de 400 novas vagas no sistema", informou a Seape.

A secretaria destacou, por fim, que toda violação em relação ao uso das tornozeleiras é informada ao Judiciário. "A permanência ou não do aparelho dependerá do juiz responsável pelo caso, após análise. Nos casos de iminência de crime, como desrespeito à medida protetiva, a Gerência de Fiscalização, da Seape, e a Polícia Militar (PMDF) são acionadas pela equipe do Centro (de Monitoramento Eletrônico) antes mesmo da comunicação formal ao juiz", completou a pasta.

Fonte: Em "situação deplorável", mais de 2,3 mil presos do DF serão transferidos de setor (correiobraziliense.com.br)

PF desarticula organização criminosa de falsos policiais dedicada ao roubo em rodovias, os conhecidos “Piratas do Asfalto”

 Na manhã de hoje (21) aproximadamente 60 Policiais Federais estão nas ruas de quatro cidades da região oeste e noroeste do Paraná para deflagração da “Operação INTERCEPTOR”.

A investigação, iniciada há aproximadamente seis meses pela Delegacia de Polícia Federal em Guaíra, tem como alvo organização criminosa dedicada a prática de crimes de roubo, tráfico internacional de drogas e arma e contrabando e descaminho de eletrônicos e medicamentos e que atua na região da fronteira entre Paraná e Paraguai.

Informações iniciais apontavam que um contrabandista de Cianorte/PR estaria adquirindo produtos importados do Paraguai, como cigarros, eletrônicos e medicamentos, por preços muito inferiores aos que são praticados até mesmo no país vizinho. As suspeitas de que os produtos eram roubados se confirmaram logo no início das investigações.

No curso da investigação a PF identificou um grupo criminoso especializado na prática de roubos nas rodovias e às margens do Rio Paran. Os criminosos tinham como alvos preferenciais contrabandistas e traficantes que atuam na região da fronteira. Para viabilizar os roubos os criminosos se passavam por policiais, utilizando falsos uniformes, distintivos, coletes e até mesmo falsas viaturas, realizando abordagens de forma extremamente violenta e com emboscadas e sequestro das vítimas.

Os investigados também contavam com a cumplicidade de olheiros e batedores que agiam como verdadeiros agentes duplos, atuando em prol de traficantes e repassando informações aos denominados piratas.

Somente nos últimos seis meses o principal receptador e operador financeiro do grupo apresentou movimentação que ultrapassou R$ 9 milhões, movimentação que revela a intensa atuação do grupo investigado.

Durante as investigações a PF apreendeu armas curtas e longas, todas com adaptações para aumentar o poder lesivo (kit rajada, adaptador para submetralhadora, etc.), coletes balísticos, uniformes semelhantes aos que são utilizados pela polícia e outros acessórios.
As drogas, medicamentos e outros produtos ilícitos roubados pelo grupo eram reintroduzidos no mercado pelos receptadores.

O dinheiro obtido com as atividades ilícitas, além de possibilitar que os líderes tivessem um padrão de vida incompatível com a renda, também servia para abastecer outras organizações criminosas. A investigação revelou, ainda, que grupo fazia remessas semanais de valores através de depósitos bancários para uma facção criminosa sediada em São Paulo e com ramificações na região de fronteira com o Paraguai.

A Justiça Federal de Guaíra/PR emitiu (7) sete ordens de prisão preventiva (Guaíra, Cianorte, Umuarama e Terra Roxa) e (11) onze mandados de busca e apreensão e também autorizou o sequestro de pelo menos cinco imóveis adquiridos pelos investigados, especialmente os líderes da organização criminosa que residiam em Terra Roxa e Cianorte.

Já foram apreendidos 15 veículos e bloqueadas aproximadamente 50 contas bancárias.
As ordens de bloqueio de contas bancárias e sequestro de imóveis têm como objetivo a descapitalização do grupo.

A operação foi batizada de “Interceptor” em referência ao tipo de atividade desenvolvida pelos falsos policiais.

Fonte: https://umuaramanews.com.br

Conselheira tutelar é investigada por tráfico de crianças

Pelo menos 6 famílias se pronunciaram vítimas do esquema criminoso

12 Em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, o conselho tutelar é investigado por um suposto esquema de tráfico infantil. Pelo menos 6 famílias se declaram vítimas da rede criminosa e dizem ter tido os filhos tomados de forma bruta e injusta.

Fonte: r7

Sobre Madrid, capital da Espanha e terra prometida das iludidas prostitutas brasileiras

Madrid, capital de España,  es la tierra prometida de los travestis ,  trans y putas brasileñas engañadas Sou advogado e ex-delegado, com 36 anos de experiência profissional no mundo e submundo da lei.

Sou neto e filho de imigrantes espanhóis. 

Recentemente, verifiquei, absurdamente, a discriminação que as mulheres brasileiras sofrem naquele país; desde que desembarcam nos aeroportos. E digo daquelas “com papeis” ( documentadas lá ou na União Europeia )

Se é jovem e de boa aparência , de pronto, é vista como mais uma perra.

Sim, para uma grande parcela dos espanhóis: são todas prováveis prostitutas que procuram uma vida fácil na Espanha. 

Estranhamente, embora o governo espanhol seja eficiente em expulsar irregulares imigrantes trabalhadores pobres como faxineiros, ambulantes, motoristas , pedreiros – além de embaraçar a vida de estudantes – se faz vista grossa às prostitutas, em sua grande maioria exploradas por várias máfias.

Essa atividade , que eu entendo como um trabalho, incentiva o lazer e fomenta o turismo sexual , rendendo bilhões de euros aos espanhóis; independentemente do modo de vida infeliz dessas pessoas que são exploradas diariamente por donos de cafés, bares , bordéis e, ultimamente, com a pandemia , pelos grandes proprietários de apartamentos alugados a preços exorbitantes. 

Estrangeiras ilegais – indocumentadas – não podem locar um quartinho sequer de forma regular.

Tudo se faz fraudulentamente para que a garota consiga estabelecer seu “home office” sexual!

Mais taxas de proteção cobradas por porteiros e síndicos!

Diante de reclamações, enviadas pelas famílias dessas jovens às agências de segurança pública, aparentemente, prostitutas – turistas com prazo vencido e sem documentos – podem violar livremente as leis de saúde.

As polícias nada fazem, salvo comprovado tráfico e escravidão. Medo da ONU!

Elas trabalham e se movimentam tranquilamente , Independentemente da pandemia e de quem será a vítima: ela ou o cliente!

Prostituição não é problema social na Espanha; é uma grande fonte de receita de divisas.

Madrid, Capital da Espanha, governada por conservadores de extrema direita, é a terra prometida de travestis , mulheres transgêneros e brasileiras enganadas por traficantes de escravas sexuais.

Finalizando, salvo melhores e abalizadas opiniões, a prostituição é uma indústria criminosa, não é um problema social decorrente da pobreza.

De regra, não é liberdade de escolha! É uma forma de escravidão…

Um ataque à Democracia e à dignidade do ser humano!

E o europeu em geral e o espanhol em especial , com todo o seu egoísmo hipócrita , aponta o Brasil como o maior exportador de travestis do planeta…

A clientela lá é grande e o nosso produto é de “melhor qualidade” e cobra muito mais barato!

E o governo tão ou mais corrupto do que o nosso…Latinidade!

 

Fonte: flitparalisante.wordpress.com

Investigador volta atrás e diz que Spitzner não foi vítima de feminicídio

Luis Felipe Manvailer, em foto de 2017. Ele é acusado de feminicídio e fraude processual no caso da morte de Tatiane Spitzner - Reprodução/Instagram O investigador da Polícia Civil Leandro Dobrychtop, uma das primeiras pessoas a chegar ao local da morte de Tatiane Spitzner, se retratou durante o depoimento desta sexta-feira (7) e disse que ela não foi vítima de feminicídio.

Ele abriu o quarto dia de julgamento de Luís Felipe Manvailer, em Guarapuava (PR).

Relacionadas

No primeiro momento das investigações, o investigador acreditava que Tatiane teria sido vítima de feminicídio, mas hoje ele voltou atrás e falou que não tinha provas suficientes para concluir a causa da morte. O perito explicou ainda que um casal de vizinhos viu Tatiane debruçada na sacada e que, ao ligar para a polícia, eles ouviram o barulho da queda da mulher.

O advogado de Manvailer, Cláudio Dalledone Júnior, avaliou positivamente o depoimento da testemunha, que foi selecionada pela própria defesa do réu. "A nossa postura é de esclarecimento, deixar os agentes de segurança à vontade, sem pressão. O Leandro foi o primeiro a chegar ao local e dar encaminhamento as investigações. Ele tinha a impressão inicial de que se tratava de feminicídio. Ele se retratou hoje e diz que não há provas suficientes para esse tipo de crime. O depoimento serve para isso", diz Dalledone.

O julgamento começou na última terça-feira (04). Oito testemunhas já foram ouvidas.

A qualidade dos esclarecimentos das testemunhas vai definir quanto tempo vai demorar para sair o veredito. "O que pode acontecer é a defesa desistir de todas as testemunhas. Não temos pressa e não podemos brincar. Pode ser que venha um próximo perito e deixe tudo mais claro e, em seguida, já pode ser feito o julgamento", finaliza o advogado do acusado.
A defesa da família de Tatiane Spitzner ainda não se pronunciou sobre os novos depoimentos.

A próxima pessoa a ser ouvida hoje é o policial militar Newton Albach. Ele trabalhava na rádio patrulha da PM no dia da morte da vítima.

Entenda o caso

  • Tatiane Spitzner morreu em julho de 2018; em Guarapuava (PR). Foi encontrada após cair do 4° andar do prédio
  • Luis Felipe Manvailer é acusado de ter matado Tatiane por enforcamento e jogado seu corpo da sacada do edifício.
  • Câmeras registraram o acusado agredindo Tatiane no elevador, recolhendo o corpo dela na calçada e, por fim, limpando as marcas de sangue.
  • A acusação defende que Tatiane foi jogada; a defesa afirma, agora, que ela se acidentou.
  • Depois de três julgamentos adiados, o júri popular de Manvailer começou na terça-feira (4) e deve durar de 2 a 3 dias.
  • Manvailer responde pelos crimes de homicídio (com as qualificadoras de motivo fútil; mediante asfixia e meio cruel; e feminicídio) e fraude processual.

Fonte: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2021/05/07/inspetor-volta-atras-e-diz-que-spitzner-nao-foi-vitima-de-feminicidio.htm

Mais artigos...

vetenuo

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

Impakto nas Redes Sociais

                                  Saiba os benefícios de usar o LinkedIn para a sua vida profissional - IFS -  Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe 

blogimpakto  acervo    csp   jornalismoinvestigativo   fundobrasil   Monitor da Violência – NEV USP   Capa do livro: Prova e o Ônus da Prova - No Direito Processual Constitucional Civil, no Direito do Consumidor, na Responsabilidade Médica, no Direito Empresarial e Direitos Reflexos, com apoio da Análise Econômica do Direito (AED) - 3ª Edição - Revista, Atualizada e Ampliada, João Carlos Adalberto Zolandeck   tpnews   naofoiacidente

procurados

Desenvolvido por: ClauBarros Web