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Capitão da PM é suspeito de abuso sexual contra jovem de 13 anos em Lauro de Freitas

Capitão da PM é suspeito de abuso sexual contra jovem de 13 anos em Lauro de Freitas Crime aconteceu dentro de um supermercado na Av. Santos Dumont; imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas

A 34ª Delegacia Territorial (DT/Portão) investiga um abuso sexual sofrido por um adolescente de 13 anos em um supermercado na Av. Santos Dumont, em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador, no dia 12 de março.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito do crime é um capitão da Polícia Militar. O suposto autor já foi identificado e prestou depoimento, esclareceu a PC nesta sexta-feira (25). O militar segue em liberdade.

De acordo com informações do G1, o suspeito teria abordado o jovem - que estava no mercado com a mãe - e começado a se masturbar em cima dele. Um outro cliente percebeu a situação e começou a gritar por ajuda.  Imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas para elucidar os fatos.

Ao tomar conhecimento da denúncia, a Corregedoria da Polícia Militar adotou as "medidas necessárias" para a instauração de uma sindicância para apurar o fato, informou a PM em nota.

Fonte: https://www.correio24horas.com.br

Justiça determina que Seap explique a entrada de alimentos proibidos em presídios onde estão chefes do tráfico e da milícia

https://portaltpnews.com/wp-content/uploads/2022/03/presidiopo2.jpeg Justiça ainda investiga entrada de visitas ilustes ao delegado Muricio Demétrio, entretanto os nomes não foram registrados em livro por ordem de superiores ocupante do primeiro escalão da SAEAP-RJ

RIO – Com Rabanadas, pudins, pizzas, frangos assados, tortas doces e salgadas. As câmeras do circuito de segurança de oito presídios do Complexo de Gericinó, em Bangu, onde estão presos os principais chefes do tráfico e da milícia do Rio, flagraram as guloseimas chegando em duas datas especiais: 24 de dezembro do ano passado, na véspera de Natal, e no dia 31, para comemorar a virada do ano de 2021 para 2022. Ao constatar a irregularidade, o juiz auxiliar da Vara de Execuções Penais (VEP), Bruno Rulière, determinou que a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) informasse quem autorizou a entrada de alimentos não permitidos nas unidades, conforme a decisão do magistrado.

Na decisão, assinada no último dia 8, Rulière intimou o atual subsecretário de Gestão Operacional da Seap, para que ele apresente cópias dos livros de ocorrência da Portaria Unificada e Inspetoria, do Complexo de Gericinó, nos dois dias das ocorrências. O objetivo é saber quem conferiu a autorização para o ingresso dos produtos proibidos e apurar responsabilidades. O magistrado também determinou que a Seap apresente o ato normativo com a lista dos alimentos permitidos nas cantinas das unidades.

Na época do caso, o subsecretário era diferente do atual, que foi afastado no episódio que ficou conhecido como “farra sexual”, quando houve a entrada irregular de mulheres para visitas íntimas de chefes do tráfico, na Penitenciária Jonas Lopes de Carvalho (Bangu 4), dia 23 de dezembro do ano passado. A VEP, na época, também determinou a busca e apreensão de imagens que comprovaram a denúncia.

Os alimentos chegaram em caminhão, van e carros comuns, na parte da manhã, em cantinas exploradas nas oito unidades penitenciárias. São elas: cadeias públicas Joaquim Ferreira de Souza, Pedrolino Werling de Oliveira (Bangu 8); penitenciárias Alfredo Tranjan (Bangu 2), Bandeira Stampa (Bangu IX), Jonas Lopes de Carvalho e Lemos Brito; Instituto Penal Vicente Piragibe; e o presídio Elizabeth Sá Rego.

As imagens revelaram que, por causa da grande quantidade de alimentos, houve a necessidade, em alguns casos, do uso de carrinhos para o transporte dos doces e salgados dentro das unidades penitenciárias. Também mostraram funcionários das cantinas, vestidos de camisetas amarela e calças jeans, carregando imensas bandejas com comida.

Em sua decisão, o juiz diz que: “Neste particular, conforme relatório anexado à presente decisão, foi identificado a entrada de enormes quantidades de: frango assado com batatas, rabanada, torta salgada, bandejas de empadão, pudim, “manjar”, “panetone”, caixas de salgados, caixas de leite condensado, pacotes de refrigerantes 2 litros, alimentos in natura etc.” No documento, há reproduções dos vídeos que mostram os alimentos nas portarias dos presídios.

Alguns agentes chegaram a passar o scanner nos produtos, mas Rulière, ao fazer as inspeções nas unidades, verificou que, nos livros de ocorrências das unidades investigadas, não constava, na maioria dos casos, o registro da entrada dos produtos proibidos. Num dos presídios, era uma simples comunicação “da entrada de materiais na cantina”.

Por conta disso, o magistrado escreveu em sua decisão: “Com efeito, a observância de uma rotina padrão de ingresso dos produtos nas unidades prisionais, bem como a aparente existência de um documento apresentado às portarias unificadas (constatado nas imagens e no livro de ocorrências), reforçam a suspeita de que houve uma decisão de permissão de ingresso destes produtos por alguma(s) autoridade(s) administrativa(s) da SEAP, ocupante de função hierarquicamente superior aos servidores que estavam nas portarias unificadas”.

Rulière chamou a atenção para a “gigantesca quantidade de produtos, em sua grande maioria, vedados nas unidades prisionais”. Diz um trecho na decisão do magistrado que: “inevitavelmente acabou por incrementar, de forma absolutamente inaceitável, o risco de ingresso de outros materiais proibidos nos estabelecimentos dissimulados nas cargas de alimentos (fato comum na realidade prisional).”

Segundo o magistrado, o fato expôs a concessão de uma permissão de venda pelas cantinas de produtos proibidos a fim de gerar lucro “em larga escala aos exploradores da atividade de cantina”. O juiz ressalta os preços praticados no ambiente prisional, “ao custo de um incremento inaceitável do risco à segurança dos estabelecimentos penais”.

Fonte: https://portaltpnews.com/

Advogada que furtou peças de picanha em supermercado de Natal tem prisão preventiva decretada

Peças de picanha furtadas por advogada em rede de supermercados de Natal — Foto: Cedida A advogada paraibana de 40 anos que foi presa na tarde de quarta-feira (23) após furtar peças de carne de uma rede de supermercados de Natal deve continuar presa preventivamente, segundo decidiu o juiz Diego Costa Pinto Dantas, que presidiu a audiência de custódia na quinta-feira (24).

Na decisão publicada após a audiência, o magistrado considerou que a prisão preventiva visava a garantia da ordem pública e seria necessária "diante da periculosidade da autuada", evidenciada pelo fato de ela ser reincidente no crime.

Segundo consta no processo, a mulher foi presa em flagrante pelo mesmo crime no dia 3 de fevereiro deste ano, 20 dias antes da atual prisão, mas tinha sido liberada para responder em liberdade após pagamento de fiança.

Na nova prisão, os policiais militares e civis informaram que as peças de carne furtadas eram de picanha - um corte nobre - e foram avaliadas em cerca de R$ 1 mil. A mulher teria passado por três lojas de uma mesma rede varejista.

No relatório, o juiz aponta que somente do supermercado onde a mulher foi presa, os produtos encontrados com ela custavam cerca de R$ 490.

"De acordo com os autos, a acusada teria sido flagrada, através do sistema de vigilância eletrônico, subtraindo produtos de um supermercado, cuja quantia totaliza cerca de R$ 490,00, tendo sida detida no estacionamento do estabelecimento, logo após tentar sair do local sem efetuar o pagamento da mercadoria", relatou o magistrado.

Ainda segundo o relatório, os demais produtos foram encontrados pelos policiais militares e vigilantes da loja dentro do carro da mulher, após a abordagem.

Na decisão sobre a prisão em flagrante o juiz determinou que a Secretaria de Administração Penitenciária mantenha a mulher custodiada em local "condizente com a prerrogativa" de advogada.

Até esta quinta-feira (24), ela estava detida no quartel da Polícia Militar. O g1 procurou a Seap para questionar onde a mulher ficou detida, mas não houve resposta sobre o assunto até a última atualização desta matéria.

Fonte: https://g1.globo.com

Homem chamado de 'Lázaro de Londrina' ajudou a construir a cadeia de onde fugiu

https://static.ricmais.com.br/uploads/2022/02/nelson-barbara-1067x600.jpg Guarda Municipal (GM) e Polícia Militar (PM) continuam rodando distritos e área rural de Londrina. No Patrimônio Regina, conforme o apurado pela reportagem da RICtv, a população tem medo, já que a comunidade rural seria o último local em que Nelson foi visto, após a fuga.

“Nós estamos com medo. […] De dia, a gente sai, sonda, fica olhando. Mas e de noite?”,

contou um morador, que não quis se identificar.

De acordo com o Departamento Penitenciário do Estado do Paraná (Depen/PR), Nelson fugiu enquanto as refeições eram entregues aos presidiários. Ele responde pela morte de um homem de 54 anos e uma mulher, de 19, além de uma série de roubos violentos.

Até o fechamento desta matéria, Nelson continuava foragido. Denúncias podem ser feitas pelos telefones 190, 181 e 153.

Fonte: https://ricmais.com.br

Josmar Jozino - Membro do PCC comete feminicídio em presídio de Presidente Venceslau (SP)

Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, onde ficam abrigados integrantes do PCC - 21.nov.2018 - Jardiel Carvalho/Folhapress O preso Luís Carlos Godoy Araújo, 38, matou a mulher Raquel Godoy Santos Araújo, na manhã de hoje na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau (SP), durante o horário de visita. Até às 16h30, o crime ainda não havia sido registrado na delegacia da cidade e a Polícia Civil informou que não podia divulgar os nomes do prisioneiro e da vítima.

Agentes penitenciários disseram à reportagem que Araújo, um preso do pavilhão 3, esganou a mulher, bateu a cabeça dela no concreto e jogou o corpo nu na ala inferior. O presídio tem câmeras de segurança. Mas, como as visitas ocorrem dentro da cela, os funcionários não viram a ação e nada puderam fazer.

Um servidor antigo no sistema prisional revelou que o pavilhão 3, assim como os demais na P-2 de Venceslau, abrigam condenados integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital), todos apontados como de alta periculosidade.

A reportagem entrou em contato com um policial civil da delegacia de plantão de Venceslau. O agente confirmou o crime, mas ressaltou que não estava autorizado a divulgar os nomes do assassino e da vítima. Ele adiantou, no entanto, que o criminoso vai ser autuado em flagrante por feminicídio.

Em nota enviada após a publicação da reportagem, a SAP (Secretaria Estadual da Administração Penitenciária), sem indicar o nome do detento, disse que "um preso da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau matou sua esposa, por meio de esganadura e lesões na cabeça, durante a realização da visita".

A pasta informou que "foi comunicado a autoridade policial local e registrado o boletim de ocorrência". "O preso foi transferido e permanece à disposição da justiça. A pasta abriu Procedimento Apuratório Disciplinar e Preliminar para averiguação dos fatos."

Condenado por roubo, tráfico de drogas e receptação, Araújo foi transferido provisoriamente para a Penitenciária 1 de Presidente Venceslau. O presídio é uma unidade de castigo, destinada a presos que cometem faltas graves no sistema prisional.

O preso deve ser removido posteriormente para o CRP (Centro de Readaptação Penitenciária) de Presidente Bernardes, cidade vizinha a Presidente Venceslau, onde poderá ficar um ano em RDD (Regime Disciplinar Diferenciado).

No RDD não há visita íntima. Presos e visitantes ficam separados no parlatório por uma tela de vidro. Os detentos não têm acesso à rádio, TV, jornais e revistas. O banho de sol é de duas horas diários e as celas são individuais.

Essa não é a primeira vez que um presidiário mata a mulher na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau em dia de visita. Em 6 de janeiro de 2008, Miriam Suban foi enforcada com corda de nylon pelo companheiro Raul Gomes de Brito, conhecido como Raulzinho Louco.

O sentenciado já tinha um histórico de violência. Em 2005, três anos antes de matar a mulher, ele liderou uma sangrenta rebelião na Penitenciária 1de Presidente Venceslau. Cinco presos foram decapitados.

As cabeças foram fincadas em bambu e expostas no telhado da unidade prisional. A matança teve repercussão mundial. As fotos foram publicadas em jornais da Europa e Estados Unidos. Os rebelados eram integrantes do PCC, a maior facção criminosa do país.

As disputas por poder e dinheiro dentro da principal organização criminosa do Brasil são narradas na segunda temporada do documentário do "PCC - Primeiro Cartel da Capital", produzido por MOV, a produtora de documentários do UOL, e o núcleo investigativo do UOL.

Fonte: https://noticias.uol.com.br

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                                  Saiba os benefícios de usar o LinkedIn para a sua vida profissional - IFS -  Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe 

blogimpakto  acervo       jornalismoinvestigativo   blinsul   mma1 2   TVSENADO   Monitor da Violência – NEV USP   Capa do livro: Prova e o Ônus da Prova - No Direito Processual Constitucional Civil, no Direito do Consumidor, na Responsabilidade Médica, no Direito Empresarial e Direitos Reflexos, com apoio da Análise Econômica do Direito (AED) - 3ª Edição - Revista, Atualizada e Ampliada, João Carlos Adalberto Zolandeck      

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