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Vídeo mostra prisão de traficantes durante operação policial

d1011Na manhã desta quarta-feira (08), a polícia civil de São João Batista deflagrou a operação denominada “Leão do Norte”, visando dar cumprimento a sete mandatos de prisão e sete de busca e apreensão no município de São João Batista e Iguarassu, no estado de Pernambuco.

O inquérito policial foi instaurado a princípio, para a investigação de tráfico de drogas em São João Batista, praticado por Cláudio Alves da Silva Filho, conhecido na região como “Cabritinho”. Passados cinco meses em que o traficante estava sendo monitorado, a polícia descobriu que Cláudio estava sendo auxiliado por sua companheira, Suelen de Matos, pelo seu irmão Clayton Alves da Silva e seu amigo Manoel Albino da Silva, o “Nel”.

As investigações apuraram que Cláudio, usava de um meio engenhoso para comercializar as drogas, conhecido como “Disk Droga”. O usuário acionava o traficante através de um telefonema e o mesmo ia então ao seu encontro fazendo a entrega da droga, pondo fim as chamadas “bocas de fumo”.

Suelen e Manoel (Nel), auxiliavam Cláudio no atendimento aos usuários. Já o irmão Clayton, mesmo estando preso na cidade pernambucana de Igarassu, continuava a participar da comercialização das drogas no município batistense. Ele viabilizava por exemplo, a aproximação com novos fornecedores de drogas.

Clayton se encontra preso em virtude de condenação por inúmeros crimes de roubo e dois homicídios (um deles praticado em São João Batista no ano de 2012, que vitimou o morador da cidade conhecido como Badasso).

Ainda através das investigações, a polícia apurou que mais três pessoas se associaram ao bando de Cláudio sendo eles, Maicon da Conceição e Gisele da Luz Lemmes (Gi) e o terceiro indivíduo, que ficava responsável em auxiliar nas entregas das drogas, ainda se encontra foragido e por esse motivo não teve sua identidade revelada.

Maicon exercia dentro da organização criminosa, a função de “promotor de vendas”, ficando responsável em conseguir o maior número possível de usuários de drogas.

Gisele, garota de programa da cidade, adquiria a droga com o grupo e revendia para seus clientes. A investigada ainda utilizava seu atendimento para conjugar o comércio de drogas com o exercício da prostituição. Para isso criava uma espécie de “pacote de serviço” onde que a requisitasse tinha a opção de incluir o consumo da substância ao programa contratado, não tendo o trabalho de ir até uma “boca de fumo” da cidade.

As investigações também levaram a polícia a descobrir que os traficantes Cláudio e Manoel também foram os responsáveis pelo crime de roubo ocorrido no centro de eventos de São João Batista, no dia 3 de julho deste ano. O crime vitimou 9 pessoas e causou grande comoção na cidade.

Os irmãos Clayton e Cláudio, também conhecidos como “os pernambucanos”, representam uma ramificação de uma das organizações criminosa que atuam em Santa Catarina e em outros estados do país.

Manoel Albino da Silva é também foragido da justiça de Pernambuco há 7 anos por dois crimes de homicídio e um de roubo. Cláudio e Gisele já ostentam condenação anteriores pelo crime de tráfico de droga.

Por ocasião da busca foi encontrado um revólver calibre 38 e várias munições. Diego de Mattos, conhecido como Fanzinho, proprietário da arma, também foi preso.

A operação contou com apoio de policiais civis da delegacia de Governador Celso Ramos, divisão de investigação criminal (DIC), serviço de investigação criminal (SIC) e delegacia de proteção à criança, ao adolescente, à mulher e ao idoso (DPCAMI) de Brusque.

Fonte: vipsocia

JUIZ PARAGUAIO E ASSISTENTE DA PREFEITURA DA FRONTEIRA SÃO PRESOS COM QUASE UMA TONELADA DE MACONHA

vd0311Um juiz paraguaio e um assistente da prefeitura foram detidos na noite de terça-feira (31) por tráfico de drogas no Jardim Ipanema, região sudoeste de Goiânia. os mesmos foram identificados como Marcos Javier Galarza Saavedra (27) e o juiz Pablo Cesar Isasi (40) que estavam de posse de 950 quilos de maconha que teriam transportado da cidade de Capitão Bado na fronteira ate Goiânia, onde acabaram presos pelos agentes da Policia Militar.

Segundo informações, a Polícia Militar, a dupla de autoridades paraguaias foi abordado por agentes de Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) que avistaram o veículo em que estavam, um VW Gol, em atitude suspeita pelo setor. Durante o procedimento, foram encontrados dez tabletes da droga escondidos dentro do veículo.

Ainda segundo a corporação, Pablo confessou que na casa dele estava escondida grande parte dos entorpecentes, que seriam distribuídos para abastecer Goiânia e Região Metropolitana. Além da droga, foram encontrados balanças digitais, embalagens para armazenamento e dinheiro.

Segundo informações o juiz e o assistente seriam integrantes de uma quadrilha que atua na região de fronteira entre o estado do Mato Grosso do Sul e o Paraguai.

Todo material apreendido e os suspeitos foram encaminhados para a Central de Flagrantes.

Fonte: porãnews

Denarc prende dez traficantes e desarticula quadrilha no Litoral

d3010O tráfico de drogas no litoral do Paraná sofreu um forte golpe nesta sexta-feira (27). Integrantes da principal quadrilha responsável por abastecer a região foram alvos de uma operação coordenada pela Divisão de Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil. Dez pessoas foram presas, além de drogas, armas, munição, cerca de R$ 5 mil em dinheiro e balanças de precisão foram apreendidos. Três pessoas estão foragidas.

Ao longo das investigações, outras nove pessoas haviam sido presas – totalizando 19 criminosos – e cerca de 100 quilos de drogas entre maconha, cocaína e crack saíram de circulação.

Sessenta policiais participaram da ação para cumprir 52 mandados judiciais – sendo 22 de prisão, 24 de busca e apreensão e outros seis de sequestro de veículos utilizados pela organização criminosa. Os alvos estavam em Curitiba, Paranaguá, Matinhos, Pontal do Paraná e na cidade de Pato Bragado, região Oeste do Paraná.

“Mais uma vez a Denarc age com extremo profissionalismo, aplicando os princípios de ação controlada, identificaram as lideranças, descobriram as rotas, efetuaram flagrantes, identificaram o patrimônio da quadrilha, ou seja, uma operação completa que de fato vai interromper a ação”, avaliou o secretário estadual da Segurança Pública e Administração Penitenciária, Wagner Mesquita.

“Em relação a essas facções que atuam no Brasil inteiro e no Paraná também, é importante manter ações como essa. Além do acompanhamento das comunicações e das ações da facção, é importante identificar e interromper a atividade do tráfico. Só assim vamos acabar com o financiamento das atividades das facções. E foi exatamente esse o objetivo da ação deflagrada hoje”, acrescentou o secretário.

Três dos mandados foram cumpridos dentro do sistema penitenciário. Um dos alvos foi apontado pela Denarc como chefe da quadrilha. Preso na Penitenciária Estadual de Piraquara, ele já foi condenado pelos crimes de roubo, latrocínio, porte de armas e tráfico de drogas. Ele teria função de liderança dentro de uma organização criminosa que atua dentro e fora dos presídios.

Toda a negociação para a compra da droga e o comando e coordenação dos pontos de venda no Litoral passava por ele. Na mesma cela de dele, estava um sócio, que foi condenado pelos crimes de
falsificação de documento público, homicídio e tráfico de drogas.

“De dentro da penitenciária toda a logística era organizada. Essa droga vinha de Foz, comprada de outro preso, chegava a Curitiba e era transportada por outro integrante que a levava para ser distribuída no Litoral. Era uma quadrilha muito ativa. O líder se intitulava o rei de Pontal do Paraná, em relação ao comércio de drogas”, explicou a delegada Camila Cecconello.

O Rei de Pontal era detido na Penitenciária de Foz do Iguaçu e com condenações pelos crimes de homicídio e tráfico de drogas, que enviava drogas para diversos traficantes dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

No Litoral, o encarregado de atender as ordens do chefe da quadrilha e coordenar o tráfico de drogas tem passagem pela polícia por tráfico de drogas, e tinha como função dentro da quadrilha articular toda rede criminosa de distribuição de entorpecentes no Litoral.

Ele recebia quinzenalmente a droga enviada de Curitiba para o Litoral. As pessoas responsáveis por este transporte também roram alvos de mandados de prisão.

Participaram da operação policiais civis da Denarc de Curitiba, de Ponta Grossa e de Cascavel, do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) e da Delegacia de Paranaguá.

Fonte: aen

Programa de prevenção às drogas da PM recebe selo do Sesi

vd2010O Projeto Pop Prevenção da Banda de Música do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), pertencente ao Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária, recebeu nesta terça-feira (17) o selo do II Prêmio Sesi ODS 2017 que visa reconhecer o trabalho de instituições em prol dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Além de receber o Selo Sesi ODS 2017, destinado a organizações privadas e públicas de todo o Paraná, a PM também foi uma das finalistas do prêmio. A cerimônia aconteceu no Campus da Indústria, no Bairro Jardim Botânico, em Curitiba.

O selo é concedido pelo sistema Fiep em reconhecimento aos trabalhos sociais desenvolvidos por instituições e empresas. “A ideia é estimular e reconhecer projetos que realmente busquem fazer transformações e novas formas de relacionamento com a sociedade. Queremos motivar estas pessoas a continuarem fazendo algo pelo próximo”, disse a assessora de Projetos Estratégicos do Sesi no Paraná, Maria Cristhina de Souza Rocha.

De acordo com a chefe do Estado-Maior da PM, coronel Audilene Rosa de Paula Dias Rocha, é importante reconhecer e destacar ações como esta para que toda a corporação sinta-se motivada e inspirada. “Estes policiais foram além da sua missão e se engajaram em um projeto tão bonito, o qual tem uma visão da verdadeira de Polícia Comunitária que usa a criatividade e o potencial de cada integrante para prevenir os adolescentes de se envolverem nas drogas. Este grupo tem o entendimento de que faz parte da construção de um jovem”, diz.

Neste ano o Prêmio Sesi ODS 2017 criou uma categoria especial para as instituições de ensino, na qual o Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária foi agraciado como Poder Público pelo Pop Prevenção, desenvolvido pela Banda de Música do Proerd. “É um sentimento de dever cumprido, pois este projeto foi escrito e aplicado pelos próprios policiais. As atividades que os militares estaduais desenvolvem se enquadraram nos objetos do desenvolvimento sustentável e é uma satisfação ter o reconhecimento das instituições civis pelo bom trabalho feito nestes anos”, destacou o comandante da 1ª Companhia do Batalhão, capitão Elieser Antonio Durante Filho.

PROJETO POP PREVENÇÃO - Após a sua criação em 2006 a Banda de Música do Proerd começou a participar de eventos voltados para a prevenção da violência e ao uso de drogas, ou que possibilitasse concretizar os fundamentos e a filosofia de Polícia Comunitária.

Em 2010 o grupo passou a desenvolver um projeto-piloto intitulado Pop Prevenção, o qual, inicialmente, objetivava fomentar discussões sobre diferentes temáticas através de músicas populares direcionadas ao público jovem e adulto.

O programa foi testado nas atividades do Pró-Verão Social 2010, que ocorreu durante toda Operação Verão 2009/2010 nos principais balneários do Litoral paranaense. Após a execução do projeto-piloto o Pop Prevenção foi reformulado.

O estilo pop rock foi incorporado ao grupo e o foco central das atividades passou a ser os estudantes das redes estaduais e particulares de ensino, sendo a música uma ferramenta pedagógica de comunicação e de estreitamento de laços com o público-alvo.

O objetivo do Pop Prevenção é desde a promoção de uma cultura de paz, prevenção primária ao uso de drogas até propostas de reflexões sobre a importância da responsabilidade cidadã em relação às questões de segurança pessoal e coletiva. O intuito é fazer com que o militar estadual fique mais próximo da comunidade.

Fonte: seguranca.pr.gov.br

PF prende 56 em operações contra tráfico internacional de cocaína

Ação faz parte de investigações que já levaram à apreensão de 10 toneladas de drogas.

vd1110A Polícia Federal, em conjunto com Receita Federal, cumpre 60 mandados de prisão em seis estados nesta terça-feira (10) contra o tráfico internacional de cocaína por portos de Santa Catarina. As ações, batizadas de Oceano Branco e Contentor, fazem parte de investigações que já levaram à apreensão de mais de 10 toneladas de drogas no Brasil e Europa.

Até as 10h, 56 foram presos: 25 na Operação Contentor e 31 na Oceano Branco. Um dos suspeitos está foragido no exterior. A maioria foi presa temporariamente e preventivamente, e outras em flagrante, porque, segundo a polícia, estavam com armas de calibre restrito ou drogas no momento da prisão.

Cerca de 450 policiais federais e 25 servidores da Receita cumprem 104 mandados de busca e apreensão, 45 mandados de prisão preventiva, 15 de prisão temporária, 12 conduções coercitivas, sequestros de bens móveis e imóveis e bloqueio de contas bancárias em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Pernambuco, Paraíba e Rio de Janeiro.

* São duas operações, Oceano Branco e Contento

* São cumpridas 176 ordens judiciais, sendo 60 mandados de prisão

* As investigações ocorrem desde 2016 e já levaram à apreensão de mais de 10 toneladas de cocaína no Brasil e Europa

Em Joinville, no Norte catarinense, carros de luxo foram apreendidos em uma revendedora. A PF acredita que os sócios estejam envolvidos no esquema do tráfico. A polícia ainda investiga se a loja era usada para a lavagem de dinheiro. Também foram sequestrados veículos em residências de investigados.

Três foram presos em Santos, no litoral paulista. Em João Pessoa, dois foram detidos. Em Recife, um homem foi preso.

Segundo a Polícia Federal, as prisões foram necessárias porque alguns dos envolvidos têm grande poder aquisitivo e poderiam sair com facilidade do país, e outros poderiam interferir nas investigações.

Os nomes dos presos não foram revelados pela polícia, mas foi confirmado que há grandes empresários e funcionários dos portos envolvidos.

De acordo com a PF, as quadrilhas atuam de forma parecida, colocando as drogas em contêineres com mercadorias lícitas a serem exportadas, geralmente, para países europeus.

Os investigadores resolveram fazer as operações no mesmo dia porque o modus operandi desses grupos criminosos era muito parecido e, inclusive, alguns dos presos trabalhavam para mais de uma organização criminosa.

Os suspeitos poderão ser indiciados pelos crimes de tráfico e associação ao tráfico internacional de entorpecentes, falsificação de documentos e uso de documentos falsos.

 

Contentor

A Polícia Federal em Joinville iniciou a operação Operação Contentor no final do ano passado. Desde então, foram feitas cinco grandes apreensões de drogas, inclusive na Bélgica, somando cerca de duas toneladas de cocaína.

"Na investigação, apurou-se que o entorpecente era adquirido em região de fronteira, notadamente com a Bolívia, e entrava no Brasil em pequenos aviões que pousavam no aeroclube de São Francisco do Sul. De lá, era levado para chácaras onde era acondicionado em grandes bolsas para posterior inserção em contêineres que sairiam pelo Porto de Itapoá", afirma a PF.

As ordens judiciais são cumpridas em Joinville (SC), São Francisco do Sul (SC), Itapoá (SC), Garuva (SC), Santos (SP), São Paulo (SP), Bertioga (SP), Recife (PE), João Pessoa (PB) e Rio de Janeiro (RJ).

 

Oceano Branco

Em julho de 2015, a Dinamarca entrou em contato com Brasil depois de uma apreensão de 320 quilos de cocaína em um contêiner que saiu de Navegantes. Desde março de 2016, a Operação Oceano Branco, investigada pela Polícia Federal em Itajaí, apreendeu seis toneladas de cocaína em 12 ações, seis no Brasil e seis na Bélgica, França e Espanha.

A Polícia Federal acredita que o esquema aconteça há pelo menos cinco anos. O patrimônio dos dois principais investigados chega a R$ 150 milhões.

"Além das apreensões, foi possível vincular a atuação dos investigados a outros carregamentos interceptados por autoridades policiais na Itália, Dinamarca, Espanha, Arábia Saudita e Turquia, totalizando outras 2,5 toneladas da droga", informou a PF.

Conforme a investigação, três grupos criminosos embarcavam grande quantidades da droga em contêineres que partiam do Complexo Portuário Itajaí-Navegantes, escondida em cargas de mercadorias como bobinas de aço, abacaxi em latas e blocos de granito.

De acordo com a PF, em alguns casos, os fornecedores das cargas sabiam do esquema e em outros, não.

Os mandados são cumpridos nas cidades catarinenses de Itajaí, Balneário Camboriú, Navegantes, Itapema, Penha, Tijucas, Florianópolis, São Francisco do Sul e Joinville, além da gaúcha Imbé.

Em Itajaí, os presos foram levados para o píer turístico, já que a sede da PF na cidade não comportava todos os detidos, além da questão de segurança, conforme a polícia.

Os presos vão ser interrogados nesta terça-feira e devem passar por audiências de custódia.

Fonte: G1

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