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Traficantes de 6 estados são alvos da PF e têm R$ 7,5 milhões apreendidos

Cerca de 150 policiais participam de ação em MS, SP, MT, MG, PR e GO.
Segundo a PF, droga entrava de avião por Corumbá e era distribuída.

aeronavesA Polícia Federal (PF) faz nesta terça-feira (28) a operação "All In" contra traficantes de drogas que agiam em Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais. A quadrilha teve cerca de R$ 7,5 milhões em bens, incluindo seis aeronaves e um aeródromo, e dinheiro apreendidos.

(Correção: ao ser publicada, esta reportagem errou ao informar que a quadrilha teve cerca de R$ 7,5 bilhões em bens apreendidos. Na verdade foram R$ 7,5 milhões. O erro foi corrigido às 12h42)

A PF cumpre 18 mandados de prisão cautelar, 25 mandados de busca e apreensão, além de sete mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para depor, em 14 cidades dos seis estados. Participam cerca de 150 policiais.

Dinheiro apreendido pela PF nesta terça-feira estava em fundo falso (Foto: PF/ Divulgação)Dinheiro apreendido pela PF nesta terça-feira
estava em fundo falso (Foto: PF/ Divulgação)

Em Monte Carmelo (MG), foi feita a condução coercitiva às 6h. A pessoa foi encontrada na residência, levada à Polícia Federal, prestou depoimento e foi liberada. No estado de São Paulo os mandados são em Campinas e Ribeirão Preto.

Bolívia - Brasil
Segundo informações da PF, o bando entrava com entorpecentes no Brasil com aeronaves e, a partir de Corumbá, a 415 quilômetros de Campo Grande, na fronteira com a Bolívia, distribuía para a região sudeste do país por via terrestre.

Além da apreensão de seis aeronaves e do aeródromo localizado na área rural de Corumbá, foram bloqueados também dinheiro de 68 contas correntes, sequestrados mais cinco imóveis e apreendidos 35 veículos adquiridos por meio de práticas criminosas. Parte do dinheiro apreendido estava em um fundo falso na residência do alvo principal.

Durante o período de investigação que resultou na operação, três integrantes da quadrilha foram presos em flagrante com 800 quilos de cocaína. As prisões foram feitas no momento em que os traficantes transportavam o entorpecente.

A operação foi batizada de “All In”, que é uma jogada típica do Poker em que o jogador aposta todas as suas fichas em uma mão de cartas, em alusão à forma impetuosa com que a quadrilha age, arriscando-se no transporte de grandes carregamentos de entorpecentes.

Cocaína apreendida durante investigação que resultou na operação (Foto: PF/ Divulgação)
Cocaína apreendida durante investigação que resultou na operação (Foto: PF/ Divulgação)

 

FACÇÃO CRIMINOSA NO RIO, DETERMINA CONTINUIDADE DO HORÁRIO DE VERÃO NAS CADEIAS DOMINADAS PELO CV.!!!!

comandovermelho"Senhores (as), cada vez mais a secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro vem abrindo as pernas para as organizações criminosas  nos presídios em Bangu.

As visitas das unidades prisionais do COMANDO VERMELHO, tiveram o horário de visita estendida até as 17 hs. Um absurdo! Pois penaliza os servidores e fragiliza a segurança, considerando que já não há mais o horário de verão. Logo escurece mais cedo. o confere se realiza mais tarde e os visitantes circulando no complexo até as 17:30 hrs. O que ouvimos como resposta quando questionado o porquê de tal aberração, recebemos como resposta que Teria sido feito um acordo devido à paralisação de dois dias devido ao movimento grevista realizado recentemente. Um verdadeiro absurdo! E o pior.... agora quero ver voltar ao horário normal!!!! E quando as outras facções souberem? Com certeza irão querer gozar da mesma regalia, fragilizando ainda mais a segurança do complexo de Gercino. "
Segundo nosso leitor, que nos  enviou  texto por e-mail.


Rapha Gomes.

Fonte: https://tribunapenitenciariarj.blogspot.com.br

Irmão de megatraficante é morto em ‘guerra’ na fronteira Brasil-Paraguai

irmao de megatraficanteIrmão do megatraficante Jarvis Chimenes Pavão, o empresário e pecuarista Ronny Chimenes Pavão, de 38 anos, foi assassinado com 12 tiros, na noite de terça-feira, 14, quando saía de uma academia no centro de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, na fronteira com o Paraguai. Jarvis está preso em Assunção, capital do país vizinho, suspeito de mandar matar o chefe do tráfico na fronteira, Jorge Rafaat Toumani, em junho do ano passado, após acordo com a facção brasileira Primeiro Comando da Capital (PCC) A morte de Ronny é considerada uma vingança do grupo de Rafaat.

Ele havia saído da academia e seguia em direção ao carro quando foi abordado por pistoleiros que fizeram disparos com pistolas 9 mm. Os agressores ocupavam uma moto e um carro e fugiram em direção ao Paraguai.

O corpo de Ronny é velado em Ponta Porã sob forte esquema de segurança e, até a manhã desta quinta-feira, 16, advogados de Jarvis tentavam sua liberação para comparecer ao sepultamento. O traficante está preso unidade de segurança máxima, em Assunção.

Desde a manhã de quarta-feira, 15, a Polícia Nacional do Paraguai ocupa a Avenida Internacional, na fronteira entre os dois países e divisa entre Ponta Porã e a paraguaia Pedro Juan Caballero. O receio é de que os aliados de Jarvis tentem vingar o assassinato, promovendo nova onda de terror na região.

A fronteira seca com o Paraguai é principal porta de entrada no Brasil de armas provenientes do exterior, maconha paraguaia e cocaína escoada da Colômbia, da Bolívia e da Peru. O controle dessa área é disputado pelo PCC e pelo Comando Vermelho (CV), além de seguidores de Rafaat.

Rei da fronteira

Conhecido como “rei da fronteira” pela atuação no narcotráfico, Rafaat se opunha às facções criminosas e foi assassinado em uma emboscada, depois de ter o carro blindado, um jipe Hummer, modelo usado pelo Exército americano, atingido por mais de 200 tiros. Os atiradores usaram armas militares, como fuzis AK 47 e metralhadora ponto 50.

Desde a morte de Rafaat, ao menos 34 pessoas ligadas ao tráfico foram assassinadas nos dois lados da fronteira, na provável disputa pelo controle da região. Antes da morte de Ronny, tinham sido registradas duas execuções no domingo, dia 12, uma em Pedro Juan, outra em Ponta Porã.

Ligação com PCC

Jarvis era um dos principais rivais de Rafaat e teria se aproximado do PCC. Ele cumpre pena de oito anos no Paraguai por tráfico de drogas e já havia sido condenado no Brasil a 17 anos por lavagem de dinheiro – sua extradição é pedida há dois anos. Quando cumpria pena no presídio paraguaio de Tacumbú, foi descoberto que sua cela de três cômodos tinha sala de reuniões, TV de plasma, cozinha e biblioteca.

A Polícia Civil de Ponta Porã suspeita que outro brasileiro, o ex-policial militar Aldair José Belo, que foi pistoleiro de Rafaat, esteja envolvido na morte de Ronny. Ele está foragido no Paraguai.

FONTE: www.bandab.com.br

Traficante vendia drogas no AM com imagem de Pablo Escobar, diz polícia

Polícia diz que suspeito preso em Manaus vendia entorpecentes em festas.
Imagem do narcotraficante, bandeira e sigla de facções eram usadas.

traficante veindiAA policia descobriu que drogas embaladas em pequenos sacos com siglas de organizações criminosas, bandeira da Colômbia e imagens do narcotraficante Pablo Escobar eram vendidas em festas na capital amazonense. Um homem de 22 anos foi preso com mais de 70 trouxinhas de maconha nas embalagens, nesta sexta-feira (10), na Zona Centro-Sul de Manaus.

Segundo a Polícia Civil, o homem foi localizado após uma denúncia anônima no Conjunto Castelo Branco, no bairro Parque Dez de Novembro. 

O delegado titular do 8º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Demetrius Queiroz, informou que o suspeito vendia maconha e ecstasy em festas nas zonas Centro-Sul e Oeste.

"Após a delação nos deslocamos ao endereço do infrator e durante revista encontramos no lugar, dentro de uma caixa de som, 76 trouxinhas de maconha tipo skunk e uma porção da mesma substância ilícita. No imóvel também apreendemos uma balança de precisão", disse o delegado por meio de assessoria de imprensa.

A Polícia Civil informou ainda que, em depoimento, o preso confessou que comercializava o entorpecente.

O jovem foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. Ele ainda passará por uma audiência de custódia no Fórum Ministro Henoch da Silva Reis.

FONTE: g1

Caetano Veloso defende liberação da maconha — e todas as drogas

Cantor foi entrevistado pela esposa e empresária Paula Lavigne, que já havia defendido a legalização da erva no Brasil

caetanoDepois de fazer uma defesa da descriminalização da maconha pelo Instagram, a produtora e empresária Paula Lavigne colocou o marido, Caetano Veloso, para engrossar a campanha na rede social. Em novo vídeo feito por Paula, Caetano diz detestar o efeito da Cannabis, mas ser a favor não só de sua liberação, como da legalização de todas as drogas.

Logo no início do vídeo, Paula pergunta se Caetano fuma maconha. “Não, Deus me livre, tenho horror a maconha. A sensação que me provoca é péssima. Experimentei nos anos 60 e, odiei, detestei… Mas eu sou a favor da liberação e legalização da maconha, aliás, de todas as drogas”, diz o cantor, que está em Montevidéu como parte de sua turnê sul-americana ao lado da sambista Teresa Cristina.

Antes, Paula havia postado um vídeo em que defendia o uso de maconha, da mesma forma como ocorre no Uruguai. “Estamos aqui na rua em Montevidéu com um baseado na mão, superlegalizado, sem problema nenhum, coisa que a gente tem que fazer no Brasil”, comentou, ao lado do amigo Tino Moretti. “A gente tem que descriminalizar a maconha no Brasil para abrir vagas nos presídios para os políticos. Se não a gente não vai ter vaga. Lugar de maconheiro não é na prisão…”

Fonte: http://veja.abril.com.br

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