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Jovem tenta despachar drogas por transportadora aérea e é preso no oeste do Paraná

Da Redação com Polícia Civil

despachardrogasUm jovem de 21 anos foi preso em flagrante, na manhã de terça-feira (7), em Cascavel, no oeste. Ele estava em uma empresa aérea, no Centro do município, tentando despachar 20 quilos de crack escondidos dentro de caixa de ar-condicionado.

Através de uma denúncia anônima, em que dizia que um homem estava despachando mercadorias suspeitas para o estado do Rio de Janeiro, policiais civis se deslocaram até o local para apurar a denúncia.

Ao chegarem ao estabelecimento, encontraram o suspeito que imediatamente apresentou notas fiscais de produtos que não condizia com o apresentado. Além disso, o peso da mercadoria não condizia com a trazida na embalagem do produto.

O delegado responsável pelo caso, Adriano Chohfi, conta que o valor dos aparelhos de ares-condicionados estavam faturados em R$ 800 cada um, mas que os mesmos custam mais de R$ 1,5 mil nas lojas. “Além da nota não correspoder ao valor real do produto, um frete comum de ar-condicionado para o Rio de Janeiro custa em torno de R$ 40, e o suspeito estava pagando pelo envio R$ 800,” ressalta Chohfi.

Ao abrir a mercadoria, os policiais localizaram onze tabletes de crack escondidos dentro dos acondicionadores de ar. O homem foi autuado pelo crime de tráfico de drogas e encaminhado para a 15ª SDP. Após pesagem, a droga totalizou cerca de 20 quilos, com valor de venda de aproximadamente R$ 600 mil.

O suspeito permanece preso na carceragem temporária da 15ª Subdivisão Policial, onde está a disposição da Justiça. Ele responderá pelo crime de tráfico de drogas. As investigações seguem para identificar e localizar os demais integrantes desse esquema criminoso.

Fonte: http://www.bandab.com.br

Pesquisa revela o que o brasileiro acha da liberação da cocaína e da maconha

Lauro Jardim, O Globo

floresNo mês passado, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, propôs a legalização da maconha e da cocaína como modo de combater os traficantes e a superlotação dos presídios. Um plano ousado. Por isso mesmo, será preciso muito debate para convencer o brasileiro dessa possibilidade.

O Paraná Pesquisas fez uma pesquisa em 26 estados com 2020 brasileiros e eis o que foi apurado: 70,9% e 84,3% dos brasileiros discordam da ideia de se liberar a maconha e a cocaína, respectivamente.

Fonte: www.bocamaldita.com

Envolvido em tráfico internacional de drogas vai parar atrás das grades

Indivíduo de 35 anos é conhecido como Dante Cajuru

dantecajuruUma operação conjunta entre Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal na manhã desta quarta-feira (22) terminou com a prisão de Anderson Marcel Hambrusch. Conhecido como “Dante Cajuru”, 35 anos, ele é suspeito de participar de um esquema de tráfico internacional de drogas.

De acordo com o delegado Rinaldo Ivanike, o homem foi preso pela polícia em sua residência com 60 gramas de cocaína prontas para venda. Além disso, confessou na delegacia a sua participação no esquema do tráfico. “Sabemos que ele atuava em uma quadrilha que comercializava maconha e cocaína que vinham diretamente da Bolívia. Agora estamos atrás dos dois administradores do negócio”, disse.

A “gerente do tráfico”, segundo o delegado, seria Daniele Lima, 33, que está foragida. “Ela teria acesso a todos os entorpecentes e realizaria a redistribuição das drogas para traficantes de Curitiba, Região Metropolitana e até interior do Estado”.

Esquema de agiotagem

Enquanto gerenciava a venda das drogas, Rinaldo explica que Daniele também auxiliava José Luis Penna, 37, em um esquema de agiotagem realizado por colombianos, que vem sendo investigado pelo 10° Distrito Policial desde o início de 2016. “José é quem coordena toda a ação criminosa, enquanto Daniele arruma os clientes para agiotagem, chegando a fazer até a cobrança das vítimas”, diz Ivanike, informando que ambos permanecem foragidos.

Como resultado dessa investigação já foram presas seis pessoas e efetuados diversos mandados de busca e apreensão. “Inclusive, em um desses mandados nós chegamos até a Daniele, apreendemos seu celular e tivemos acesso a centenas de mensagens trocadas com o suspeito preso hoje. No conteúdo das conversas estava tráfico de drogas e armas”,

Investigação continua

Durante a operação também foram cumpridos outros dois mandados de prisão e de busca e apreensão domiciliar. A ação aconteceu nos bairros Centro, Cajuru e no município de Fazenda Rio Grande, Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

No entanto, as investigações seguem com o intuito da localizar os outros envolvidos na associação criminosa. Para isso, denúncias a respeito da localização de Daniele Lima podem ser feitas pelo telefone (41) 3386-8350. O sigilo é absoluto.

Fonte: http://www.tribunapr.com.br

Força Tática da PM avança na Cracolândia, em SP; fotógrafos ficam feridos

Policiais dispararam bombas de efeito moral e os usuários revidaram com pedras e objetos.

reporter baleadoPoliciais militares da Força Tática entraram em confronto com usuários de drogas na Cracolândia, região central de São Paulo, no início da tarde desta quinta-feira (23). Segundo a corporação, a confusão começou quando dois suspeitos foram abordados. Durante a ação da polícia, dois fotógrafos que faziam a cobertura da ação da PM foram baleados.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública afirma que "cerca de 300 pessoas se aglomeraram e começaram a atear fogo em lixo, arremessar pedras e outros objetos contra a PM".

Segundo o SPTV, os policiais perfilados com escudos jogaram bombas de gás e dispararam balas de borracha nos usuários de droga, que revidaram com pedras e outros objetos. Eles também atearam fogo a cones, cadeiras e entulho que formavam uma barricada no meio da Rua Helvétia.

Guardas-civis que também participam da ação apagaram o fogo da barricada enquanto os usuários seguiam jogando pedras.A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) divulgou nota na qual diz repudiar a agressão aos profissionais de imprensa feridos. "Mais uma vez, é inaceitável que o trabalho da imprensa esteja tão vulnerável aos ataques de agentes públicos que deveriam zelar pela segurança da população", afirma a entidade na nota.

Por volta de 14h, um grupo de policiais que estava numa esquina fazendo contenção recuou, e houve bate-boca entre eles e frequentadores da Cracolândia. Foram feitos, então, novos disparos de bombas de efeito moral e de balas de borracha.

A secretária municipal de Desenvolvimento Social, Soninha Francine, publicou no microblog Twitter mensagem no qual critica a ação da polícia. "Inadmissível a Policia tacar bombas dentro da Tenda Helvetia. Seja qual for o fato que motivou a entrada da PM, a ação em si foi absurda", tuitou Soninha.

Às 15h, com a situação mais tranquila, moradores da região e policiais conversaram entre si e os PMs ficaram na esquina da Helvétia com a Rio Branco.

Fonte: http://g1.globo.com

Chefe de quadrilha embarcou com mala de dinheiro em Londrina

chefe de quadrilhaPF adiou flagrantes para não comprometer as investigações contra o tráfico.
Justiça Federal condenou 17 pessoas que foram presas na Operação Ferrari.

Trechos da investigação da Polícia Federal que resultou na condenação de uma quadrilha de tráfico internacional de drogas que tinha sede em Londrina, no norte do Paraná, foram transcritos na sentença que condenou o grupo. Os detalhes foram obtidos com exclusividade pela RPC. A condenação foi o desfecho da Operação Ferrari, realizada em 2015.

Na sentença, o juiz federal substituto Alessandro Rafael Bertollo de Alexandre, da 14ª Vara Federal de Curitiba, aponta que durante o período de investigações um dos chefes da quadrilha desembarcou no aeroporto de Londrina em 2014 com uma mala carregada com dinheiro. Semanas depois, outra mala, com R$ 500 mil, passou pelo aeroporto de Campinas, no interior de São Paulo.

Fotos mostram a movimentação do grupo após deixar os aviões. Em um dos registros, em Londrina, o raio-x acusou um carregamento de notas e moedas.

O vai e vem foi monitorado por meses pela Polícia Federal, que adiou alguns flagrantes para não comprometer as investigações. Somente em meados de 2015, com as apurações concluídas, ocorreram as prisões.

A Operação Ferrari identificou uma rota que trazia cocaína da Bolívia e Peru. O negócio rendeu mais de R$ 80 milhões. Conforme a Polícia Federal, o dinheiro foi investido em empresas, imóveis de alto padrão e veículos de luxo.

Sentença
A sentença, publicada na sexta-feira (3), determina que boa parte dos bens da quadrilha seja leiloada e o dinheiro arrecadado seja destinado a órgãos públicos. A lista inclui mais de 80 veículos, inclusive importados. Há casos também de caminhões que já foram repassados aos bombeiros e um helicóptero que foi doado à polícia.

Entre os bens recuperados também estão 25 imóveis. São casas, apartamentos e empresas – inclusive, o posto de combustíveis de Cambé, que está desativado. Alguns imóveis poderão ser usados por órgãos públicos e parte do dinheiro daqueles que forem vendidos será investido em novas operações policiais. A outra parte vai para os cofres do Governo Federal.

A maioria dos acusados não conseguiu liberdade provisória durante as investigações e deve continuar na prisão.

Três dos acusados receberam as maiores condenações. Para cada um deles também foi fixada multa de quase R$ 2 milhões. Entre eles está o empresário Manoel Fernandes da Silva, dono de um posto de combustíveis na BR-369 em Cambé, também no norte do Paraná, apontado como chefe da quadrilha. No total, a Justiça condenou 17 pessoas.

A RPC entrou em contato com a defesa de um dos presos apontados como chefe do esquema, o empresário Manoel Fernandes da Silva. O advogado dele, Rômulo Augusto Fernandes Martins, informou que vai recorrer das penas aplicadas. O Ministério Público Federal ainda será intimado da decisão e só depois vai decidir se entra com recursos pedindo punições maiores para os acusados.

Investigações
A Polícia Federal montou um organograma com o papel dos traficantes: havia setores responsáveis por transporte, revenda e pagamento da droga.

Muitas negociações eram feitas por redes sociais em celulares. Para despistar, drogas eram chamadas por outros nomes, como 'chocolate'.

A quadrilha tinha como base o norte do Paraná, mas distribuía cocaína em vários estados do país. A investigação apontou que até organizações criminosas do Rio de Janeiro e São Paulo eram atendidas pelo esquema.

Denúncia
Em 18 de junho, o Ministério Público Federal (MPF) denunciou 24 pessoas por crimes de tráfico internacional de drogas, organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e destruição de documentos.

Segundo os procuradores, o grupo criminoso era liderado por quatro pessoas, sendo que três delas viviam em Londrina e uma em Hortolândia, no interior de São Paulo. Ainda conforme a promotoria, a organização traficava drogas há pelo menos 10 anos.

A Polícia Federal investigou o grupo por 14 meses. Nesse período, os policiais descobriram que o núcleo fornecedor da quadrilha era de Mundo Novo (MS), a coordenação ficava em Londrina e em Hortolândia, e os revendedores em Salvador (BA) e no interior de São Paulo. De acordo com a polícia, o patrimônio da quadrilha ultrapassava os R$ 40 milhões.

Conforme a denúncia, a organização importava pasta de cocaína do Peru e Bolívia e levava a droga até laboratórios de São Paulo e Bahia. No laboratório, a pasta base era transformada em cloridrato de cocaína e só depois disso era vendida.

Os líderes do grupo transportavam o dinheiro em espécie e o liquidavam por meio de empresas de fachadas. O MPF ainda detalha que a quadrilha subornava policiais do estado de São Paulo e destruia documentos e objetos que pudessem estar relacionados aos crimes.

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