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Preso no Alemão um dos maiores fornecedores de armas e drogas do Rio

fornecedordearmasPoliciais da 45​ª DP (Complexo do Alemão) e do setor de inteligência do 16º BPM (Olaria) prenderam, na manhã desta segunda-feira, José Carlos da Silva Passos, conhecido como Zé Maria, de 31 anos, apontado como o um dos maiores fornecedores de drogas, armas e munições do Rio.

De acordo com a Polícia Civil, Zé Maria atuava em diversas comunidades, como o Complexo do Alemão, a Cidade de Deus, o Morro da Coréia, o Morro da Serrinha e o Morro do Dezoito. Segundo o delegado titular, Fábio Asty, ele não era ligado a nenhuma facção criminosa.

- Ele fornecia drogas e armas para qualquer comunidade em que tivesse entrada. Isso é bem inusitado. Normalmente, esses "matutos" são fiéis a uma facção - explica o delegado.

Outro diferencial de Zé Marina, segundo Asty, é que ele era o único que fornecia munição de fuzil AK-47 para traficantes do Rio. O delegado não informou quanto o fornecedor arrecadava por mês. De acordo com o titular, a próxima fase da operação buscará identificar a origem das drogas e das armas fornecidas.

O fornecedor do tráfico estava a caminho da padaria, no local conhecido como Grota, na Rua Joaquim de Queiroz, no Complexo do Alemão, quando foi surpreendido pelos policiais. Zé Maria morava na comunidade com a esposa e com dois filhos pequenos. De acordo com o delegado, ele comprava e vendia veículos para "ofuscar" as atividades criminosas.

Contra José Carlos da Silva Passos havia um mandado de prisão por associação ao tráfico de drogas obtido em investigação da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e de Inquéritos Especiais (Draco). Zé Maria será encaminhado ao Complexo Penitenciário de Bangu, na Zona Oeste do Rio.​

Leia mais:http://extra.globo.com/casos-de-policia/preso-no-alemao-um-dos-maiores-fornecedores-de-armas-drogas-do-rio-20552133.html#ixzz4RjmZDlsL

Facções rivais se unem para controlar mercado de drogas na fronteira

Segundo estudo do Ministério Público, a maior atuação é do PCC

faccoes1O interesse no controle do tráfico de drogas na fronteira do Brasil com Paraguai é tão acentuado que facções criminosas brasileiras, historicamente rivais, têm se unido para impedir o surgimento de novas lideranças na localidade. Essa constatação é decorrente de investigações feitas pelo Ministério Público Estadual (MPE) e pode ser comprovada recentemente com a morte do narcotraficante Jorge Rafaat Toumani.

Conforme o promotor de Justiça João Linhares Júnior, titular da 4ª Promotoria de Dourados, não é de hoje que integrantes de organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC), Comando Vermelho (CV) e “Amigos dos Amigos” (ADA) têm interesse em comandar a criminalidade naquela região.

O nome e a extensão da atuação destas facções em Mato Grosso do Sul ficou mais evidente em 2009, pouco tempo depois da "Operação Conexão 163" realizada pela Polícia Federal e MPE, quando onze pessoas foram presas e confirmaram que pertenciam a estas organizações.

“Isso gerou um alerta de que o nível de atuação das facções e de instabilidade na fronteira seria elevado consideravelmente nos anos seguintes”, comentou Linares, pontuando que, só em Dourados, são 730 integrantes do PCC cumprindo pena.

Esta facção, em especial, têm sido apontada como a mais atuante nesse processo de tentativa de controlar o tráfico no Paraguai.

Durante entrevista anterior ao Portal Correio do Estado, o juiz federal Odilon de Oliveira, da 3ª Vara Federal de Campo Grande, pontuou que “o PCC não quer ver ninguém do Paraguai [atuando na fronteira com passagem por Mato Grosso do Sul] porque é terreno fértil para eles, tanto de drogas quanto de armas”.

Ele pontuou ainda que o “Governo Federal tem que tomar uma atitude porque a luta contra o tráfico de drogas é interesse comum. Tem que conversar com o Paraguai, criar políticas sociais na fronteira”,  disse.

A opinião é compartilhada pelo promotor que alerta para a necessidade de União, Estado e Município se unirem para criar uma política de segurança pública para a fronteira com gestão integrada, estrutura de inteligência, troca de informações interagências, além de trabalho de prevenção e investigação eficientes. “Não dá para ganhar a fórmula 1, correndo com um fusquinha”, declara Linares.

O promotor cita ainda a implantação do Sistema de Monitoramento da Fronteira (SISFRON) como esperança no combate ao crime organizado.

CLIMA DE GUERRA

Desde a morte do líder do tráfico, Jorge Rafaat Toumani , é tenso o clima na região da fronteira brasileira com o Paraguai - maior produtor da maconha. Na mesma semana da execução de Rafaat, comércios dele foram incendiados, tiroteio tomou conta da região e três pessoas foram assassinadas.

Rafaat é rival do PCC e foi morto em emboscada na noite de 15 de junho em Pedro Juan Cabalero, na fronteira com Ponta Porã. Ele morreu depois de ter o carro atingido por mais de 200 tiros de metralhadora calibre .50.

Fonte: http://www.correiodoestado.com.br

Agentes Penitenciários apreendem droga com visitante na Penitenciária de Álvaro de Carvalho

drogaapreendidaServidoras da penitenciária “Valentim Alves da Silva” de Álvaro de Carvalho descobriram uma visitante tentando entrar na unidade prisional com maconha, na manhã deste sábado, dia 19, após uma denúncia anônima. Moradora de Barretos, a mulher confessou que levaria o invólucro com maconha para o seu amásio e foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico de entorpecentes.

De acordo com as informações do diretor técnico da penitenciária, Leonardo Facholi Zambrini, após denúncia anônima, as servidoras perceberam que a visitante M.C.D., 19, amásia do sentenciado M.S.B., condenado por tráfico de entorpecentes, se apresentou no setor de portaria, demonstrando ansiedade e nervosismo, sendo que durante a revista, confessou que possuía maconha introduzida em sua vagina.

Após a revelação dos fatos, a visitante retirou espontaneamente de sua genitália, o invólucro plástico contendo a maconha, comprovando o que havia relatado. A droga pesava 62 gramas e foi apreendida. A mulher foi autuada em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e encaminhada para unidade prisional em Pirajuí. Se for condenada, ela pode pegar pena que varia de cinco a 15 anos de prisão em regime fechado

ALCYR NETTO

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Guerra do tráfico faz novas vítimas na fronteira com o Paraguai

guerradotraficoA guerra pelo controle do tráfico de drogas e armas na fronteira entre o Brasil e o Paraguai fez novas vítimas nos últimos dias na região de Ponta Porã, Mato Grosso do Sul. Ao menos 25 pessoas foram executadas na região nos últimos cinco meses - 11 apenas este mês. Outras vítimas sobreviveram aos ataques, geralmente praticados por pistoleiros em motos, armados com pistolas automáticas. A polícia diz que algumas mortes podem ser em represália às operações contra o tráfico, mas investiga também possível ação de milícias com envolvimento de policiais.

Nesta sexta-feira, 18, um empresário brasileiro foi atingido por quatro tiros disparados por pistoleiros, em Pedro Juan Caballero, no lado paraguaio da fronteira, mas sobreviveu. Erasmo Airton Anesi, de 46 anos, foi atacado por dois homens de moto quando chegava à sua empresa de produtos agrícolas na rua mais movimentada da cidade. Após o atentado, os atiradores passaram a fronteira e se refugiaram em Ponta Porã. Anesi foi levado para um hospital particular, passou por cirurgia e permanecia internado em estado grave. Policiais brasileiros e paraguaios buscam os suspeitos. A causa do ataque ainda é investigada.

Na quarta-feira, 16, dois homens de nacionalidade paraguaia foram executados na cidade de Capitán Bado, próxima da brasileira Coronel Sapucaia. Eles estavam numa lanchonete quando dois pistoleiros encapuzados entraram atirando. As vítimas, Anibal Acosta Roa, de 23 anos, e Hugo Saul Rodriguez Martinez, de 28, foram alvejadas por vários tiros e morreram na hora. A polícia brasileira, que colabora com a investigação do crime, informou que o alvo era Anibal, suspeito de ligação com narcotraficantes. Martinez era agrônomo em Pedro Juan Caballero e, segundo a polícia, foi atingido apenas porque estava na linha de fogo dos atiradores.

A fronteira vive uma guerra entre narcotraficantes desde junho deste ano, quando o homem considerado chefe do crime organizado na região, Jorge Rafaat Toumani, de 56 anos, foi executado a tiros de metralhadora antiaérea. Organizações criminosas locais tentam impedir que a facção brasileira Primeiro Comando da Capital (PCC), que estaria por trás da morte de Toumani, assuma o controle da distribuição de drogas e armas na região.

Na quinta, 17, uma mulher identificada como Margarita Beatriz Villalba, de 56 anos, foi executada com vários tiros de pistola 9 mm na linha de fronteira entre Capitão Bado e Coronel Sapucaia. A paraguaia era suspeita de passar informações a policiais. Em Pedro Juan, o paraguaio Wilson Eduardo Velazque, de 22 anos, suspeito de ligação com o tráfico, recebeu vários tiros em frente à sua residência, mas sobreviveu.

Ainda na quinta, agentes da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) do Paraguai apreenderam um arsenal em Pedro Juan, quando faziam buscas por entorpecentes. Numa casa, foram encontradas dez armas entre fuzis automáticos e pistolas, além de munição, drogas e 20 telefones celulares. Um suspeito foi preso. No dia anterior, policiais brasileiros interceptaram uma carreta na saída de Ponta Porã com 150 quilos de cocaína e dois fuzis calibres 556 e 265, além de munição. A carga seria levada para Santos, no litoral paulista.

Fonte: http://massanews.com

Caminhão do Paraná levava 5t de maconha em carga de frango congelado

frangocongeladoCinco toneladas de maconha, escondidas em meio a uma carga de frangos congelados, foram apreendidas na noite de sábado (5), em Assis, interior de São Paulo. O caminhão com baú frigorificado que levava a droga foi parado numa fiscalização da Polícia Militar Rodoviária, no km 445 da rodovia Raposo Tavares (SP-270). Numa caixa, também no meio dos frangos, os policiais encontraram ainda um fuzil e dez pistolas, além de carregadores e munição.

O veículo havia saído de Cianorte, no Paraná, e seguia para Cariacica, no Espírito Santo. A droga seria distribuída na região de Vitória, capital do Estado, e no Rio de Janeiro. Os policiais apuraram que a maconha era procedente do Paraguai.

O policiamento rodoviário havia sido informado sobre a carga pela Polícia Civil de Maringá (PR). O motorista e o passageiro foram presos e levados à delegacia de Polícia Federal. Depois de autuados em flagrante por tráfico internacional de entorpecentes e porte ilegal de arma, eles foram levados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Marília.

Fonte: http://www.bonde.com.br/

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