jornalista1

Mulher é presa com cocaína nas partes íntimas em Irati

PM apreendeu mais de 200 gramas de cocaína com suspeitas de tráfico; em outra ocorrência, mulher escondia crack entre os seios

drogassA Polícia Militar de Irati prendeu duas mulheres acusadas de tráfico de drogas na cidade nesta sexta-feira (13). Em uma das situações, a suspeita foi flagrada com mais de 200 gramas de cocaína nas partes íntimas. No outro caso, suspeita foi flagrada com crack escondido entre os seios. As duas foram levadas para a delegacia da Polícia Civil e foram autuadas em flagrante.

Na primeira ocorrência, registrada durante a madrugada de sexta, a jovem de 22 anos estava dentro de ônibus que fazia a linha Guaíra – Curitiba. A PM recebeu denúncias anônimas e abordaram o ônibus quando passava pelo posto da Polícia Rodoviária Federal na BR-277, por volta das 4h30.

Não havia nada de suspeito na bagagem da mulher, mas em revista íntima, foram encontradas duas embalagens nas partes íntimas da mulher. No total, ela escondia 208 gramas de cocaína e confessou que levaria a droga para Curitiba. Ela já tinha passagens por tráfico de drogas.

Na outra situação, por volta das 19h30, uma nove denúncia levou os policiais até a BR-277 para aguardar a passagens de um ônibus vindo de Rebouças. Cerca de 40 minutos depois, o veículo foi abordado pela PM e pela PRF. Uma jovem de 18 anos foi revistada por uma policial feminina e, entre os seios da suspeita, foram encontrados 130 gramas de crack.

Nas duas situações, as mulheres foram presas em flagrante por tráfico de drogas e levadas até a delegacia da Polícia Civil.

Fonte: http://arede.info

País lança tratamento inusitado para viciados em heroína

tratamentoDentro de uma tenda ricamente decorada com tapetes de oração e tapeçarias de feltro, um jovem se prepara para um ritual que está fazendo sucesso aqui como uma solução para um problema global, mas que é fundamentado nas tradições locais.

“Pedra”, diz o jovem, “admito que sou um viciado em drogas.” No carpete em frente dele está o objeto com o qual estava falando, uma pedra de rio arredondada, verde e manchada, do tamanho de uma baguete.

Um psicólogo está sentado perto, incentivando o viciado – um advogado que pediu que apenas que seu primeiro nome, Arman, se tornasse público – a seguir em frente. A atmosfera estava sombria.

“Pedra, eu te dou minha raiva e minha agressividade. Te dou todas as minhas características negativas que aparecem quando fumo ópio”, disse Arman.

Um número surpreendente de pessoas fala com pedras aqui em Bishkek, a capital da nação da Ásia Central do Quirguistão, que fica na passagem de rotas de tráfico da heroína vinda do Afeganistão para a Rússia e para a Europa. As pedras se tornaram um elemento integral em um método de tratamento para o vício da droga chamado de litoterapia.

No Centro Médico Nazaraliev, uma clínica pioneira nessa abordagem, viciados com tiques nervosos e tatuados andam de pijamas carregando suas pedras para e das sessões de terapia.

Saúde pública

Apesar de, à primeira vista, parecer coisa de desenho animado – talvez um reminiscente do mascote de pedra que se tornou moda nos anos 1970 – tratar o vício em heroína aqui e em todos os países da ex-união soviética tornou-se uma urgência de vida ou morte por causa do aumento no número de pacientes.

Os médicos do centro descobriram que os homens pertencentes à cultura muçulmana e conservadora da Ásia Central não gostam de admitir o próprio vício em uma terapia de grupo, uma maneira comum de ajudar os pacientes a começar a se recuperar da dependência. Mas perceberam que se abrem bem para pedras.

O Centro Médico Nazaraliev, que trata pacientes, na maioria homens da Ásia Central, Rússia e países Árabes, começou a usar o método das pedras faz uma década, exatamente quando a heroína passou a vir em grandes quantidades do Afeganistão.

Com medo de que a destruição dos campos de ópio fosse alienar os fazendeiros afegãos e fazer com que se interessassem pelo talibã, as forças armadas americanas adotaram uma política de tolerar o cultivo. Assim, o negócio de plantar papoulas cresceu em todos os sentidos.

No ano passado, de acordo com o relatório anual de drogas das Nações Unidas, o cultivo de ópio alcançou maior nível em todo o mundo desde 1930, e cerca de 85 por cento desse total cresce no Afeganistão, a algumas centenas de quilômetros ao sul daqui.

Em Bishkek, a heroína se tornou tão acessível que “é como comprar gergelim”, conta Georgy Kavtaradze, ex-usuário que hoje tem um programa de extensão para viciados.

À medida que o fluxo da droga cresce, o Centro Médico Nazaraliev refina sua terapia com pedras.

“Nem todo mundo é capaz de admitir seu vício publicamente. Ao invés disso, eles admitem para um pedra. O paciente tem uma conversa íntima com a pedra”, explica o psicólogo Azamat Usupov.

A clínica afirma que a terapia é eficaz: mais de 80% de seus pacientes se mantiveram livres das drogas depois de um ano de tratamento, um bom resultado para usuários de heroína. Em entrevistas, os viciados dizem que no princípio eram céticos, mas acabaram gostando dessa maneira de lidar com seu problema.

Resultados

Yerzhan Amalbayev, de 47 anos, um autodenominado traficante de heroína que trabalha em uma estrada no Cazaquistão, conta que já passou pelo programa duas vezes. Depois da ocupação americana do Afeganistão em 2001, explica, a pureza da heroína aumentou, os preços do ópio caíram, e ele começou a usar a droga de modo mais pesado. A heroína de melhor qualidade ficou conhecida na Ásia Central como Lágrimas de Alá.

Aleksandr, cozinheiro de navio de Vladivostok,wno extremo oriente da Rússia, diz que começou a usar heroína em 2005, quando “ela estava em uma esquina qualquer “, e a dose custava o equivalente a oito dólares. A heroína se tornou mais abundante, diz, mas ele não culpa as políticas dos Estados Unidos no Afeganistão. “Eu digo: ‘Pedra, não podemos culpar ninguém. Só posso culpar a mim mesmo’.”

Após sua conversa inicial com a pedra, os viciados são encorajados a falar sobre seus problemas em três ou quatro sessões e depois fazer uma peregrinação com sua pedra ou meditar em uma tenda.

À medida que o programa se desenvolve, os médicos incluem lendas locais, que acreditam funcionar como os arquétipos junguianos, para ajudar os pacientes a formar narrativas de luta e vitória sobre o vício.

No final de um mês de tratamento, os viciados sobem uma colina gramada na periferia de Bishkek e jogam suas pedras em uma crescente pilha de rochas que se acumula ali, um folclórico local de peregrinação islâmico chamado Tashtar-Ata, ou o pai das pedras.

Cerca de cinco mil viciados jogaram suas pedras nesse local na última década, de acordo com a clínica, formando uma pilha que representa milhares de histórias de dor e luta contra o vício. No entanto, nem todas as pedras foram atiradas ali pelos pacientes. Moradores locais com problemas que nada têm a ver com narcóticos também recorrem ao local.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/

Polícia Federal encontra 1,8 tonelada de maconha escondida em mata

drogasnamataA Polícia Federal apreendeu 1.852 kg de maconha na madrugada desta terça-feira (1º). O entorpecente estava escondido em uma mata na Vila Bananal, nas proximidades do Lago de Itaipu, em Foz do Iguaçu (Oeste).

Os agentes realizavam diligências no Lago de Itaipu, patrulhando os portos clandestinos na região da Vila Bananal. Por volta das 3h, identificaram dois veículos se aproximando de um porto com as luzes apagadas. Ao tentarem realizar a abordagem, os indivíduos empreenderam fuga na mata, abandonando os veículos, que possuíam comunicação via rádio.

Na sequência, os policiais federais realizaram buscas pela região, localizando vários tabletes de maconha escondidos em dois locais distintos em meio à mata ciliar. A droga e os veículos foram apreendidos e encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Foz do Iguaçu.

Fonte: bonde.com.br

 

Polícia investiga apreensão de droga de ‘cinema’ em Carambeí

Quatro pessoas foram presas com metanfetamina e dinamite na cidade. Presença da droga intrigou autoridades que seguem investigando o caso

droga de cinemaA Polícia Civil de Carambeí, cidade na região dos Campos Gerais, segue investigando o comércio de metanfetamina na cidade. A droga foi apreendida ontem (27) durante uma operação da Polícia Militar na cidade - além da metanfetamina, uma ‘banana’ e um cordão de dinamite também foram apreendidos durante a operação.

Durante a operação foram detidas quatro pessoas, sendo duas adolescentes. Segundo a polícia, o grupo era responsável pela venda de drogas na região do Boqueirão e Iraque. “Eles também são suspeitos pelos assaltos cometidos no bairro”, comentou o comandante do Destacamento Militar, sargento Portes.

Metanfetamina nunca havia sido apreendida na cidade

Mundialmente conhecida após a série de TV chamada Breaking Bad, essa foi a primeira vez que a Polícia Civil teve conhecimento da comercialização e consumo de metanfetamina em Carambeí. A droga é muito utilizada nos Estados Unidos e é uma espécie de estimulante do sistema nervoso central (SNC), muito potente e altamente viciante, cujos efeitos se manifestam no sistema nervoso central e periférico.

“Nunca tivemos notícia dessa droga aqui. Os presos não revelaram nada durante os depoimentos e se reservaram ao direito de falar apenas em juízo”, explicou Marcus Sebastião (foto), delegado responsável pelas investigações.

Dinamite também preocupa autoridades

Além da metanfetamina, a apreensão de dinamite também preocupa Marcus. O delegado investiga o local de origem do material e o possível uso que a dinamite teria nas mãos dos suspeitos presos. “Nós entregamos o material apreendido ao Bope (Batalhão de Operações Especiais do Paraná) para que uma análise seja feita”, comentou o delegado.

Fonte: arede.info

PF desarticula esquema milionário de tráfico drogas

A análise minuciosa de documentos de dados fiscais e bancários, possibilitou descobrir um complexo esquema de lavagem de dinheiro

op.ferrari1A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (15/06) a Operação Ferrari para desarticular cinco núcleos de organização criminosa que tinha como finalidade o tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro em cinco estados da Federação.

A operação contou com a participação de 300 policiais federais e 28 servidores da Receita Federal do Brasil, que deram cumprimento a 49 mandados judiciais, sendo 20 mandados de prisão preventiva, 22 mandados de busca e apreensão e sete mandados de condução coercitiva, em 15 cidades dos seguintes Estados: Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Bahia e Sergipe.

De acordo com as informações fornecidas pela Receita Federal do Brasil, que participou em conjunto com a PF, a análise minuciosa de documentos de dados fiscais e bancários, possibilitou descobrir um complexo esquema de lavagem de dinheiro. Até o presente momento da investigação o patrimônio avaliado da organização criminosa ultrapassa os 40 milhões de reais.

O nome da operação é em alusão ao estilo de vida luxuoso que os criminosos mantinham possuindo casas em condomínios horizontais de alto padrão na cidade de Londrina/PR, empresas para lavagem de dinheiro, automóveis importados e embarcações de luxo, tudo fruto do tráfico internacional de drogas, além de ser o nome de um dos estabelecimentos empresariais mantidos pela organização criminosa.

São cumpridos também o sequestro de 20 imóveis, bloqueio de numerários em 30 contas correntes e apreensão de mais de 100 veículos adquiridos por meio de práticas criminosas.

Todos os presos serão conduzidos à cidade de Curitiba-PR.

Informações da assessoria de imprensa

Fonte: http://arede.info/

Mais artigos...

vetenuo

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

Impakto nas Redes Sociais

                                   

www.impactocarcerario.com.brblogimpakto  acervo         jornalismoinvestigativo   procurados

Desenvolvido por: ClauBarros Web