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Perseguição policial de SP ao RJ termina com apreensão de quase 1t de droga e cinco fuzis

Policiais perseguiram veículo suspeito por cerca de 50 km. Pequenos acidentes ocorreram durante o trajeto, mas ninguém se feriu e criminosos conseguiram fugir do cerco.

np1701Cerca de uma tonelada de drogas, além de cinco fuzis e farta munição foram apreendidos depois de uma perseguição policial cinematográfica. Policiais rodoviários federais perseguiram um veículo suspeito desde o interior paulista até o Sul fluminense. Os criminosos conseguiram fugir depois de abandonarem o carro com o material ilegal. 

De acordo com a PRF, no começo da noite desta quinta-feira (11), durante uma operação de combate ao crime na Via Dutra na região de Lavrinhas, em São Paulo, foi dada ordem de parada a um veículo Fiat/Toro de cor preta, com placas de Mendonça/SP. O condutor desobedeceu a ordem dos agentes e seguiu em alta velocidade pela Via Dutra em direção ao Rio. 

Foram 48 quilômetros de intensa perseguição policial. Ao longo do trajeto, segundo a PRF, o veículo em fuga provocou pequenos acidentes, colidindo contra veículos de passeio e até mesmo um caminhão que transitavam pela rodovia. 

Na altura de Resende, já no estado fluminense, a viatura da PRF teve três pneus furados ao passar sobre detritos que estavam na pista. A PRF não sabe se o dano foi provocado por objetos lançados propositalmente pelos criminosos em fuga. 

Com os pneus furados, a viatura não pode mais continuar no encalço dos criminosos. Todavia, logo após abortarem a missão os policiais foram informados que o carro em fuga havia sido abandonado poucos metros à frente. Os agentes seguiram a pé até o veículo abandonado, onde já havia uma equipe da Polícia Militar, que compareceu ao local após receber informações através do rádio da viatura. No veículo foram encontradas a droga e as armas. Os ocupantes haviam fugidos do local a pé. 

Segundo a PRF, toda a caçamba e o banco traseiro do veículo estavam ocupados com maconha e armas de grosso calibre. A droga apreendida pesou 923 kg. As cinco armas eram um fuzil HK, calibre 5,56 mm, três fuzis G3, calibre 7,62 mm, e um fuzil FAL, calibre 7,62 mm. Também foram apreendidos 100 cartuchos calibre .380 e outros 50 cartuchos calibre .44. 

As drogas, armas e o veículo apreendidos foram levados para a 89ª DP (Resende). 

A PRF destacou que nenhum policial ficou ferido e que não havia relato de vítimas entre os envolvidos em acidentes causados pelo veículo em fuga. 

 

Fonte: G1

 

 

Diretor de hospital é agredido e ameaçado por agente penitenciário e familiares em Três Corações, MG

Câmera de segurança registrou ação na tarde desta quarta-feira (27); grupo tentava visitar sobrinho internado.

np0301O diretor administrativo do Hospital São Sebastião, em Três Corações (MG), foi agredido por três homens na tarde desta quarta-feira (27). A ação foi registrada por câmeras de segurança do local. Segundo a Polícia Militar, um dos agressores, que estava armado, era um agente penitenciário. 

Nas imagens, é possível ver quando o agente saca uma arma e aponta em direção ao diretor Arnaldo Afonso Monteiro. Segundo a vítima, eles discutiam sobre a visita a um familiar do agente. 

“Ele pediu se podia. Eu peguei e liguei para o profissional médico que é o responsável pela nossa UTI por volta de 13h20, 13h30 mais ou menos, e desci para falar para o doutor, para o médico, que estava liberado, que estava tudo ok. Hora que eu abri a porta, que ele sentou, ele já veio me agredir, não me deixou falar. Com palavras horríveis, denegrindo a imagem, dizendo que iria levar o hospital para o Ministério Público”, afirma o diretor. 

Outros dois homens, que são irmãos do agente, passam a agredir o diretor com socos e chutes, enquanto o agente penitenciário segura a porta e impede a entrada de outras pessoas. Em seguida, o grupo que estava do lado de fora força a porta e consegue entrar, interrompendo a briga, mas a confusão ainda continuou na recepção do hospital. 

“A hora que ele sacou a arma, eu falei: ‘Ele vai me matar’. Eu não fiz nada para ele. O hospital São Sebastião prestou toda a assistência, deu todo apoio, e ele vir com essa covardia, os três?”, diz o Monteiro, que teve um dente quebrado na confusão. 

O diretor informou que já registrou um boletim de ocorrência sobre o caso. Segundo o documento, a arma usada pelo agente era uma pistola de calibre 380. De acordo com a Secretaria de Administração Prisional, ele tem permissão para andar armado, e um procedimento interno vai ser aberto para apurar os fatos. O sobrinho dos agressores morreu horas depois da confusão. 

“Nós vamos tomar todas as medidas possíveis. Nós não vamos deixar passar em branco, nós já acionamos o departamento jurídico nosso. Então foi uma agressão, agrediram dois funcionários, [sendo] um diretor, que é a secretária lá fora e o Arnaldo, que é funcionário há mais de 30 anos, 40 anos”, disse o diretor presidente do hospital, Ivandro Mikhail Auad. 

O agente foi levado para a delegacia, onde foi ouvido e liberado. A arma foi apreendida. 

Fonte: G1

“Rei do tráfico” no Brasil é preso no interior do Paraná

A prisão foi realizada pela equipe de investigação da 10ª Subdivisão Policial (SDP) de Londrina

reidotraficoUm homem, de 60 anos, conhecido como “Panelão”, suspeito de ser um dos maiores traficantes do país, foi preso na manhã de quarta-feira (20/12), no momento em que visitava sua filha, no bairro Parque Universitário. A prisão foi realizada pela equipe de investigação da 10ª Subdivisão Policial (SDP) de Londrina.

A equipe chegou até ele por meio de uma denúncia anonima, relatando que o homem estaria na cidade visitando as filhas. No momento da prisão, o homem estava com uma Range Rover, que possuía uma sirene policial, e se apresentou com um nome falso.

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Segundo informações policiais, o homem é suspeito de comandar uma enorme associação criminosa envolvida com o tráfico de drogas no país. O grupo seria responsável pela entrada de aproximadamente uma tonelada de cocaína por mês no Brasil, além de ter ligação direta com uma facção criminosa.

A quadrilha era responsável por abastecer o tráfico de drogas em diversas cidades do Paraná (PR), São Paulo (SP), Minais Gerais (MG) e Rio de Janeiro (RJ).

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“O suspeito estava foragida há aproximadamente cinco anos – desde quando conseguiu fugir de uma Colônia Penal Agrícola – e foi preso em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela Justiça de Tupã (SP), para onde será transferido”, informa o delegado-titular da 10ª SDP, Osmir Ferreira Neves Júnior.

Fonte: http://www.tribunapr.com.br

Operação do Gaeco cumpre mais de 200 mandados de prisão em MG, MT e PR

Entre os alvos estão delegados, escrivães e investigadores da Polícia Civil. Investigação é contra corrupção, associação criminosa, roubos, receptação entre outros crimes.

 

np1912O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Uberlândia deflagrou, nesta terça-feira (19), uma operação contra corrupção, associação criminosa, roubos, falsidade ideológica e outros crimes em Minas Gerais, Mato Grosso e Paraná. Conforme balanço parcial, 80 pessoas já foram presas, entre elas 39 policiais civis, sendo nove delegados. 

(Correção: esta reportagem errou ao informar que 57 policiais foram presos. Na verdade, há 57 mandados de prisão contra policiais mas, até as 12h24, quando a reportagem foi corrigida, 39 haviam sido detidos)

Segundo informações do Ministério Público Estadual (MPE), foram expedidos 200 mandados de prisão preventiva contra 136 pessoas (sendo que há investigados contra os quais foi expedido mais de um mandado de prisão preventiva). Entre os alvos estão delegados de Polícia Civil, chefes de departamento, escrivães, investigadores, empresários, advogados e traficantes. 

Segundo apuração da reportagem, entre os presos estão o delegado-chefe do 9º Departamento de Polícia Civil de Uberlândia, Hamilton Tadeu Lima; a delegada regional de Araguari, Mary Simone Reis; o ex chefe de departamento de Uberlândia, Samuel Barreto. E os delegados: Agenor Soares, André Corazza, Matheus Possancini, Paula Andressa, Vitor Dantas e Wesley Dutra. 

O G1 falou com alguns advogados após as prisões, que representam os delegados Hamilton Tadeu, Samuel Barreto, Marri Simone e Wesley Dutra. Eles informaram que só vão se pronunciar após terem acesso à denúncia. 

Também foi expedido um mandado de prisão contra o chefe do 10º Departamento de Patos de Minas Elber Barra Cordeiro, mas ele não foi encontrado e é considerado foragido. A lista oficial com os nomes de todos os envolvidos não foi divulgada pela Gaeco. 

Ainda foram expedidos 121 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é levada para depor). Durante a manhã foram apreendidos cerca de R$ 50 mil em dinheiro, arma, munições aparelhos celulares, talões de cheque, mídias, relógios, correntes de ouro, um drone e documentos. 

O cumprimento das ordens judiciais aconteceu em Uberlândia, Uberaba, Araguari, Patos de Minas, Patrocínio, Monte Alegre de Minas, Passos, Pouso Alegre, Araxá e Belo Horizonte. A ação também ocorreu em Cuiabá (MT) e Cascavel (PR). 

Por nota, a Corregedoria da Polícia Civil informou que acompanhou e apoia a investigação, ressaltando que não compactua com os desvios de conduta. Já o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Minas Gerais enviou uma nota de repúdio. (Veja as notas na íntegra abaixo)

 

Prisões

Os presos foram conduzidos para o 17º Batalhão da Polícia Militar (BPM), Bairro Santa Mônica, em Uberlândia. Durante a ação, a rua de acesso ao batalhão ficou interditada e liberada a passagem apenas para advogados e familiares dos envolvidos. 

O promotor de Justiça do Gaeco Daniel, Marotta Martinez, informou, durante a tarde, sobre a condução dos presos. A princípio, os advogados devem ir para uma cela específica no presídio Professor Jacy de Assis. Os policiais civis devem ser levados para a Casa de Custódia do Policial Civil em Belo Horizonte e os demais vão para o presídio de cada cidade onde os mandados foram cumpridos. 

A ação contou com o apoio da Polícia Militar (PM), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Receita Estadual. Participam da operação cinco promotores de Justiça, auditores da Receita Estadual, 500 policiais militares e 150 policiais rodoviários federais. Os prédios das delegacias regionais de Uberlândia e Araguari foram alvo de buscas que contaram com o apoio da Receita. 

 

Investigações 

A operação, que recebeu o nome de "Fênix", é um desdobramento de outras três operações distintas: Alibabá, Ouroboros e Efésios. 

A Operação Alibabá é decorrente da Operação "Zeus", deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais em setembro de 2015. As investigações levaram a duas denúncias pelos crimes de associação para o tráfico de drogas, tráfico ilícito de entorpecentes, associação criminosa, obstrução de Justiça, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, fraude processual, corrupção passiva e corrupção ativa. 

Já a "Ouroboros" corresponde à segunda fase da Operação "100 Anos de Perdão" que resultou no oferecimento de sete denúncias envolvendo roubo agravado - emprego de arma, concurso de pessoas e restrição da liberdade das vítimas -, organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, tráfico ilícito de entorpecentes, falsidade ideológica e porte e comércio ilegais de armas de fogo. 

A Operação "Efésios" decorreu de acordos de delação premiada firmados pelo Gaeco de Uberlândia. Ela contempla 19 denúncias de organização criminosa, associação criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico ilícito de entorpecentes, porte e posse ilegal de arma de fogo, falsidade Ideológica, estelionato, receptação qualificada, falso testemunho e prevaricação. 

 

Corregedoria se posicionou

"Sobre os fatos em Uberlândia, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que a Corregedoria-Geral de Polícia Civil participou e continua apoiando as investigações em curso. A PCMG lamenta o acontecido e ressalta que não compactua com desvios de conduta funcional, determinando que os envolvidos fossem exonerados dos seus cargos de confiança.

A Chefia de Polícia determinou, ainda, que o Órgão Corregedor da PCMG instaure Processos Administrativos para apuração dos fatos, respeitando sempre os princípios constitucionais vigentes."

Sobre possível remanejamento de servidores e mudanças estruturais nas delegacias no decorrer das investigações, o órgão não respondeu. 

 

Sindicato repudia ação 

Por email, o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Minas Gerais informou que repudia a forma como a ação foi feita, inclusive pelo fato de ser nas vésperas do recesso do fórum. A nota foi publicada também no site do sindicato

nota

Marcelo Piloto enviou mais de mil armas para favelas do Rio, afirma polícia

Primeira metralhadora .50, capaz de derrubar helicópteros, foi contrabandeada por ele, segundo investigação. Piloto foi preso nesta quarta-feira no Paraguai e Brasil tenta extradição.

np1412A polícia acredita que Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto, tenha enviado mais de mil armas para favelas do Rio. Ele foi preso nesta quarta-feira (13) acusado de ter abastecido de armas e drogas comunidades dominadas por uma das principais facções criminosas da cidade.

A primeira metralhadora .50 apreendida no Rio chegou à cidade por intermédio de Marcelo Piloto. A arma foi encontrada em 2015, no Complexo do Chapadão. Ele tinha contatos com traficantes internacionais na Colômbia, na Bolívia e no Paraguai. E mandava dezenas de carregamentos todos os meses para o Rio.

A polícia investiga a existência de outro armamento do mesmo calibre na Favela do Jacarezinho. E o responsável também seria Marcelo Piloto. No Rio o bandido controlou o tráfico de drogas em comunidades do Complexo de Manguinhos, na Zona Norte.

Além disso, segundo as investigações, Marcelo Piloto participou de ações violentas, como arrastões e ataques a Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Em 2012, ele ajudou a resgatar um preso na delegacia do Engenho Novo.

A ação foi resultado de um trabalho conjunto entre a Subsecretaria de Inteligência do Rio, a Polícia Federal brasileira no Paraguai, a agência anti-drogas paraguaia e a agência de combate às drogas dos Estados Unidos.

Marcelo piloto estava foragido havia 10 anos. Em 2007, a Justiça autorizou o traficante a entrar no Programa de Visitas Periódicas ao Lar. Ele foi para casa e não voltou para o presídio. Marcelo Piloto tem condenação por tráfico, roubo, homicídio e formação de quadrilha.

Os policiais afirmam que Marcelo Piloto vivia com conforto no Paraguai, mas não ostentava luxo para não chamar atenção. A casa dele tinha cerca elétrica e câmeras de monitoramento. Ele tinha documentos brasileiros e paraguaios falsos. Assumiu a identidade de Marcos Lopes Correia.

Passeio de lancha

No momento da prisão, o traficante estava ao lado de três mulheres. Uma delas, Rachel de Souza Moraes, também era foragida. Tinha mandado de prisão por tráfico de drogas.

Com elas, Marcelo Piloto se divertiu muito esta semana. Alugou uma lancha em Cidad Del Leste para fazer um passeio pelo Rio Paraná.

O traficante ainda não será trazido para o Rio. Primeiro, terá que acertar as contas com a Justiça paraguaia, já que na casa dele foram encontradas duas pistolas. A Secretaria de Segurança vai pedir a inclusão do nome dele na lista vermelha da Interpol, o que pode agilizar o processo de extradição do preso.

“É importante que ele venha para o Brasil e, se vier ao Rio de Janeiro, eu vou pedir imediatamente que ele cumpra pena em regime federal. Mas a gente precisa ter acesso a ele para algumas oitivas e até mesmo para cumprir outros mandados de prisão de crimes que ele possa estar sendo investigado e a gente cheque a autoria sendo dele. Então, é mais fácil cumprir esse outro mandado de prisão aqui no Brasil”, disse o secretário estadual de Segurança Pública, Roberto Sá. 

Fonte: G1

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