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PM apreende arma, crack, cocaína, munições e mais de R$ 11 mil em notas falsas em Pádua

Material estava dentro de um estepe de carro no bairro Mirante

 Policiais militares apreenderam mais de 40 papelotes de cocaína, várias pedras de crack, uma arma, várias munições, mais de R$ 11 mil em notas falsas e outros materiais no final da manhã desta quinta-feira (19/03) em Santo Antônio de Pádua, no Noroeste Fluminense. Segundo o 36º BPM, a apreensão aconteceu após o batalhão ter recebido denúncias de que havia uma grande quantidade de entorpecentes escondida no estepe de um carro que estava na Rua José Raimundo Lima, no bairro Mirante. Durante buscas os PMs encontraram o referido estepe em um beco. (continua após a publicidade)

Ao todo, os militares apreenderam 41 papelotes de cocaína, 40 pedras de crack, um revólver de calibre 22 com a numeração raspada, seis munições de mesmo calibre, doze cartuchos de calibre 12, um porta cartucho, uma balança de precisão, um caderno de anotações com a venda de drogas, R$ 393,00 em dinheiro e R$ 11.415,00 em notas falsas. Ninguém foi encontrado no local. O caso foi registrado na 136ª Delegacia Legal do município, onde todo o material ficou apreendido.

Fonte: SFNOTICIAS.COM.BR

Plano de milícia para matar promotor e delegado de MS é encontrado em papel higiênico de presídio federal

Trecho das supostas anotações da milícia do jogo do bicho com plano para matar promotor e delegado em MS — Foto: Reprodução/G1 MS Um suposto plano da milícia do jogo do bicho para matar um promotor de Justiça e um delegado que comandaram as investigações que desarticulou o grupo em Mato Grosso do Sul foi descoberto em um pedaço de papel higiênico em uma cela do presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

O papel foi encontrado por agentes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), entre as celas do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ocupadas pelos empresários Jamil Name e seu filho, Jamil Name filho. Eles são acusados de chefiarem a milícia do jogo do bicho em Mato Grosso do Sul.

O advogado Renê Siufi, que defende a família Name, disse que ainda não se inteirou sobre a nova investigação e que, por isso, não vai se pronunciar neste momento.

O papel com os supostos planos da milícia foi descoberto em fevereiro e a investigação do caso levou a segunda fase da Operação Omertà, nesta terça-feira (17), com o cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão em Campo Grande, Sidrolândia, Aquidauana, Rio Verde de Mato Grosso e Rio Negro, em Mato Grosso do Sul, além de João Pessoa, na Paraíba.

As supostas anotações da milícia contém várias informações sobre a operação Omertà e têm uma ordem clara, que está em um dos trechos aos quais o G1 teve acesso, matar o delegado titular da Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) e um promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Os dois tiveram um papel fundamental nas investigações que levaram a prisão da cúpula da suposta milícia em setembro de 2019.

Diz a anotação: “Recados para mandar matar xxxx xxxxxxx e xxxxxx e pegar também a família do xxxx”. Os nomes foram preservados pelo G1 para não colocar em risco os alvos da suposta milícia.

O papel higiênico ainda tinha “ordens” para que dois advogados, um com escritório em Mato Grosso do Sul e outro residente na Paraíba, fossem os responsáveis por comunicar pessoalmente a ordem dos atentados a dois integrantes do grupo, um homem e uma mulher.

Um outro trecho da suposta anotação da milícia teria uma determinação de um dos seus líderes. O homem identificado no papel como “Jamil” passa para que “Marcelo”, que seria Marcelo Rios, um dos gerentes da quadrilha, assuma todas as acusações, livrando ele e seu pai das denúncias. No texto, o autor ainda destaca que Marcelo terá todo o suporte necessário e ainda promete uma recompensa no valor de R$ 100 mil.

Diz a anotação: “Jamil passou para que Marcelo assumir tudo e tira ele e o pai desse B.O., que ele terá todo o suporte necessário que ele precisar e vai dar R$ 100 mil para ele”.

Durante o cumprimento dos mandados da segunda fase da Omertà, nesta terça, o Gaeco apreendeu arma no apartamento do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado e ex-deputado estadual, Jerson Domingos, em Campo Grande.

O Gaeco esteve no apartamento de Jerson Domingos, em um bairro de classe média alta, em cumprimento a um dos 18 mandados de busca de apreensão que integram as investigações para desarticular um plano para matar um delegado de Polícia Civil e um promotor de Justiça.

O caso foi considerado inicialmente como porte ilegal de arma de fogo e por causa disso, Jerson Domingos foi conduzido para a Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras).

O advogado Renê Siufi, que também defende Domingos disse que vai se inteirar melhor sobre a investigação para depois se pronunciar.

A primeira fase da operação Omertá foi deflagrada em setembro de 2019. A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul e o Gaeco prenderam empresários, policiais e, na época, guardas municipais, investigados por execuções no estado.

A suspeita é que o grupo tenham executado pelo menos três pessoas na capital sul-mato-grossense, desde junho de 2018. Outras mortes também estão sendo investigadas.

A última morte atribuída ao grupo é do estudante de Direito Matheus Coutinho Xavier, de 19 anos. Ele foi atingido por tiros de fuzil no dia 9 de abril, quando manobrava o carro do pai, na frente de casa, para pegar o dele e buscar o irmão mais novo na escola.

Pouco mais de um mês depois, no dia 19 de maio de 2019, policiais do Garras e do Batalhão de Choque da Polícia Militar (BpChoque) apreenderam um arsenal com um guarda municipal, em uma casa no Jardim Monte Libano. Foram apreendidos 18 fuzis de calibre 762 e 556, espingarda de calibre 12, carabina de calibre 22, além de 33 carregadores e quase 700 munições.

Segundo as investigações do Gaeco, esse arsenal pertencia ao grupo preso na operação Omertà. A força-tarefa investiga se as armas foram usadas em crimes de execução nos últimos meses.

Fonte: G1.GLOBO.COM

MP do Ceará pede prisão de prefeito afastado por abusar de pacientes

 O Ministério Público do Estado do Ceará (MP-CE) pediu à Justiça na noite desta quarta-feira, 17, a prisão preventiva do médico ginecologista José Hilson de Paiva, prefeito afastado de Uruburetama, investigado por abusar de pacientes. Imagens divulgadas pelo programa Fantástico, da TV Globo, indicam a prática dos crimes.

O órgão ressaltou, em nota, que mesmo fora das funções de prefeito e médico, Paiva é influente na cidade cearense de 20 mil habitantes e no meio político estadual, “sendo capaz de, diretamente ou por interpostas pessoas, coagir, constranger, ameaçar, corromper, enfim, praticar atos tendentes a comprometer a investigação do Ministério Público e da Polícia Civil”.

A reportagem exibida no domingo, 14, mostrou vídeos de dezenas de mulheres sendo abusadas e filmadas pelo próprio médico. À Globo, uma mulher afirmou ter sido vítima de Paiva pela primeira vez aos 14 anos e que só voltou ao consultório porque ele era o único ginecologista da cidade.

Outra mulher disse que o médico usava a boca para examinar os seios, com o pretexto de verificar se havia secreção nas mamas. As gravações mostram ainda que Paiva posicionava as pacientes de costas para realizar exames, alegando que “era o procedimento”. Em todos os vídeos, é possível perceber que o médico chamava suas pacientes de “bebê”.

O MP-CE informou que depois da divulgação dos primeiros vídeos, em março de 2018, a Promotoria de Justiça de Uruburetama instaurou uma notícia de fato após ouvir quatro mulheres.

“O MP-CE solicitou informações à Polícia Civil, que logo depois resolveu abrir o inquérito policial. O inquérito foi concluído em dezembro de 2018, e a polícia sugeriu o arquivamento”, informou. “O MPCE requisitou novas diligências à polícia. Na área cível, a Promotoria ajuizou uma ação civil pública (ACP) por improbidade administrativa em desfavor do então prefeito, no final de 2018.”

Na segunda-feira, 15, um novo inquérito policial foi instaurado em Uruburetama, quando outras vítimas foram ouvidas. “Pelo menos 18 vítimas já identificadas nas imagens exibidas pela imprensa serão convidadas para prestarem suas declarações o mais rapidamente possível”, afirmou o Ministério Público.

O MP-CE declarou ainda que a Promotoria de Justiça de Cruz também atua no caso. O órgão recebeu os depoimentos das primeiras quatro vítimas que se apresentaram à delegacia após a divulgação dos vídeos. Paiva trabalhou como médico da prefeitura de Cruz de 1992 a 2012 e manteve um consultório particular no município até o ano passado.

Carreira política

O ginecologista era filiado ao PCdoB do Ceará. De 2012 a 2016, foi vice-prefeito de Uruburetama e, em 2018, foi eleito prefeito para administrar o município até 2020. O partido decidiu na segunda-feira expulsá-lo dos quadros.

A presidente da Câmara Municipal de Uruburetama, Maria Stela Gomes Rocha, baixou o Decreto Legislativo 2/2019 e afastou provisoriamente Paiva do cargo de prefeito, “até decisão final do processo que apura a denúncia por infração político-administrativa”.

Fonte: JORNALDEBRASILIA

PCCE cumpre mandado de busca e apreensão em casa de PM suspeito de ameaça - Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social

 Uma ação da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio do Departamento de Polícia Judiciária do Interior Norte (DPJI Norte), foi deflagrada, na manhã desta terça-feira (03), visando o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência de um soldado da Polícia Militar do Ceará (PMCE), no Parque São João no bairro Canidezinho, na Área Integrada de Segurança 09 (AIS 09) de Fortaleza.

O policial militar é suspeito de enviar mensagens contendo ameaças direcionadas a uma jornalista que atua na cidade de Itapipoca, na Área Integrada de Segurança 17 (AIS 17) do Estado. As ameaças foram enviadas ao celular da vítima, durante a paralisação realizada por parte de policiais militares na última semana. A jornalista registrou a ocorrência, no último dia 26, na Delegacia Regional de Itapipoca que iniciou as investigações, apoiadas pelo Departamento de Inteligência Policial da PCCE. Os policiais civis descobriram a origem das mensagens e solicitaram o mandado de busca e apreensão, que foi cumprido hoje. O celular, modelo samsung J5, utilizado para enviar as mensagens para a vítima estava na residência do alvo e foi apreendido. O aparelho passará por perícia.

O suspeito foi conduzido para uma delegacia em Fortaleza, onde prestou depoimento. Todo o material apurado na diligência realizada hoje será encaminhado para a Delegacia de Itapipoca que dará continuidade ao procedimento já instaurado lá.

O caso

A vítima registrou um boletim de ocorrência em Itapipoca, no último dia 26 de fevereiro, após ter áudios seus – que continham críticas referente a paralisação realizada por parte de policiais militares –, o número do seu contato e fotos pessoais divulgados em grupos de um aplicativo de mensagens instantâneas. Após a divulgação, a jornalista passou a receber diversas ameaças, entre elas, algumas oriundas do aparelho celular apreendido hoje. Nas mensagens, o suspeito se passava como integrante de uma organização criminosa e afirmava que cometeriam um atentado contra a residência da mulher e contra a própria vítima. O suspeito citou ainda o fato da vítima ter registrado a ocorrência na delegacia de Itapipoca e uma equipe de policiais civis terem comparecido a residência dela: “pede o delegado para colocar uma vtr na tua casa 24 horas (sic)”. O caso segue em investigação.

O que diz a lei

Ameaça – Artigo 147 do Código Penal – Consiste no ato de ameaçar alguém, por palavras, gestos ou outros meios, de lhe causar mal injusto e grave. Pena: detenção, de um a seis meses, ou multa.

Fonte: SSDPS.CE.GOV.BR

Polícia civil realiza diligências com suspeito de violentar e matar bailarina em Mandaguari preso em Apucarana

Flávio Campana, o “Frajola”, de 40 anos, suspeito de abusar e matar bailarina em Mandaguari já tinha condenação por estupro em Apucarana, diz polícia.

 A Polícia Civil realiza diligências neste momento junto com Flávio Campana, o “Frajola”, de 40 anos. Flávio residia no Núcleo João Paulo, em Apucarana, mas foi preso no início da manhã desta sexta-feira (28) em imóvel situado na Avenida Curitiba, em frente ao Posto do Alemão, na Barra Funda. Ele é suspeito de violentar sexualmente e matar asfixiada a bailarina Maria Glória Poltronieri Borges, a “Magó”, de 25 anos. A operação que resultou na prisão de Campana foi realizada após exame positivo de DNA em material coletados no corpo de Magó e em Campana, que estava no local do crime na data do feminicídio.

Magó foi encontrada morta no início da noite de 26 de janeiro, próximo à Cachoeira do Massambani, na área rural de Mandaguari, nas redondezas do distrito da Caixa de São Pedro, já na divisa com o município de Apucarana. De acordo com a Polícia Civil, o corpo de Magó tinha sinais de violência sexual. A operação que resultou na prisão de Flávio foi realizada por uma equipe formada por investigadores de Mandaguari, Maringá e Apucarana, comandada pelo Delegado Zoroastro Nery do Prado, Diego e Marcus Felipe, da 17ª SDP Apucarana.

De acordo com os delegados, as diligências realizadas pela Polícia Civil junto com o suspeito de assassinar a bailarina são realizadas para coletar mais elementos a serem anexados ao inquérito relativo ao caso.

FEMINICÍDIO – Exame de necropsia realizado no Instituto Médico Legal de Maringá apontaram que Maria Glória foi morta por asfixia (enforcamento). Natural de Maringá, além de bailarina, a jovem também era estudante universitária. Ela atuava profissionalmente na dança desde 2008 com técnicas de Ballet Clássico e a Dança Contemporânea. Maria da Glória ministrava aulas de Ballet Clássico Avançado, Contemporâneo e Contato-Improvisação na Academia Daísa Poltronieri.

Na época do crime, nas redes sociais, diversos amigos e pessoas públicas se manifestaram sobre a morte da bailarina. A jovem era chamada carinhosamente de Magó pelos mais próximos. “Tristeza, muita tristeza. Meu coração cheio de sombras. A linda Maria Glória, bailarina…mulher clarão… iluminada desde de dentro… Não quero que minha raiva atrapalhe a tua passagem, companheira… Mas, agora, há só desassossego em mim”, disse uma amiga. Atos de protesto contra o feminicídio foram realizados em Maringá e outras cidades por conta da morte da bailarina.

ANTECEDENTE – Pessoas que residem em Apucarana e conhecem Flávio Campana mantiveram contato com a reportagem do portal do Canal 38 e revelaram que ele já tinha histórico de violência contra mulher, pois há alguns anos ele havia espancado uma mulher que reside em Apucarana. Ele deve ser transferido para a 9ª Subdivisão policial (SDP) de Maringá ainda nesta sexta-feira (28).

Fonte: CANAL38

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