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Briga entre cabo e soldado da PM termina em tiro dentro de companhia

Confusão aconteceu dentro da 1ª Cia Independente de Nova Lima A Corregedoria da Polícia Militar (PM) está apurando a confusão entre dois policiais militares que terminou em tiro dentro de um pelotão da corporação. Os dois homens são lotados na 1ª Companhia Independente de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O soldado e um cabo se desentenderam durante o serviço e brigaram. Quando os dois se atracaram, houve o disparo de uma arma de fogo. O tiro atingiu o chão e não feriu ninguém. Mesmo assim, os dois precisaram de atendimento médico por outros ferimentos provocados durante a luta corporal.

A ocorrência foi registrada na noite de Natal. De acordo com a PM, por volta das 18h30, os dois se desentenderam. O cabo informou à corregedoria que estava de serviço na sala de operação de rádio da unidade (SOU). Ele deu ordem ao soldado, que estava trabalhando na sala de armamentos, para que desse apoio no serviço.

Porém, a ordem não foi acatada. “Diante da recusa, o cabo informou que a atitude do soldado configuraria crime militar, razão pela qual o soldado se deslocou até a intendência e se equipou com uma arma de fogo municiada com sete cartuchos, ocasião em que retornou até a Sala de Operações e proferiu ameaças em desfavor do cabo. Durante a luta corporal, ocorreu um disparo de arma de fogo que atingiu o chão de madeira da SOU”, explicou a corporação, por meio de nota.

O tiro não atingiu nenhum militar. Segundo a PM, o soldado foi preso em flagrante. “Os militares receberam atendimento médico em razão das lesões provenientes da luta corporal que se envolveram. Compareceram ao local dos fatos a perícia que realizou os trabalhos de praxe. Além da Corregedoria, os fatos foram acompanhados também pelos advogados indicados pelo militar conduzido”, finalizou a PM. 

Fonte: EM

Vídeo mostra fila de presos deixando o Complexo de Gericinó, no Rio, para ‘saidão’ de Natal

 Um vídeo obtido pelo EXTRA mostra uma fila de presos deixando o Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, no início da manhã desta terça-feira. Os detentos foram beneficiados pelo chamado “saidão” de Natal. Todos deverão retornar para a cadeia até o dia 30 de dezembro. No Rio, 2.582 presos deixaram as unidades prisionais do estado, 1.447 apenas no Complexo de Gericinó.

O número é 33,8% maior do que o de 2018, quando 1.930 detentos foram beneficiados pelo “saidão” no Rio. Na gravação, os presos, que estão de camisas brancas, deixam o complexo enquanto familiares aguardam na porta. Em determinado momento, é possível ver que um grupo bate palmas e comemora as saídas. Dos quase 1.500 presos que saíram do Complexo de Gericinó este ano, 600 estavam no Presídio Vicente Piragibe, que abriga detentos da maior facção criminosa do Rio.

Os internos que conseguem autorização para passar as comemorações natalinas com a família são aqueles que cumprem pena no regime semiaberto. Essa é uma das cinco saídas de Visita Periódica ao Lar (VPL) concedidas pela Vara de Execuções Penais (VEP) ao longo do ano. A concessão do VPL aos presos do semiaberto não é automática. Após conseguir progressão de regime, é preciso solicitar ao juiz autorização para visitar a família.

No ano passado, o índice de evasão foi de 15%, ou seja, 289 detentos que foram beneficiados pelo “saidão” não retornaram. Os presos que não voltarem às unidades são considerados evadidos e podem até mesmo regredir para o regime fechado após decisão dos juízes da Vara de Execuções Penais. Na saída deste ano, os presos foram liberados às 6h desta terça-feira e devem retornar até as 22h do próximo dia 30, segunda-feira.

O direito às saídas temporárias para presos do regime semiaberto é previsto na Lei de Execução Penal. Cada uma pode durar, no máximo, sete dias, e entre cada uma delas é preciso um intervalo de 45 dias. As Visitas Periódicas ao Lar são programadas pela Justiça, em parceria com a Seap, para que todos os detentos deixem os presídios ao mesmo tempo, geralmente em datas comemorativas como Dia das Mães, Páscoa e Natal. Desde 2017, não há mais "saidão" de Ano Novo no Rio.

Fonte: EXTRA

Cinco PMs são presos em flagrante durante ofensiva que apura formação de milícia em Alvorada

Brigada Militar / Divulgação A Operação da Corregedoria-Geral da Brigada Militar que afastou 11 policiais militares resultou na prisão de cinco deles nesta quinta-feira (19). As prisões foram em flagrante por irregularidades encontradas com os agentes de segurança durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão.

A Brigada Militar não divulgou os nomes, mas GaúchaZH apurou que os presos são quatro  soldados: Jocimar da Silva Pereira, Guilherme Leal de Almeida, Felipe Heibutcke Ferreira e Cristiano Kolling e o 3º sargento Alfredo Silva de Azevedo. Uma sexta pessoa, um civil, foi também foi preso em flagrante. Até o momento, não há informação sobre quem representa os seis — eles devem prestar depoimento nesta quinta-feira.

O grupo, que pertence ao 24ª Batalhão de Polícia Militar em Alvorada, é investigado por cobrança de valores de comerciantes, desvio de material apreendido, associação com traficantes de drogas e com o jogo do bicho. Desde o início da manhã, 30 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em residências por 150 agentes da corregedoria. Foram apreendidas munições, armas sem registro e dinheiro sem comprovação de origem, além de anotações de cobranças.

A investigação teve início há mais de um ano, a partir de uma ocorrência registrada em local distante mais de 100 quilômetros de Alvorada - nesse período, os delitos investigados teriam sido cometidos.

Em 12 de dezembro, um brigadiano era morto e outro preso pela própria Brigada Militar em um cerco após assalto a três residências em uma área pacata entre Caxias do Sul e Nova Petrópolis. O agente preso na ocasião era lotado no 24º BPM.

Brigada Militar / DivulgaçãoArmas sem registro em endereços de PMsBrigada Militar / Divulgação

— A partir de então, passamos a fazer o monitoramento, controle, investigação de perto de policiais que tinham relação com aquele preso — explicou o corregedor-geral, coronel Marcio Galdino.

O tenente-coronel Jeferson Marques de Melo, comandante do 24º BPM, disse em entrevista ao Gaúcha + que as prisões são um "baque" para o batalhão, mas que não vão representar em prejuízo ao policiamento na cidade.

— O serviço continua. O 24º BPM vai continuar nas ações com mais força ainda — disse o oficial.

Ele ainda afirmou que desde março, quando assumiu o comando, não tinha conhecimento de nenhum procedimento ilícito pelos PMs, e que o afastamento não significa culpa:

— Não significa que essas pessoas sejam criminosas. São investigados internamente na corporação. E no decorrer, ao final da investigação, é que vamos saber o que cada um teve de responsabilidade.

Ainda conforme o oficial, são 150 PMs no batalhão e os 11 investigados atuavam em funções de policiamento.

Fonte: GAUCHAZH

STF manda traficante 'Rabicó', do Complexo do Salgueiro, de volta para a prisão

Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó ou Coroa, estava solto por decisão liminar do ministro Marco Aurélio BRASÍLIA - Por quatro votos a um, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a volta para a prisão do traficante Antonio Ilario Ferreira, conhecido como Rabicó. Chefe do tráfico de drogas no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, ele já havia sido condenado na primeira e na segunda instância e tinha uma ordem de prisão preventiva, mas estava solto graças a uma decisão do ministro Marco Aurélio Mello.

Rabicó teve a prisão preventiva decretada em janeiro de 2015 por um juiz criminal. Em agosto de 2016, Marco Aurélio mandou libertá-lo, mas depois voltou a ser preso. Em abril de 2019, a a Sétima Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que compõe a segunda instância, confirmou a condenação já imposta na primeira instância, embora tenha reduzido a punição. Determinou também que a execução da pena deveria ocorrer depois do trânsito em julgado, ou seja, quando não fosse mais possível apresentar recurso. Mas não se pronunciou sobre a manutenção da prisão preventiva, decretada na primeira instância em razão do risco de voltar a cometer crimes e de integrar uma facção criminosa, e para garantir a ordem pública.

Antes de ir ao STF, a defesa recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas sem sucesso. No STF, conseguiu a liberdade graças a uma decisão liminar de Marco Aurélio, que a levou agora para análise da Primeira Turma. Mas os outros quatro ministros - Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux - entenderam que ele a prisão de Rabicó é necessária para a garantia da segurança pública.

Antes de ser solto, ele estava na penitenciária federal de Campo Grande (MS). O traficante possui condenação em três processos criminais por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Em nenhuma delas, no entanto, a sentença é considerada definitiva. A defesa de Rabicó ainda está recorrendo na Justiça para tentar diminuir as penas ou absolver o traficante.

Em dois dos processos respondidos por Rabicó, a Justiça já havia autorizado que o chefe do tráfico no Salgueiro esperasse o julgamento dos recursos em liberdade. Ele ainda era mantido preso em um último processo, em andamento na 40ª Vara Criminal do Rio, e no qual o criminoso foi condenado a 10 anos de prisão. Foi nessa ação que o ministro Marco Aurélio deu decisão favorável a Rabicó. O magistrado argumentou que era grande a possibilidade de o STF mudar seu entendimento sobre a execução provisória da pena, como acabou ocorrendo no dia 7 de novembro. Nessa data, a Corte determinou que a prisão só pode ocorrer após o trânsito em julgado, e não mais após decisão em segunda instância.

Rabicó ainda responde em liberdade a outros dois processos nos quais ainda não foi condenado. Ele também foi absolvido em outras ações. Ao ser preso, em 2008, o traficante era considerado foragido por ter descumprido as regras da liberdade condicional que havia conseguido no ano anterior.

A liberdade do criminoso colocou em alerta as autoridades de Segurança Pública do Rio. Em abril deste ano, traficantes entraram em guerra em São Gonçalo após Thomar Jayson Vieira Gomes, o 3N, que comandava o tráfico no Complexo do Salgueiro para Rabicó ter desafiado o chefe. Segundo fontes do EXTRA, Rabicó determinou que outro comparsa, Antonácio do Rosário, O Schumaker, de 35 anos, executasse 3N para tomar o controle do Salgueiro.

Ao saber dos planos do chefe, 3N se antecipou, matou Schumaker e passou a fazer parte de outra facção criminosa. O receio era de que, em liberdade, Rabicó quisesse se vingar do antigo comparsa. Na nova quadrilha, 3N vem tentando, com frequência, dominar o Salgueiro.

Fonte: EXTRA

Seis policiais presos suspeitos de facilitar ação de traficantes em Curitiba

 Cinco policiais militares suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas na região sul de Curitiba, mais especificamente na CIC, foram presos na manhã desta sexta-feira (13). Um policial civil também foi alvo de mandado de busca. Eles são investigados pela Operação Carnívoro, que tem como objetivo prender policiais que utilizavam de seus cargos para para facilitar e se envolver no tráfico daquela região. Os presos, inclusive, estavam na folha de pagamento do esquema criminoso. A operação ocorre um dia depois que a Polícia Civil desarticulou outra grande operação contra o tráfico na capital.

“A quadrilha agia mais especificamente na região do Caiuá. Os policiais militares faziam parte da folha de pagamento e recebiam dinheiro da organização criminosa para não realizar flagrantes, ou seja, fazer vistas grossas no tráfico da região”, explicou as promotora de justiça Karla Giovanna da Silva Freitas Violato, do Ministério Público do Paraná.

Estão sendo cumpridos 29 mandados de prisão. Além dos 6 envolvendo policiais, os outros 23 alvos são traficantes. “Trata-se de uma organização criminosa que estendia seus tentáculos na região sul de Curitiba e outras comunidades, com traficantes e agentes públicos. Uma ação de policiais em conluio com traficantes”, definiu a PM. Na CIC, recentemente, um homem envolvido com o tráfico chegou a ser preso com notas de dólar.

Os presos e os materiais apreendidos na operação estão sendo encaminhados para a sede do Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – força-tarefa do Ministério Público, que trabalha em parceria com a PM nesta operação.

Fonte: TRIBUNAPR

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