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Polícia coloca unidades em alerta e força-tarefa procura chefão do PCC

 A Polícia Militar colocou todas as unidades em alerta após a fuga do narcotraficante Gerson Palermo, de 62 anos, um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital) condenado a mais de 100 anos de prisão. Ele havia sido beneficiado com prisão domiciliar e aproveitou para fugir. Conforme apurado pela reportagem do site Midiamax, todas as unidades especializadas, bem como batalhões do interior e equipes que atuam nas rodovias foram informadas e intensificaram as abordagens. Além disso, força-tarefa com outras forças de segurança trabalha com informações de inteligência para tentar localizá-lo.

O criminoso fugiu na noite desta quarta-feira, dia 22 de abril, após ter a revogada a prisão domiciliar, que havia sido concedida anteriormente. Ele estava na casa da esposa quando fugiu por volta das 20h40, quebrando a tornozeleira eletrônica que auxiliava no monitoramento. A suspeita é de que ele tenha ido para a Bolívia já que teria uma casa em Corumbá. Antes, ele cumpria pena no Estabelecimento Penal de Segurança Máxima Jair Ferreira de Carvalho, em Campo Grande.

A revogação da prisão domiciliar foi assinada pelo desembargador Jonas Hass Silva que manteve a prisão de Gerson Palermo, que havia conseguido a prisão domiciliar no plantão do judiciário na terça-feira (21), beneficiado pela recomendação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) que orientava sobre a liberação de presos em grupo de risco.

Hass alegou a falta de laudo pericial médico atestando que o réu tem alguma doença, além de se tratar de um preso de alta periculosidade e que Palermo será isolado da massa carcerária e por fim sua pena ultrapassa 100 anos, o que não é recomendado a prisão domiciliar.

Chefão do PCC

Gerson Palermo, chefe de célula do PCC (Primeiro Comando da Capital) que operava tráfico internacional de cocaína se apresentava como comerciante informal de luxo para venda de aeronaves e caminhões. Além disso, contava com rede de falsários para executar desvio de bens e lavagem de dinheiro.

Gerson foi investigado no âmbito da operação All In, deflagrada em março de 2017 pela Polícia Federal e que resultou na apreensão de duas remessas de mais de 800 quilos de cocaína em Cubatão (SP) e São Paulo (SP).

Durante as investigações, foi descoberto que o PCC teve à disposição pelo menos três aeronaves e cerca de 15 caminhões e carretas, além de vários veículos de passeio, todos oriundos de rendimentos do tráfico de drogas e registrados em nome de laranjas. O grupo ocultava e dissimulava a posse dos bens.

Gerson, por sua vez, se passava por comerciante informal de caminhões e aeronaves, desfrutando de alto padrão de vida sem que tivesse, de fato, qualquer bem em seu nome. Ele determinava a troca frequente da propriedade formal dos caminhões e aeronaves, tanto que o grupo tinha alguns de seus integrantes exclusivamente dedicados à compra, venda e transferência de bens.

Eles contavam também com despachantes, incluindo despachantes aeronáuticos, e tinham acesso a uma rede de falsários dedicada a obter documentos ou até empreender falsificações, justamente para dinamizar os atos de lavagem de ativos. Para legitimar a movimentação de lucros do tráfico, usavam contas correntes de seus próprios integrantes, familiares, amigos, conhecidos e mesmo empresários próximos, fragmentando as transferências em depósitos múltiplos, a fim de evitar os mecanismos de detecção de movimentações bancárias suspeitas.

Visando blindar as comunicações vinculadas ao tráfico, o PCC contava também com terminais telefônicos registrados em nome de terceiros (sem qualquer relação com os fatos), com a troca constantes destes mesmos números, com a preferência por realizar contatos por aplicativos ou chamadas audiovisuais e a utilização de códigos e apelidos.

Fonte: DOURADOSNEWS.COM.BR

Dinheiro do narcotráfico pode ser revertido para combate ao coronavírus?

Dinheiro oriundo do tráfico de drogas abastece o caixa do Fundo Nacional Antidrogas, o Funad: ex-juiz diz que até 80% desses recursos poderiam ser usados no combate ao coronavírus. O juiz aposentado Odilon de Oliveira, conhecido nacionalmente por ter sido jurado de morte pelo narcotráfico na fronteira com a Bolívia, defendeu em artigo recente no jornal O Estado de S. Paulo o uso de dinheiro e outros ativos apreendidos do tráfico de drogas em ações de enfrentamento ao coronavírus no Brasil.

“Pelo menos 80% dos recursos arrecadados do tráfico de entorpecentes, da lavagem de dinheiro e da evasão de divisas” podem ser usados, segundo ele. Hoje, parte desses recursos é revertida para o Fundo Nacional Antidrogas (Funad), administrado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. No ano passado, o Funad recebeu R$ 91,7 milhões. Neste ano, até fevereiro, foram R$ 9,4 milhões — dinheiro suficiente para comprar quase 140 respiradores mecânicos para leitos de UTI.

A proposta do ex-juiz até faz sentido do ponto de vista moral — usar dinheiro do crime para uma boa causa —, mas não do legal. A Lei 7.560/1986, que criou o Funad, não permite que o governo redirecione esses recursos para outra finalidade que não seja o combate ao tráfico e ao consumo de drogas.

Para o advogado, coordenador-geral da Academia Brasileira de Direito Constitucional (ABDConst) e mestre em Direito Público, Luís Henrique Madalena, para que o uso desses recursos no combate ao coronavírus fosse possível, seria necessário a edição de uma medida provisória ou apresentação de um projeto de lei no Congresso Nacional. “É possível? É. Vai descaracterizar a finalidade do fundo por completo? Vai. Mas é possível por lei ordinária ou por uma medida provisória”, explica.

Segundo o Ministério da Justiça, não há nenhuma discussão em torno da destinação desses recursos para o combate coronavírus neste momento. No Congresso, idem. "É evidente que o uso de dinheiro do tráfico de entorpecentes na política de enfrentamento da covid-19 trará prejuízos para seus destinatários finais. Todavia, em momento de tamanha crise, a Administração Pública, estadual, municipal e federal, deve selecionar prioridades", defendeu o juiz Odilon, no artigo.

O que é e para que serve o Fundo Nacional Antidrogas

O Fundo Nacional Antidrogas é composto, entre outros recursos, pelo dinheiro da venda de bens apreendidos em investigações contra o tráfico de drogas. A destinação desses recursos é voltada especialmente para ações de redução da oferta, redução da demanda, campanhas, estudos e capacitações relacionadas à temática drogas.

Até fevereiro, o Funad já arrecadou R$ 9,4 milhões. Porém, uma parte desse dinheiro — aproximadamente R$ 3,6 milhões — só estará disponível para uso a partir de 2021. Segundo o Ministério da Justiça, trata-se do valor obtido com leilões de bens do tráfico neste ano. O dinheiro arrecadado torna-se recurso financeiro do Tesouro Nacional e só poderá ser disponibilizado à Senad em 2021, de acordo com o artigo 165 da Constituição Federal.

Em 2019, a Senad destinou R$ 31,8 milhões para os projetos voltados para a prevenção e o combate às drogas no país, como o investimento de aproximadamente R$ 13 milhões na instalação de torres de radiocomunicação digital na fronteira entre Brasil e o Paraguai, que reforçam a segurança no local que até então era conhecido como porta de entrada para o tráfico, entre outras ações no estado.

A diferença entre o que foi arrecadado pelo Funad e o que foi investido em projetos — cerca de R$ 60 milhões — já foi repassada ao Tesouro Nacional e não está mais à disposição do Ministério da Justiça.

Bens apreendidos podem ser usados durante pandemia

Apesar de haver uma limitação ao uso de recursos do Funad, os bens apreendidos e que ainda não foram leiloados podem ser utilizados pelos estados para o combate ao coronavírus. Segundo levantamento da Secretaria Nacional de Política Sobre Drogas (Senad), vinculada ao ministério, são 46,2 mil bens apreendidos em todo o país que aguardam destinação.

Entre eles, imóveis, eletrônicos, veículos, embarcações ou aeronaves, por exemplo. Segundo Luis Madalena, não é nem necessário editar medidas provisórias ou enviar projetos de lei ao Congresso para utilizar esses bens no combate à pandemia.

Segundo o advogado, a Lei do Coronavírus (13.979/20), aprovada no final de fevereiro pelo Congresso, já permite a utilização de bens, inclusive de bens particulares, pelos estados para lidar com o surto.

 

Ministério diz ter liberado R$ 328 milhões para o combate ao coronavírus

Para ajudar no combate ao coronavírus, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou ter liberado R$ 327,6 milhões. A pasta já flexibilizou o uso de R$ 107 milhões das transferências fundo a fundo para que os estados possam desenvolver ações de combate ao coronavírus nos ambientes prisionais.

A pasta também editou uma portaria que autoriza os estados a utilizarem recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) em ações de combate ao coronavírus. Os R$ 202 milhões que estavam no caixa dos estados para uso obrigatório em ações de segurança pública, como compra de viaturas, podem ser redirecionados para ajudar em ações de defesa social por causa da crise.

Além disso, o Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (CFDD), administrado pelo ministério, aprovou a destinação de mais de R$ 18,6 milhões para a locação de leitos de UTI. O valor será utilizado na locação, em caráter emergencial, de 13 Kits de Leitos de Terapia Intensiva (UTI). Cada kit é composto de dez leitos com todo o equipamento necessário para o tratamento dos casos graves de Covid-19.

O ministério também liberou o uso da Força Nacional de Segurança Pública para reforçar ações de combate à Covid-19 nos estados. A pasta informou ainda que tem reforçado ações na área de fronteiras, Direito do Consumidor e no sistema prisional.

Dinheiro da corrupção para combater o coronavírus

Decisões individuais da Justiça estão liberando recursos oriundos de atos de corrupção para o combate à doença. O valor já chega a R$ 2,5 bilhões. De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, a Justiça e o Ministério Público se mobilizam para direcionar os valores, que já foram utilizados para compra de respiradores, luvas, máscaras e testes no estados da Paraíba, Mato Grosso e Rio de Janeiro.

O STF ainda vai julgar nos próximos dias a aplicação em recursos da Saúde dos R$ 51 milhões encontrados no bunker do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Um pedido da Procuradoria-Geral da República ao STF solicita o levantamento de valores em contas judiciais de todo o país para que promotores e procuradores possam fazer as solicitações nos estados.

Operação Caim prende suspeito de matar policial civil durante greve da PM em 2017

 A Polícia Civil do Espírito Santo deflagrou, na manhã desta sexta-feira (17), a terceira fase da Operação Caim. Em todo o Espírito Santo, equipes estão nas ruas dando cumprimento a mandados de prisão contra suspeitos de homicídios, considerados foragidos.

Logo pela manhã, em Colatina, a equipe prendeu um suspeito de matar o investigador da Polícia Civil Mário Marcelo Albuquerque, durante a greve da PM, em 2017. "Ee foi preso pela manhã em Colatina, onde ocorreu o crime. Durante todo este período, ele esteve foragido. A prisão preventiva foi decretada há muito tempo e agora ele vai pagar pelo crime que cometeu", disse o delegado chefe da Polícia Civil, José Arruda.

Na época do crime, Marcelinho, como era conhecido, foi morto ao ser atingido por um disparo no abdômen ao tentar evitar um assalto na localidade conhecida como Baunilha, cerca de 20 km do Centro de Colatina. O policial chegou a ser socorrido com vida e levado para um hospital da região, mas acabou morrendo.

3ª Fase Operação Caim

A operação foi iniciada em todas as regiões do território capixaba e conta com o apoio da Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, do Núcleo de Operações em Transporte Aéreo (Notaer), da Força Nacional, além das guardas municipais de Vitória e Vila Velha, em áreas estratégicas.

A operação tem como principal objetivo direcionar esforços das unidades especializadas e do interior do Estado para a redução dos índices de criminalidade, principalmente o número de homicídios.

Ao todo cerca de 400 policiais civis se reuniram às 6 horas em locais estratégicos em todo o Estado, para início das buscas. Na Grande Vitória, a reunião foi na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cariacica, de onde as equipes saíram para as diligências.

Outras fases

No dia 08 de abril foi realizada a segunda fase da Operação Caim. Um resultado positivo de 39 detenções de suspeitos realizadas em todo o Estado, apreensão de 10 armas, além de drogas e munições. A operação foi planejada pela Polícia Civil, e realizada em conjunto com a Polícia Militar. Entre as prisões, destaca-se a localização de um suspeito de envolvimento na morte da menina Alice, de três anos, ocorrida em fevereiro, em Vila Velha.

A primeira etapa foi deflagrada no dia 02 de abril, realizada nos municípios de Cariacica e Vila Velha e contou, ao todo, com 94 policiais civis, com 31 viaturas. O resultado foi a prisão de 15 suspeitos, dois adolescentes apreendidos, além de armas, munições e drogas que foram tiradas de circulação. Entre os detidos estava o chefe do tráfico de drogas da região de Zumbi dos Palmares, em Vila Velha.

Fonte: FOLHAVITORIA.COM.BR

Chinês é preso por suspeita de liderar roubo de testes de coronavírus

iStock "Trata-se de um cidadão do bem e contribuiu de forma significativa para estabelecer o laço de amizade entre Brasil e China." A declaração, em papel timbrado, é da Associação Chinesa do Brasil sobre o vice-presidente, Zheng Xiao Yun, ou Marcos Zheng, que está preso sob a suspeita de liderar uma quadrilha presa com 15 mil testes de coronavírus e 2 milhões de equipamentos de prevenção roubados.

Ele já foi sequestrado, viu uma secretária morrer a tiros, e também se livrou de uma condenação por supostamente trazer relógios falsificados para o Brasil. De outro lado, intermediou encontros de banqueiros e empresários chineses no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, e também com outros políticos. Diz ter feito a ligação entre a área de Saúde do governo com hospitais e médicos de Wuhan - cidade chinesa onde a pandemia se originou - para troca de informações sobre a covid-19.

Seus guarda-costas são um policial militar e um sargento da reserva do Exército Brasileiro. Fortemente armados. Com eles, foram encontrados um fuzil e uma carabina .40. Ele diz que precisa de proteção, já que experimentou cinco dias em um cativeiro, foi roubado, e ainda escapou de uma emboscada a tiros.

Agora está em meio à investigação do desvio de uma carga de exames contra o novo coronavírus. Os testes, cujo lote bate com o de uma carga furtada no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, estavam no imóvel de Zheng, onde também funciona a Associação de Xangai no Brasil.

Presidida por ele, a entidade é seu cartão de visitas nos encontros que já promoveu entre empresários e políticos. Zheng alega nunca ter lidado com material de higiene, muito menos sem origem, e diz que seu negócio é com equipamentos de som. E, por meio da entidade, já promoveu a venda de produtos brasileiros pelo governo chinês, e também a remessa de itens de seu país de origem para "venda e doação no Brasil" - tudo com nota fiscal.

A versão, dada à Polícia Civil, não convenceu, e ele foi preso em flagrante. A Justiça decretou prisão por tempo indeterminado. A juíza que decretou a prisão preventiva vê "audácia" na atuação de Zheng e de outros 13 presos no sábado, com a venda de equipamentos roubados, que abasteceriam hospitais em um país à beira da superlotação em seu sistema de saúde.

A investigação

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo obteve acesso exclusivo à investigação que levou à cadeia o grupo supostamente liderado por Zheng. Comparando o preço pago pela importadora e o pedido dos investigados pela carga, o lucro seria de 5.000% para o crime.

No dia 2, um voo da Qatar Airways chegou a Cumbica com 57 pacotes de testes rápidos importados da China por uma empresa contratada por hospitais. Tudo ficou armazenado no terminal de cargas internacionais e os volumes foram retirados para depósito de uma transportadora em Santana, na zona norte, quatro dias depois.

No dia 8, quando a carga passou por revisão, funcionários descobriram que 15 caixas de papelão haviam sido esvaziadas, e encaixadas na parte externa de outras 15, com os testes - provavelmente para encobrir o desvio de materiais. Para cada caixa, mil testes de coronavírus eram armazenados. Ou seja, 15 mil sumiram. A empresa estipula que o valor do material retirado seja de R$ 80 mil.

A Polícia Civil de São Paulo recebeu a informação de que os testes não só já teriam caído no mercado negro, como a venda teria sido oferecida à própria importadora. Titular da 3.ª Delegacia de Atendimento ao Turista, Luís Alberto Guerra recebeu informações de que a carga possivelmente havia sido transferida para o bairro do Ipiranga. Passando-se por um empresário nordestino, ele negociou com os criminosos. Eles pediam R$ 4 milhões - o valor acertado acabou em R$ 3 milhões. Em determinado momento, os policiais se identificaram e deram voz de prisão.

Em depoimento, Zheng negou o crime. Disse residir há 25 anos no Brasil e "desde sua chegada sempre desenvolveu e intermediou a relação entre o Brasil e a China". "Inclusive, sempre trouxe empresários chineses para realizar negócios neste país, bem como viajou com empresários brasileiros visando a estabelecer relações comerciais com aquele país".

Ainda ressaltou que em momento nenhum "participou de qualquer negociação envolvendo máscaras ou testes, nem direta, nem indiretamente, e que nas últimas semanas a associação tem se dedicado em colaborar com as autoridades brasileiras, já que contatou médicos chineses que combateram a covid, para que pudessem auxiliar o poder publico do Brasil'.

Acolhendo parecer do Ministério Público, a juíza Érika Fernandes Fortes impôs a prisão preventiva no domingo. O advogado de Zheng, Daniel Bialski, disse ter entrado com pedido de relaxamento da prisão e concessão da liberdade provisória. A polícia instaurou inquérito para prosseguir as investigações. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: UOL.COM.BR

Detento que fez comentário em live de Marília Mendonça tem celular retirado

Detento que fez comentário em live de Marília Mendonça tem celular ... Após comentar em uma live da cantora Marília Mendonça, que foi sucesso e bateu recorde no YouTube, um detento da Unidade Prisional de Anápolis (GO) teve o celular apreendido, já que presos não podem ter telefones. Na quinta-feira (9), um dia após o show, houve uma revista nos detentos ao som de músicas da sertaneja.

O comentário do detento circulou pelas redes sociais. "Salve do Presídio do Recanto do Sol Anápolis-GO", escreveu ele. Em nota, a administração da Unidade Prisional Regional (UPR) de Anápolis informou que o aparelho apreendido está à disposição das autoridades competentes para os fins cabíveis.

"A UPR ressalta que procedimentos administrativos internos foram abertos para apuração do fato ocorrido", disse em nota.

A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária também afirmou que, como medida de controle da segurança penitenciária, são realizados diariamente procedimentos de revista estrutural em todas as unidades do sistema prisional goiano, por determinação do governo do Estado.

Rainha da sofrência

A cantora Marília Mendonça conseguiu mais de 3,2 milhões de espectadores simultâneos em sua live. No Twitter, Marília também quebrou recordes. Com uma hora de transmissão, a cantora ficou nos 30 "assuntos do momento" mais comentados na rede social.

Fonte: NOTICIAS.UOL.COM.BR

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