jornalista1

Sargento da PM do Paraná acusado de três assassinatos é encontrado morto em prisão de SC

Sargento Flavio estava preso em Itajaí e não queria ser transferido para o Curitiba

 Foi encontrado morto em uma cela do presídio de Itajaí (SC), nesta quinta-feira (13), o sargento da Polícia Militar do Paraná Flavio Henrique Rodrigues da Silva, suspeito de comandar uma quadrilha de policiais que fazia execuções por encomenda. Flavio, investigado por pelo menos três assassinatos, foi encontrado enforcado na cela. A polícia trabalha com a hipótese de suicídio. Informações apuradas pela Banda B dão conta que o sargento seria trazido para o Paraná na semana que vem e não queria a transferência.

O sargento estava foragido e foi preso no dia 18 de dezembro em Camboriú (SC), usando documentos falsos.  Outros três soldados foram presos na “Operação Lei e Ordem”,  deflagrada no dia 14 de maio, e apenas Flavio estava foragido.

O sargento Flavio era suspeito de participação no assassinato de Reginaldo Bergamaschi, ocorrido no mês de março do ano passado, no bairro Umbará, em Curitiba.  Bergamaschi  trabalhava com revenda de veículos e terrenos e foi executado com tiros de fuzil calibre 556. Ele dirigia um Jeep Compass quando foi emboscado na esquina das ruas Antônio Andriguetto e América da Costa Saboia. A vítima chegou a derrubar um muro na hora em que foi baleada (ver imagens aqui). Ao descer, o atirador usou uma pistola 9 mm e efetuou mais disparos.

A vítima já tinha sido alvo de outro atentado há três anos.  Na época, o carro usado no crime foi encontrado na casa do sargento Flavio dois dias depois do assassinato. Ele prestou o depoimento e, sem mandado de prisão, saiu da delegacia, rompeu a tornozeleira e fugiu.

“Era um carro locado em Florianópolis, inclusive já sabemos que fazia o pagamento da locação. No depoimento logo após o crime, o sargento Flavio disse não saber sobre as balaclavas que estavam no veículo, o combustível, a luneta própria para fuzil; ou seja, faltou com a verdade”, disse o delegado Tito Barrichelo na deflagração da operação em maio.

A polícia Civil de Santa Catarina informou que trata-se de ocorrência de suicídio, onde a guarnição foi acionada via central de emergência. Quando o socorro chegou no complexo penitenciário, o sargento já estava morto.  O agente de segurança notou que ele estava pendurado por um lençol por volta das 17h20

Em 2017, o sargento chegou a ser indiciado pelo assassinato de um casal em uma churrascaria no bairro Rebouças, em Curitiba. Ainda assim, permaneceu na Polícia Militar respondendo a processo disciplinar com tornozeleira eletrônica. Quando ocorreu o crime do casal, Flavio era soldado e, mesmo respondendo a processo pelo duplo assassinato, foi promovido a sargento.

Mesmo considerado foragido da Justiça desde março de 2019, ele permaneceu recebendo o salário de militar. Segundo sua folha de pagamento, publicada no Portal da Transparência do Paraná, no início do mês de março, Flavio recebeu R$ 6.157,87 bruto e R$ 5.267,39 referente ao seu ‘trabalho’ no mês de abril. Além disso, ele usava uma tornozeleira eletrônica, desde 2017, devido ao seu envolvimento com a morte do casal de advogados na churrascaria.

(Foto: Reprodução)

Imagens do vídeo com o momento da morte de Reginaldo

Em maio, na deflagração da operação, por meio de nota, a Polícia Militar informou que colaborou com as investigações e que a Corregedoria tem atuado para esclarecer os fatos.

A Polícia Civil de Santa Catarina ainda nãos e manifestou sobre a morte do sargento.

Fonte: BANDAB

Operação apreende R$ 1,1 milhão em veículos e imóveis de traficantes em Porto Alegre

Polícia Civil / Divulgação  A Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios, deflagrou na manhã desta sexta-feira (7) operação contra integrantes de uma facção criminosa investigada por tráfico de drogas e homicídios em Porto Alegre. Segundo a apuração, o grupo atua no bairro Lomba do Pinheiro e, nos últimos meses, começou a lavar dinheiro comprando veículos e imóveis em nome de laranjas — os bens foram avaliados em R$ 1,1 milhão.

A investigação começou a partir do monitoramento de um dos três imóveis sequestrados judicialmente nesta sexta, que fica no bairro Aberta dos Morros, zona sul da Capital. Os agentes confirmaram que a casa, de classe média e que tinha grande movimento de carros e de pessoas, pertencia ao líder do grupo criminoso.

Os traficantes têm base na zona leste da cidade e são ligados a uma quadrilha que passou a agir na região na década passada e que, atualmente, pratica crimes em todo o Estado e no sul de Santa Catarina.

Além do imóvel na Aberta dos Morros, outros dois também foram alvo de mandado de apreensão. Os endereços não foram divulgados e, devido à Lei de Abuso de Autoridade, não será repassado o nome do traficante apontado como líder do grupo criminoso.

Cinco veículos foram recolhidos e contas bancárias, bloqueadas. Após a análise destas contas, o valor apreendido pode superar o montante de R$ 1,1 milhão. 

Em um dos imóveis alvo de busca, um foragido do sistema semiaberto foi recapturado. O homem, que também não teve o nome divulgado, tem antecedentes por tráfico de drogas e homicídio.

A investigação, que resultou na operação desta sexta-feira e recebeu o nome de Whiskey Charlie Bravo, começou em março de 2019. Outros traficantes estão sendo investigados e mais bens adquiridos por meio de lavagem de dinheiro estão na mira da polícia. Para isso, foi solicitada também a quebra dos sigilos bancários e telefônicos de todos os suspeitos de integrar a organização criminosa. Cerca de 50 policiais cumpriram nove mandados de busca e apreensão.

Polícia Civil / Divulgação
Cerca de 50 policiais civis cumprem nove mandados de busca e apreensão em Porto Alegre Polícia Civil / Divulgação
 

Primo de chefe de milícia é um dos cinco PMs presos em megaoperação no Rio

Um dos 33 presos na Intocáveis II chega à Cidade da Polícia A operação Inotocáveis II, do Ministério Público do Rio e da Polícia Civil, cumpriu até agora 33 mandados de prisão contra pessoas acusadas de pertencer à milícia que domina as regiões de Rio das Pedras e Muzema, na Zona Oeste. Entre eles, estão cinco policiais militares em atividade: Fábio Costa da Silva, vulgo Fabinho, do 4ºBPM (São Cristóvão), Rodrigo Vassali Dutra, do 18ºBPM (Jacarepaguá), Wesley da Silva Rodrigues, vulgo Sapê e Francisco Valentim de Souza Junior, ambos do 31ºBPM (Recreio), além do PM da reserva Epaminondas de Queiroz Medeiros Junior, o Capitão Queiroz. Um sexto policial denunciado, Durval de Souza Teixeira, vulgo Teixeira, segue foragido.

Lotado num batalhão bem longe de Rio das Pedras, o envolvimento de Fabinho se dá por um laço sanguíneo. O policial militar é primo de Maurício Silva da Costa, o Maurição, um dos chefões da milícia que domina aquela região, preso no início do ano passado, na primeira etapa da operação. Inicialmente, o MP apurou a informação de que Fabinho era sobrinho do miliciano. No entanto, nesta sexta-feira, o Gaeco corrigiu o dado, acrescentando que fez novas apurações sobre o investigado.

Rodrigo Vassali, PM desde 2011, lotado no 18ºBPM (Jacarepaguá), é apontado pelos policiais e promotores como um dos responsáveis por recolher a chamada "taxa de segurança" de moradores e comerciantes. De acordo com a investigação, ele era subordinado a uma figura antiga de Rio das Pedras, e respeitada na hierarquia do bando, Paulo Barraco, vulgo Bigode. Em conversas interceptadas pelo MP, o policial militar chama Paulo de "chefe".

Wesley da Silva Rodrigues, vulgo Sapê, também lotado no 31ºBPM. Sapê era tido como um dos soldados de confiança tnato de Maurição quanto de Manoel de Brito, o Cabelo. Moradores denunciaram que, ultimamente, ele vinha fazendo cobranças em estacionamentos da milícia, a comerciantes e, também, fazendo a segurança dos milicianos que atualmente comandam a feira livre em Rio das Pedras.

O segundo-sargento Francisco Valentim da Silva Junior é outro policial militar do 31ºBPM apontado pelo Ministério Público e pela Polícia Civil por envolvimento com a milícia de Rio das Pedras. Na PM desde 2000, Valentim, de acordo com a denúncia, cobrava taxas de comerciantes, recebia dinheiro da exploração de mototaxistas e fornecia informações privilegiadas aos paramilitares sobre operações da PM realizadas na área de atuação da organização criminosa.

O policial militar da reserva, Epaminondas de Queiroz Medeiros Junior, vulgo Capitão Queiroz, é figura conhecida na comunidade. No início dos anos 2000, ele chegou a se candidatar como deputado federal e como vereador. À época, fez grande campanha em seu reduto, Rio das Pedras. Naquela ocasião, Queiroz recebeu apoio do chefe da milícia, o delegado Félix Tostes, o que seria um dos fatores que culminariam na morte de Tostes, assassinado a mando do até então aliado Nadinho, que discordava de suas convicções. Ele viria a disputar o poder de Rio das Pedras com Nadinho logo depois. O PM da reserva possui um apartamento de alto padrão no condomínio Golden Green, na Barra.

Sexto PM está foragido

Foragido, o sargento Durval de Souza Teixeira, conhecido como Teixeira, está na Polícia Militar desde 1995. Segundo os investigadores, o policial do 31ºBPM (Recreio) é integrante do grupo armado da milícia, e atua como solado de vigilância em Rio das Pedras e fazendo patrulhamento pelas regiões adjacentes, como a Muzema.

Além da prisão, a Justiça também ordenou que eles sejam afastados de suas funções até o fim do julgamento, com consequente suspensão do porte de arma e de todas as prerrogativas do cargo, exceto a remuneração.

Fonte: EXTRA

Três presos fogem da papuda nesta terça (28)

Presos fizeram buraco na parede e escaparam do complexo. Última fuga havia sido registrada há quatro anos

 Três presos fugiram do bloco 1 do Centro de Detenção Provisória (CDP) do Complexo Penitenciário da Papuda na madrugada desta terça-feira (28). Os detentos abriram um buraco na parede e fugiram do presídio.

Fontes confirmaram a informação ao Jornal de Brasília. Os fugitivos são Roberto Barbosa dos Santos, André Candido Aparecido da Silva e Carlos Augusto Mota de Oliveira.

A ocorrência foi registrada na 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião).

O complexo não registrava uma fuga há quatro anos. No dia 21 de fevereiro de 2016, 10 detentos da Penitenciária do Distrito Federal 1 (PDF 1) fugiram durante a chamada feita pelos agentes penitenciários, conhecida como “confere”.

Fonte: JORNALDEBRASILIA

Filha finge sequestro para extorquir dinheiro da mãe e é presa em Campinas

Resultado de imagem para Filha finge sequestro para extorquir dinheiro da mãe e é presa em Campinas Maria Júlia, de 19 anos, armou o próprio sequestro com a ajuda do namorado e de mais dois amigos, para extorquir dinheiro de sua mãe. A polícia descobriu todo o plano e prendeu os quatro envolvidos na tentativa de golpe.

Fonte: R7

Mais artigos...

vetenuo

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

Impakto nas Redes Sociais

                                   

www.impactocarcerario.com.br

 

blogimpakto  acervo         jornalismoinvestigativo

Desenvolvido por: ClauBarros Web