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Policial militar é estuprado por travesti em Minas Gerais

1 David Lincoln teria contratado os serviços da travesti, conhecida na região como Thais, por R$ 30.

Segundo informações do portal breaking, o soldado da Polícia Militar de Minas Gerais, David Lincoln , foi estuprado no último dia 21 por uma travesti conhecida como Thais, após contratar os serviços da mesma, na avenida Afonso Pena, local de ponto de prostituição de travestis, em Belo Horizonte.

Segundo consta no boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por pessoas que passavam pela avenida Afonso Pena, cruzamento com avenida Getúlio Vargas, comunicando que havia um homem com a ânus sangrando e correndo pela rua gritando. O PM informou aos policiais que teria contratado o serviço da travesti e que pagaria R$ 30.

Os dois foram para o loteamento e Lincoln encostou seu veiculo, quando, segundo ele, a travesti começou acariciar seu ânus, levando ele a dar uma mordida no pênis da travesti.

Após isso a travesti Thaís o imobilizou usando técnicas de hapkido e amarrou em uma árvore próxima, abusando do policial. O PM foi violentado por aproximadamente 3 horas consecutivas.

Equipe do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada e Lincoln foi encaminhado ao Hospital. O caso foi registrado como estupro, e a travesti encaminhada ao presídio.

Fonte: https://diariodoestadogo.com.br

Policiais rodoviários presos são suspeitos de faturar mais de R$ 10 milhões com propina e venda de mercadorias ilegais, aponta MP

02 30 policiais foram presos em operação realizada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) e pela Corregedoria da Polícia Militar. Áudios revelaram como policiais integrantes do esquema agiam.

Nos últimos dois meses, 30 policiais foram presos no Paraná suspeitos de ajudar contrabandistas de produtos paraguaios. Segundo o Ministério Público do Paraná (MP-PR), a suspeita é que os integrantes do esquema tenham faturado mais de R$ 10 milhões com propina e venda de mercadorias ilegais.

Áudios obtidos pelo MP-PR e pela Corregedoria da Polícia Militar revelam um esquema de cobrança de propina para liberação de cargas e desvio de mercadorias apreendidas. Integrantes do grupo criaram até uma loja para revender os produtos desviados.

Em julho, a operação denominada Força e Honra prendeu 14 policiais rodoviários estaduais. Todos são suspeitos de corrupção, por facilitação de passagem de veículos com mercadorias paraguaias e drogas que entraram no país de forma ilegal.

O capitão Rodrigo dos Santos Pereira, que era o comandante da 4ª Companhia da Polícia Rodoviária do Paraná, está entre os presos.

Na casa dele foi encontrada certa quantia em dinheiro em um guarda-roupa que, segundo as investigações, pode ser proveniente de propina.

Em 2019, o capitão Rodrigo deu uma entrevista comentando a prisão de policiais também presos por corrupção.

“A Polícia Militar, ela está atenta a toda e qualquer desvio de conduta que ocorram nos postos da polícia rodoviária”, disse à época.

Dois anos depois, o capitão da PRE foi preso preventivamente pelos crimes de peculato, concussão, corrupção passiva e por organização criminosa.

Escutas telefônicas e ambientais feitas com autorização da justiça revelaram a ação dos policiais.

  • Sargento 1: Estão pagando forte o capitão.
  • Sargento 2: Eu chutei 10 conto, por mês, assim.
  • Sargento 1: Tão pagando forte, hein?

As investigações da Corregedoria da Polícia Militar, em conjunto com o Ministério Público, apontam que o capitão Rodrigo recebia pagamentos mensais para encobrir o esquema de corrupção dos seus comandados e ajustar a escala dos patrulheiros no posto policial no noroeste do estado.

“Além desse capitão, outros policiais lotados na 4ª Companhia também recebiam para as mesmas escalas permanecerem em Cruzeiro do Oeste", explicou a promotora do Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Juliana Stofella Costa.

Entre os crimes cometidos estava o desvio de parte das mercadorias apreendidas.

  • Cabo: Esse perfume é o melhor que existe no mundo, eu adoro.
  • Sargento: Mas pra quem que vai vender essa porra? (…) Vamos pegar só uma caixa, cara

Para não levantar suspeitas, os policiais preenchiam os boletins de ocorrência com informações imprecisas sobre as apreensões.

  • Cabo: Não pode por o lugar onde foi apreendido, nome, placa, nada, valor, nada. (...) O negócio que o capitão mandou no grupo, vê no grupo de Cruzeiro. Só o tipo de mercadoria.

Sem a quantidade, apenas uma pequena parte das mercadorias apreendidas era apresentada à Receita Federal.

  • Cabo Você viu o tanto de celular? Ali tem milhão de coisa, hein?
  • Sargento: Pagava o capitão uns 3 mês adiantado, hã?
“Geralmente eles se apropriavam em tese dos objetos mais valiosos e entregavam, digamos assim, o resto para a Receita Federal”, explicou o promotor do Gepatria, Diogo de Araújo Lima.

A maioria dos envolvidos no esquema trabalhava no posto da Polícia Rodoviária Estadual de Cruzeiro do Oeste, no noroeste do Paraná.

As investigações do Ministério Público apontam que, muitas vezes, os policiais suspeitos de corrupção escondiam as mercadorias desviadas nos próprios carros que ficavam estacionados nos fundos do posto policial.

  • Sargento: HD externo?
  • Soldado: HD externo não, nós já roubou tudo!

Segundo os investigadores, dois policiais chegaram a abrir uma loja para vender os produtos eletrônicos desviados. Mas, a maioria era repassada a comerciantes da região a preços abaixo do mercado.

O principal receptador, segundo a investigação, era Sidney Ronaldo Ribeiro, conhecido como Tucano, que é vereador na cidade de Campo Mourão.

  • Sargento: Cara é vereador rapaz. Vereador de campo mourão.
  • Cabo: Ele compra até droga?
  • Sargento: O que você tiver. O que tiver. Na hora. Ele vem buscar aqui. Ele é o cara.

O vereador também foi preso na operação, mas conseguiu um habeas corpus e está em liberdade. A loja dele está fechada.

"Ao final da instrução processual será comprovado que, realmente, não havia nenhuma justificativa para o envolvimento do nome nesta investigação. O mesmo é absolutamente inocente", afirmou o advogado do vereador de Campo Mourão, Elso de Souza Morais.

A investigação mostrou que o grupo mantinha um esquema muito bem organizado de cobrança de propina, que variava de acordo com o tamanho do veículo e do que era transportado. Quem pagava era liberado.

  • Sargento: Qual caminhão que é?
  • Contrabandista: Três quarto. Pequenininho
  • Sargento: Essa carga está vindo maconha isso aí?
  • Contrabandista: É
  • Sargento: É dois mil e quinhentos.

Em uma das negociações com um contrabandista para a liberação de uma carga de cigarros, os policiais pediram R$ 200 mil de propina.

  • Sargento: É, véi, é 200 mil pra tirar
  • Contrabandista: Rapaz, pra falar a verdade com você, estou com 20 conto, ali
  • Sargento: Cento e cinquenta conto. Você pode trazer aqui e já leva o caminhão. Se não eu vou encaminhar e não quero nem conversa com ninguém. E já vai me deixar 75 agora e os outros 75 você traz segunda-feira para não ficar ruim pra você. Se não trazer meu irmão, você pode comprar um aviãozinho pra passar.

Segundo o Ministério Público, quando havia apreensão de drogas, parte da carga também era desviada.

  • Sargento 1: Tem uma apreensão de maconha. A do caminhão ele falou pra mim que o sub quer que leva na chácara dele.
  • Soldado: Rapaz, cê é loco?! O Comandante do posto falou isso? Na casa dele?

O comandante do posto era o Subtenente Elizeu Correia de Melo, que também foi preso na operação.

“São pessoas que estão atentando tanto contra a população, contra a corporação da PM e, portanto, merecem ser responsabilizadas”, disse a promotora Juliana Stofela.

O advogado do Capitão Rodrigo e do Subtenente Elizeu Correia de Melo nega as acusações que recaem sobre os clientes.

"O capitão Rodrigo não pegava mensalinho ou mensalão, ou mesadas de eventual ato de corrupção. O subtenente Elizeu não é traficante. Os trechos captados e interpretados não correspondem a realidade em relação aos soldados. No momento que esses policiais puderem responder a todas essas fantasias trazidas pelos acusadores, só vai restar a absolvição para todos eles", disse Cláudio Dalledone Júnior.

A suspeita é que os policiais corruptos tenham faturado mais de R$ 10 milhões com propinas e venda das mercadorias.

Os policiais continuam presos, se condenados podem pegar até 30 anos de cadeia.

O Comandante da Polícia Militar no Paraná Coronel Hudson Leôncio Teixeira, afirma que a corporação está atuando no combate aos policiais que não cumprem com o dever de cidadão.

“Existe falha sim, senão existe falha nós não teríamos esses policiais envolvidos em corrupção. O importante é salientar que nós não compactuamos com esse tipo de atitude. Graças a esse empenho da Corregedoria em conjunto com o MP nós estamos tirando os policiais de circulação. Nós temos excelentes policiais, a maioria trabalha corretamente”, enfatizou o Comandante.

Fonte: https://g1.globo.com

Oficial da PM acusado de ser segurança de bicheiro é expulso da corporação

 Acusado no Conselho de Justificação (CJ) da Polícia Militar de ser integrante de um grupo criminoso e segurança de um bando que explorava a máfia de caça-níqueis na Zona Oeste do Rio, ligado ao falecido bicheiro Fernando Iggnácio de Miranda, o tenente-coronel da PM Marcelo Bastos Leal foi expulso da corporação.

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A demissão do oficial foi assinada pelo governador Cláudio Castro e publicada no Diário Oficial com data retroativa ao dia 30 de julho último. Com a decisão, o policial perde, entre outras coisas, a patente, a carteira da corporação e o direito de andar armado

A decisão de demitir o oficial foi recomendada pelo Conselho de Justificação, que considerou o PM como culpado das acusações, e ratificada pelo coronel Rogério Figueiredo, secretário estadual de Polícia Militar e pelo Tribunal de Justiça do Rio. O parecer foi encaminhado ao governador Cláudio Castro, que por sua vez, optou por publicar a demissão no Diário Oficial.

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Segundo denúncia recebida pela PM, em agosto de 2013 o policial foi denunciado na Auditoria de Justiça Militar por crimes de corrupção ativa e passiva, além de exercício de comércio por oficial. Em interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça, durante a Operação Perigo Selvagem, em 2012 e parte de 2013, Leal que era apelidado de Pretinho ou Pastor, foi citado em ligações de funcionários de fachada de uma empresa, da qual ele era seria chefe de segurança, e que era utilizada para controlar e explorar máquinas de caça-níqueis nos Bairros de Realengo, Bangu e adjacências. Segundo a denúncia recebida pela PM, o oficial também era o responsável por negociar o parcelamento de dívidas contraídas por donos de bares e de negociar o pagamento de propinas a outros policiais.

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Segundo decisão do Conselho de Justificação, o procedimento foi instaurado depois que o oficial e outras 24 pessoas foram denunciadas em um processo como integrantes de um grupo criminoso ligado a Fernando Iggnácio que pratica crimes como homicídios, comércio ilegal de armas, extorsão e corrpução ativa e passiva. Tudo para viabilizar a exploração de máquinas de caça-níqueis em Bangu com ramificações em Padre Miguel, Realengo, Viegas, Senador Camará, Honório Gurgel, Barros Filho, Marechal Hermes, Ricardo de Albuquerque, Oswaldo Cruz e Campo Grande .

Genro de Castor de Andrade, o bicheiro Fernando Iggnácio de Miranda foi morto com tiros de fuzil no dia 10 de novembro do ano passado. Ele havia acabado de chegar de viagem, quando foi atingido por disparos no estacionamento de um heliporto, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.

Fonte: https://extra.globo.com

PF prende quadrilha que contrabandeou uma tonelada de ouro para Europa

Esquema de transporte tinha participação de agente federal

Ouro A Polícia Federal desarticulou nesta terça-feira, 27, uma quadrilha especializada em contrabandear ouro extraído ilegalmente em garimpos na região norte do país. 

Ouro e jóias eram enviados do Brasil para a Itália com a ajuda de um policial federal envolvido no esquema. 

A estimativa da PF é que a quadrilha, que atuava desde 2017, transportou nos primeiros dois anos de operação cerca de uma tonelada de ouro para o país europeu. 

As investigações começaram depois da prisão do policial, que atravessava a carga da área pública do aeroporto do Galeão até a parte restrita. 

Durante o inquérito, que tem mais de dois anos, a PF conseguiu apreender 17,7 quilos de barras de ouro e joias avaliadas em mais de um milhão de dólares.

No esquema, mulas eram responsáveis por transportar o material entre países. A organização também trazia ilegalmente joias da Ásia e Estados Unidos para o Brasil.  

Nesta terça estão sendo cumpridos pelo menos quatro mandados de prisão e 21 de busca e apreensão em oito cidades do Rio, São Paulo e Minas Gerais. Às 11h10, três alvos já tinham sido localizados e presos. 

As investigações tiveram apoio da Receita Federal. Os envolvidos poderão ser enquadrados nos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, contrabando e receptação qualificada. 

Os integrantes da quadrilha também poderão responder por usurpação de bens da União, já que se tratava de ouro retirado de áreas não concedidas para a exploração da iniciativa privada. Pela lei brasileira, os recursos naturais sob a terra são de propriedade do governo federal e só podem ser explorados com autorizações específicas. 

Fonte: https://veja.abril.com.br

Polícia Civil mira líderes de igreja envolvidos em trabalho escravo infantil

https://www.plantaomaringa.com/fotos/noticias/gd_policia-civil-mira-lideres-de-igreja-envolvidos-em-trabalho-escravo-infantil-5312-1225.jpgA Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas, desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira (23), para cumprir seis ordens judiciais contra família de líderes religiosos envolvidos no aliciamento de crianças e adolescentes com intuito de submetê-las ao trabalho escravo. Ao menos cinco crianças foram vítimas dos indivíduos. 

A ação ocorreu em Maringá, no Norte do Estado, com objetivo de cumprir três mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão. Dezoito policiais civis participam da operação, que conta com o apoio da Vigilância Sanitária e do Conselho Tutelar.

CRIME- Os alvos da operação são pai, mãe e filho. Os três são líderes religiosos e comandavam a venda de pizzas feitas em uma igreja, em Maringá e cidades da região. O trio atraia as crianças e adolescentes afirmando que a ação seria uma obra divina e que o dinheiro seria doado para crianças com câncer. 

Após o aliciamento, os menores eram submetidos ao trabalho forçado, em jornada excessiva. Os suspeitos ainda obrigavam as crianças a prestar contas relacionadas às vendas, por meio de ameaças e agressões físicas e verbais.  

Uma das vítimas, de 13 anos, foi subtraída dos pais para trabalhar como empregada doméstica na casa da família de pastores. Os pais que tentavam contestar os métodos do grupo também eram agredidos e ameaçados.

Fonte: Polícia Civil mira líderes de igreja envolvidos em trabalho escravo infantil | Plantão Maringá (plantaomaringa.com)

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