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Governo vai investir R$ 14 milhões em reforma de prisões

Governo vai investir R$ 14milhões em reforma de prisões  -Foto: Gilson Abreu/AEN O governador Carlos Massa Ratinho Junior autorizou a execução de um grande pacote de reformas e reparos em penitenciárias, cadeias públicas, delegacias, casas de custódia e institutos médicos legais (IML) do Estado. De acordo com o Departamento Penitenciário do Paraná (Depen-PR) serão investidos neste ano R$ 14 milhões na modernização de 33 unidades, em 13 municípios paranaenses. Os recursos são do Tesouro do Estado.

As obras serão gerenciadas pela Paraná Edificações (Predi), vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, e atendem a necessidade de cada complexo. Vão desde a instalação e substituição de grades em diversos pontos, reformas de refeitórios até a renovação completa de instalações elétricas.

Maringá, Cruzeiro do Oeste, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Cascavel, Londrina, Ponta Grossa, Guarapuava, Curitiba, Piraquara, São José dos Pinhais, Pinhais e Umuarama são as cidades que terão unidades reformadas. O prazo previsto de execução das obras é, em média, de 210 dias.

“O Paraná avança no combate à criminalidade. Com isso, o grande desafio passa a ser a questão carcerária, encontrar mecanismos para modernizar o sistema”, disse Ratinho Junior. “Ao longo do tempo o Paraná acabou deixando essa questão de lado. Assumimos o mandato com um déficit muito grande na área. Agora estamos fazendo projetos e encaminhando as licitações para resolver o problema”, acrescentou o governador.

Diretor-geral do Depen, Francisco Caricati, explicou que boa parte do sistema prisional do Estado é bastante antigo, necessitando de manutenção periódica. “O que estamos fazendo também é a modernização das unidades, garantindo mais segurança e confiabilidade ao sistema”, destacou.

REGIÃO METROPOLITANA – Parte considerável do investimento se dará na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), especialmente em Piraquara, cidade que concentra as maiores penitenciárias do Estado.

Do investimento total, R$ 426 mil serão destinados à Colônia Penal Agroindustrial do Paraná (CPAI), localizada em Piraquara. Para a unidade, está prevista a instalação e substituição de grades em diversos pontos e, também, uma reforma no refeitório e em alguns alojamentos. As obras no CPAI devem iniciar em março.

Outra unidade beneficiada é o Complexo Médico Penal (CMP), que fica em Pinhais. Com investimento de quase R$ 370 mil, a reforma, que deve começar também no próximo mês, prevê a substituição das coberturas de parte do complexo, além de reparos e impermeabilização em alguns setores.

Já a Penitenciária Central do Estado (PCE), com capacidade para 1.320 presos, receberá R$ 1,7 milhão nesta fase de modernização. Outros R$ 404 mil estão empenhados para a intervenção da Penitenciária Estadual de Piraquara I, que atende até 723 condenados.

CURITIBA – A Casa de Custódia de Curitiba (CCC), localizada no bairro Cidade Industrial de Curitiba também passará por reforma. Prevista para iniciar em abril, a obra, que terá custo de quase R$ 408 mil, inclui novas instalações elétricas, hidráulicas, contra incêndios e de caixa d’água. Além disso, há previsão de investimentos em grades e alambrados.

IML – Além das unidades prisionais, o Instituto Médico Legal (IML) de Umuarama, na Região Noroeste, ganhará melhorias. O investimento é de R$ 190 mil, com a finalização da obra prevista para o mês de outubro.

CADEIAS NOVAS – O Governo do Paraná confirmou no fim do ano passado a abertura 3 mil novas vagas no sistema prisional no Estado com a construção de quatro novas cadeias públicas, além da implantação de três novas delegacias. O investimento soma R$ 81 milhões.

As cadeias públicas serão construídas em Foz do Iguaçu, Londrina, Ponta Grossa e Guaíra. Já as três delegacias serão entregues em cidades da Região Metropolitana de Curitiba: Araucária, Almirante Tamandaré e Colombo.

As obras das cadeias públicas estão em andamento desde o começo de setembro e têm previsão de entrega para o segundo semestre de 2020. O investimento é de R$ 69 milhões – a maior parte dos recursos de um convênio com o Governo Federal, com contrapartida do Tesouro Estadual.

“Estamos trabalhando na reforma e construção de presídios, mas também na ressocialização dos detentos, para que eles possam sair das cadeias do Estado de forma qualificada”, ressaltou Caricati.

Fonte: AEN

André Maia e IAPEN assinam convênio para inserir detentos na limpeza pública no Quinari

LIMPA 02 O prefeito de Senador Guiomard, André Maia (PSD) estará assinando o Termo de Cooperação Técnica de Trabalho nesta sexta-feira, 21, juntamente com o diretor do Instituto de Administração Penitenciário, Lucas Gomes na sede da Secretaria Municipal de Obras. O objetivo do convênio é envolver os detentos em regime efetivo de ressocialização com a oportunidade de trabalho.

Segundo o prefeito o município carece de investimentos na limpeza da cidade e manutenção de prédios públicos. "Como a prefeitura não tem recursos suficientes para contratar diversos funcionários, decidimos diminuir os custos e fazer o trabalho também de ressocialização. Uma forma que encontramos para ajudar essas pessoas que precisam de uma oportunidade para sair do caminho errado que viviam", destacou o prefeito.

Para André Maia os detentos que são todos de Senador Guiomard irão contribuir muito na limpeza da cidade e dos espaços públicos. "Esperamos ser uma parceria de quem quer ajudar realmente o município. E que todos venham com espírito de paz, armonia e vontade de trabalhar de verdade. Já compramos os equipamentos de limpeza e amanhã estaremos realizando finalmente este convênio que ajudará nossa cidade e as famílias dos detentos", explicou Maia.

A solenidade de assinatura do convênio será firmada na sede da Secretaria Municipal de Obras, localizada na frente do trevo da BR 317 na saída de Senador Guiomard em direção a corrente e regiões dos municípios do Alto Acre.

Fonte: NOTICIIASDAHORA

Mulher de presidiário é flagrada com processo escrito no corpo

Um agente de fiscalização percebeu que a jovem aparentava nervosismo e verificou que suas pernas estavam riscadas a caneta 

Divulgação Uma mulher foi flagrada, nesse domingo (16/02/2020), tentando entrar no Centro de Detenção Provisória Masculino 1 (CDPM 1) com o texto do processo criminal de seu companheiro escrito no corpo.

A visitante aparentou nervosismo na hora da revista e, ao passar pelos procedimentos operacionais de fiscalização, um agente percebeu que as pernas dela estavam riscadas a caneta.

Fonte: METROPOLES

Natal no Cárcere leva mensagem de conforto a 12 mil apenados

 Pelo quinto ano consecutivo, o Conselho da Comunidade da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba – Órgão da Execução Penal realizou o projeto Natal no Cárcere nas 10 penitenciárias e 3 cadeias públicas da RMC, e em delegacias da capital. Durante duas semanas, o evento levou mensagens de conforto aos apenados e funcionários das unidades.

“O projeto nasceu da necessidade de levar um conforto espiritual às pessoas que cumprem penas no Estado. Elas lá estão para pagar sua dívida com a sociedade, mas não deixaram de ser seres humanos. Elas sentem falta de estarem junto às suas famílias na época do Natal”, afirma Isabel Kugler Mendes, presidente do Conselho da Comunidade da RMC. “Fazemos a festa também para os funcionários, que sofrem por causa do caos que é o sistema prisional paranaense.”

Representantes das pastorais Católica, Evangélica e Espírita participaram do projeto, levando mensagens espirituais às pessoas.

Lanche

Durante as duas semanas do Natal no Cárcere, foram distribuídos lanche e refrigerante aos presos e servidores. Para animar o projeto, a dupla sertaneja Bruno César & Leandro se apresentou em todas as unidades.

Um terço da população carcerária do Paraná está atrás das grades em penitenciárias e cadeias da Grande Curitiba. São 12 mil apenados. “As unidades estão superlotadas e são como panelas de pressão prontas a explodir. A festa ajuda a acalmar os ânimos”, diz a presidente do Conselho da Comunidade da RMC. O projeto Natal no Cárcere ocorreu entre 2 e 13 dezembro nas seguintes unidades: Penitenciária Central do Estado (PCE); Colônia Penal Agroindustrial (CPAI); Penitenciária Central do Estado – Unidade de Progressão (PCE-UP); Penitenciária Feminina do Paraná (PFP); Penitenciária Estadual de Piraquara I (PEP I); Penitenciária Estadual de Piraquara II (PEP II); Casa de Custódia de Piraquara (CCP); Casa de Custódia de Curitiba (CCC); Casa de Custódia de São José dos Pinhais (CCSJP); Complexo Médico Penal (CMP); Cadeia Pública de Curitiba; Cadeia Pública de Rio Branco do Sul; e Cadeia Pública de Campo Largo.

Fonte: CONSELHODACOMIDADECWB

Hospital de Livros muda a vida de detentos na PEPG

Somente no ano passado, foram restaurados mais de 1,8 mil livros pelos 47 restauradores da Penitenciária Estadual de Ponta Grossa

 Conhecido como Hospital de Livros, o setor de recuperação de publicações, instalado na Penitenciária Estadual de Ponta Grossa (PEPG), já recuperou cerca de 6 mil exemplares de bibliotecas penais, escolas municipais e do Instituto Pegaí – Leitura Grátis. Além das restaurações, o projeto também já ilustrou e imprimiu alguns cordéis, recebeu prêmio de boas práticas e tem mudado a vida de detentos da unidade.

Com o objetivo de proporcionar aos presos uma oportunidade de profissionalização e remição de pena, o Hospital de Livros restaura exemplares danificados e os disponibiliza novamente à comunidade. “O projeto também tem a finalidade de recuperar obras literárias, muitas vezes abandonadas e destruídas pelo desgaste natural ou pela má utilização”, destaca o vice-diretor da PEPG, William Daniel de Lima Ribas.

O canteiro foi implantado em junho de 2016, após a realização de uma oficina de restauração, que, na época, formou sete presos. “Funcionou inicialmente apenas como apoio ao Projeto Pegaí - Leitura Grátis, mas tem se estendido para apoiar outras Instituições e outros projetos”, afirmou Ribas. Hoje, já são 47 restauradores e, somente no ano de 2019, foram restaurados 1.835 livros e produzidos 886 cordéis.

Ainda em 2016, os presos receberam a missão de ilustrar o primeiro cordel, de autoria do escritor pernambucano Josué Limeira. Mais de mil exemplares da obra foram impressos na própria unidade. Outras duas obras do mesmo tipo também estão sendo confeccionadas no Hospital de Livros. “O Cordel, aliás, foi criado com o objetivo de divulgar o projeto todo”, contou Ribas.

Restauração

Os livros, segundo o vice-diretor da unidade, chegam ao Hospital com os mais diversos problemas e, muitas vezes, precisam, inclusive, de uma nova capa. “Quando não é possível a recuperação da capa original, o livro ganha uma nova, desenhada pelos presos do canteiro, que, para fazer a ilustração, precisam ler o conteúdo e conhecer a história, o que estende o acesso à cultura”, afirma.

Segundo o vice-diretor da PEPG, para viabilizar o projeto, logo no início, o Instituo Pegaí disponibilizou à unidade todo o equipamento necessário para o trabalho, como papel, caneta, cola, guilhotina e prensa. No ano passado, o Sistema de Controle de Execuções Penais (Siscopen) doou computador, impressora, máquina fotográfica e outros materiais de restauração. “A ideia é que os equipamentos ajudem a aperfeiçoar o nosso sistema de restauração de livros”, explica Ribas.

Reconhecimento

Mais de 800 pessoas, entre professores e estudantes universitários da região, escritores e autoridades, já visitaram as instalações do Hospital de Livros, que também recebeu menção honrosa no 3º prêmio Boas Práticas em Gestão, promovido pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe).

Além disso, recentemente, a unidade foi convidada pela Secretaria Municipal de Educação de Ponta Grossa a expor seus trabalhos na Feira do Livro. “Isso possibilitou a divulgação do projeto para inúmeras pessoas que visitaram o estande”, destaca Ribas.

Fonde: D.AREDE

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