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Presos fogem durante transferência de penitenciária alagada em SC

 Porto Alegre

A Polícia Militar de Santa Catarina tenta recapturar cinco presos que fugiram durante megaoperação para esvaziar duas prisões de Tubarão, no sul do estado, devido a uma enchente na região.

Ao todo, 12 homens fugiram durante a transferência dos 759 presos, ocorrida na quinta-feira (5). Três foram localizados imediatamente e quatro em buscas realizadas desde então. Entre os cinco que permanecem foragidos, quatro eram presos provisórios e um está condenado.

As fugas ocorreram na madrugada de quinta, quando os presos caminhavam escoltados da penitenciária até um terreno mais alto, pertencente a um centro em que adolescentes cumprem medidas socioeducativas.

Prisão em meio a alagamento em Tubarão (SC)Prisão em meio a alagamento em Tubarão (SC); transferência terminou em fuga de presos - SAPSC / Divulgação

Apesar da ocorrência, a SAP (Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa) de Santa Catarina considera a transferência um sucesso, dada a urgência e o desafio logístico da operação, que mobilizou mais de 400 agentes de segurança de outras 14 unidades prisionais do estado.

Chuva

Desde o início da semana, três pessoas morreram em decorrência da forte chuva em Santa Catarina.

Duas mortes ocorreram em São Joaquim, na serra catarinense, onde dois homens de 45 e 60 anos foram encontrados em um carro capotado dentro do rio Rondinha na terça-feira (3). O terceiro caso ocorreu na quinta em Urubici, também na serra, quando um homem de 45 anos foi levado pela correnteza ao tentar sair de um automóvel.

Na tarde desta sexta (6), a Defesa Civil catarinense computava 115 municípios com ocorrências relacionadas às chuvas, somando 44 mil pessoas afetadas e 14 municípios em situação de emergência.

Até então são 518 desabrigados (pessoas que perderam suas casas) e 7.100 desalojados (que tiveram que deixar suas residências provisoriamente).

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/

Rebelião em presídio no centro do Equador deixa 43 mortos

Familiares esperam por notícias do lado de fora da prisão de Bellavista, no Equador, após massacre deixar ao menos 43 mortos QUITO - Pelo menos 43 detentos morreram em um motim em um presídio no centro do Equador, país afetado pelo aumento vertiginoso do tráfico de drogas e da criminalidade. Há mais de cem foragidos.

O ministro do Interior, Patricio Carrillo, anunciou que “todos os pavilhões estão sob controle” das autoridades da penitenciária Bellavista, em Santo Domingo los Tsáchilas (Colorados, a 80 km de Quito).

Segundo o comandante-geral da Polícia do Equador, Fausto Salinas, 108 presos ainda estavam foragidos após o motim. O ministro do Interior disse que 112 detentos haviam sido capturados.

As autoridades asseguram que confrontos entre gangues estão por trás da violência em Bellavista. O grupo Los Lobos “atacou e eliminou 41 pessoas de outra organização”, disse Carrillo, referindo-se à facção conhecida como R7. Os feridos foram levados a hospitais, enquanto parentes se aglomeravam nos arredores da penitenciária.

O massacre é o maior deste ano, superando o anterior, ocorrido há um mês na prisão da cidade andina de Cuenca, onde 20 presos morreram e pelo menos outros 10 ficaram feridos. O massacre de Cuenca também envolveu as gangues Los Lobos e R7.

Familiares esperam por notícias do lado de fora da prisão de Bellavista, no Equador, após massacre deixar ao menos 43 mortosFamiliares esperam por notícias do lado de fora da prisão de Bellavista, no Equador, após massacre deixar ao menos 43 mortos 

Apesar das múltiplas medidas adotadas – que incluem alocação de verba, transferência dos presos mais perigosos a um centro específico e a criação de uma comissão de pacificação – o governo do presidente Guillermo Lasso não tem conseguido conter as mais graves rebeliões penitenciárias da América Latina.

Desde fevereiro de 2021, 350 detentos morreram brutalmente nas prisões equatorianas, em meio a uma violência atribuída pelo governo ao confronto entre os grupos criminosos ligados ao narcotráfico.

Violência

Além dos massacres nas prisões, o Equador enfrenta um aumento da violência atribuído às gangues do narcotráfico motivada pela disputa pelo controle das operações e da exportação de cocaína, principalmente para Estados Unidos e Europa.

Após cenas de terror como o aparecimento de vários corpos decapitados e a atividade cada vez mais evidente e frequente de pistoleiros, o governo decretou estado de exceção por uma semana e meia nas províncias costeiras de Guayas, Manabí e Esmeraldas, na fronteira com a Colômbia.

Recentemente, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) divulgou um relatório sobre a crise carcerária no Equador, no qual insta o governo a retomar o controle interno das prisões, proporcionar condições dignas aos detentos e desenvolver políticas de prevenção ao crime que não priorizem o encarceramento.

Até o fim de 2021 havia mais de 36 mil detentos no Equador, quase 40% deles sem sentença, em 36 centros com capacidade para 30 mil pessoas, embora a superlotação tenha chegado a 62% em prisões como a de Guayaquil, a mais populosa do país, cenário dos episódios mais sangrentos vividos no ano passado.

Para resolver a crise carcerária, o governo do Equador está contratando 1.400 novos agentes penitenciários, concedendo cerca de 5 mil indultos a condenados por crimes menores e desenvolvendo a primeira política de direitos humanos do país para a população carcerária. /AFP e EFE

Fonte: https://www.estadao.com.br

Rebelião deixa ao menos quatro mortos na Penitenciária Lemos de Brito em Salvador/BA

 Caso acontece na tarde deste domingo (20). Sindicato dos Servidores da Polícia Penal do Estado da Bahia (Sinsppeb), houve quatro mortes entre os detentos. Governo não confirma.

Uma rebelião deixou pelo menos quatro detentos mortos na Penitenciária Lemos de Brito, em Salvador, na tarde deste domingo (20). Informações iniciais apontam que detentos utilizaram armas brancas, além de uma arma de grosso calibre, para atirar contra os agentes do Complexo Penitenciário localizado no bairro da Mata Escura, em Salvador. Policiais penais e militares atuam para tentar conter a ação realizada por um grupo de presidiários no Módulo 2 da unidade prisional.

 

Penitenciária segundo presidente do Sindicato dos Policiais Penais é uma tragédia anunciada

De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Penais (SINSPEB), Reivon Pimentel, a rebelião é uma tragédia anunciada. "Essa tragédia que está acontecendo tem que ser colocada na conta da Superintedência de Gestão Prisional porque a gente vem denunciando isso há anos", aponta. 

Veja vídeo produzido e transmitido por detentos da U.P

Para Reivon, além da Superintendência de Gestão Prisional, a Polícia Militar da Bahia (PMBA) também é responsável pela rebelião ter ocorrido. "Eu não sei o calibre da arma que eles portavam na hora de cometer os assassinatos ou tentar contra os policiais penais, mas pela fragilidade na segurança da Penitenciária Lemos de Brito, que é a maior do complexo, pode ser até que aja arma longa lá dentro, como fuzil, metralhadora. Então, foi uma tragédia anunciada e que o sindicato já denunciou e responsabiliza a Superintendência de Gestão Prisional pela inércia em resolver o problema", aponta.

"Existem falhas na estrutura da unidade e falhas na segurança, que deveria ser feita pela Polícia Militar, porque a segurança perimetral é de responsabilidade da Polícia Militar e não da Polícia Penal", informou, em entrevista ao BNews.

Familiares protestam

Familiares de detentos fazem protesto na frente do presídio — Foto: Muller Nunes/TV Bahia

O presidente mencionou ainda os recorrentes casos onde materiais como armamentos e drogas são lançados para dentro das dependências do presídio. "Se os meliantes adentram o complexo, se chegam próximo às unidades prisionais e arremessam, ou introduzem, armas e qualquer tipo de ilícito, a responsabilidade é da Polícia Militar", afirmou.

Ainda segundo o presidente do SINSPEB, o ato teria sido motivado por uma briga de facção e guarda de poder.

Policiais do BOPE entram no presídio para impor a disciplina

Policiais entram em presídio para conter rebelião 

Policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar da Bahia (Bope/PM-BA) entraram na penitenciária Lemos Brito, no bairro da Mata Escura, em Salvador, na tarde deste domingo (20), para conter a rebelião na unidade, que deixou pelo menos quatro mortos e outros feridos.

Fonte: https://leandroleandro2018.blogspot.com

Presos colocam fogo em colchões na Penitenciária Modulada de Uruguaiana

Princípio de incêndio atingiu seis alas na penitenciária. Detentos precisaram de atendimento médico por inalarem fumaça — Foto: Divulgação Presos teriam se revoltado ao saberem que visitas haviam sido canceladas para evitar o contágio do coronavírus.

Princípio de incêndio atingiu seis alas na penitenciária. Detentos precisaram de atendimento médico por inalarem fumaça — Foto: Divulgação

Detentos colocaram fogo em colchões nas celas da Penitenciária Modulada de Uruguaiana, Fronteira do estado, na noite de sexta-feira (21), durante uma rebelião. Um princípio de incêndio chegou a atingir seis alas.

A situação teria começado depois que os presos foram informados de que não haveria visitas no fim de semana para evitar a disseminação da variante ômicron da Covid-19.

Segundo o sindicato que representa os agentes penitenciários, Amapergs, três presos e um servidor precisaram de atendimento médico depois que inalaram fumaça, e outros dois tiveram escoriações. Ainda de acordo com o sindicato, a categoria está em estado de greve desde o último dia 11.

O pelotão de choque da Brigada Militar e agentes da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) controlaram a situação antes do fim da noite. Um levantamento vai ser feito para apurar as perdas.

Fonte: https://g1.globo.com

Policiais penais denunciam descaso nas unidades prisionais de MT; raio tem esgoto a céu aberto

1 Segundo os policias penais da Penitenciária Central do Estado (PCE), o esgoto atingiu um novo espaço e o lado de fora da prisão.

Os policiais penais de Mato Grosso, que estão de greve desde a última quinta-feira (16), denunciaram, nesta segunda-feira (20), o descaso do governo nas unidades prisionais do estado. De acordo com eles, um raio recém inaugurado na Penitenciária Central do Estado (PCE) tem esgoto a céu aberto.

A Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), informou que o problema já foi identificado e que na tarde desta segunda-feira (20) irá fazer a manutenção. Disse ainda que os referidos raios são estruturas antigas da unidade e não novos.

De acordo com o Sindicato dos Servidores Penitenciários de Mato Grosso (Sindspen), o raio dois foi inaugurado há aproximadamente sete meses e desde sábado (18), um cano estourou fazendo com que o esgoto se espalhasse pelos banheiros.

Penitenciária Central do Estado (PCE) possui esgoto a céu aberto em volta da unidade — Foto: Reprodução

Penitenciária Central do Estado (PCE) possui esgoto a céu aberto em volta da unidade — Foto: Reprodução

Os policiais contaram que não é possível entrar nos banheiros e que estão evitando ficar no local, já que o esgoto pode causar riscos à saúde deles e aos presidiários.

"O esgoto foi pra dentro do raio e fora da PCE também, e pode causar um perigo para os reeducandos e para os servidores", disse um policial penal.
Policiais penais denunciam esgoto na PCE — Foto: Reprodução

Policiais penais denunciam esgoto na PCE — Foto: Reprodução

Além disso, no entorno da PCE também há esgoto. De acordo com o Sindspen, a Sesp já foi avisada do problema.

Melhores salários

Os policiais penais de Mato Grosso entraram em greve para cobrar melhores salários. Eles realizaram uma assembleia e votaram a favor da paralisação. A categoria cobra a valorização salarial e equiparação da remuneração com a de outras categorias da Segurança Pública.

As unidades prisionais não estão recebendo novos presos. Além disso, visitas, banho de sol e visita de advogados nas penitenciárias foram suspensas.

Foram suspensas também as atividades extras, atendimento judicial e de saúde, escoltas, recebimento de mercadoria, entrada de qualquer veículo e saída de presos para trabalhos fora das penitenciárias.

Ao todo, em Mato Grosso são 3 mil policiais penais.

Retorno ao trabalho

A desembargadora Antônia Siqueira Gonçalves concedeu liminar ao estado, na última sexta-feira (17), e determinou que os trabalhadores do sistema penitenciário retornassem imediatamente às suas atividades.

Caso desobedeçam, os grevistas terão que pagar multa de R$ 100 mil por cada dia de paralisação.

Os policias ainda não retornaram ao trabalho. De acordo com o Sindspen, eles continuam em greve, nesta segunda-feira (20), e só estão atendendo o essencial. O sindicato disse ainda que eles não foram notificados sobre a liminar.

Fonte: https://g1.globo.com/

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