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Agentes penitenciários apreendem relógios de luxo e joias com detentos em presídio de Bangu

Uma operação na penitenciária que abriga chefes da maior facção criminosa do Rio expôs o luxo e a ostentação atrás das grades, incompatíveis com a situação em que os presos se encontram e o ambiente hostil em que vivem. Alianças de ouro, cravejadas de pedras preciosas, e relógios de grife foram encontrados pelos agentes penitenciários, em março deste ano, na galeria B7 da Penitenciária Gabriel Ferreira Castilho, conhecida como Bangu 3, no Complexo de Gericinó. O preço de um dos anéis, produzidos sob encomenda para os criminosos, é estimado em R$ 100 mil. Com o valor, seria possível custear os gastos de um preso por quase dois anos.

 

 

 

Uma das alianças de ouro apreendidas tem o Pai Nosso gravadoUma das alianças de ouro apreendidas tem o Pai Nosso gravado Foto: BRENNO CARVALHO / Agência O Globo

Na última semana, o EXTRA teve acesso às joias apreendidas. As alianças — 36 no total — seguem, a maioria, o mesmo padrão. São anéis grossos, de ouro, com os nomes das mulheres dos criminosos ou suas iniciais gravadas com pedras preciosas. Erica, Jucilane, Marcela, Gabriela e Joyce são alguns dos nomes que aparecem nas alianças. Dizeres como “Deus uniu” e “Amor eterno” também são lapidados nas joias, assim como desenhos de coração e flores, ambos preenchidos com pedras. Em um dos anéis, foi gravada a oração do Pai Nosso. Dentro dos presídios, é permitido o uso de alianças, mas só as finas.

Ouro, diamantes e outras pedras preciosas aparecem com fartura nas joiasOuro, diamantes e outras pedras preciosas aparecem com fartura nas joias Foto: Brenno Carvalho

Agentes penitenciários relatam que os bandidos fazem uma verdadeira competição de ostentação das joias entre eles, e todos querem ter as peças mais caras do cárcere.

Um dos anéis apreendidos com os detentos. Há joias avaliadas em R$ 100 milUm dos anéis apreendidos com os detentos. Há joias avaliadas em R$ 100 mil Foto: Brenno Carvalho

Relógio Rolex de R$ 100 mil

Um dos relógios é da marca suíça Rolex, todo em ouro e com brilhantes no visor. O acessório não sai por menos de R$ 100 mil. Já o outro, um Hublot com brilhantes cravejados na pulseira, custa, em média, R$ 70 mil.

Segundo informações da Seap, os acessórios já foram avaliados e não são réplicas. Ambos são verdadeiros. Eles pertencem a dois criminosos que chefiam o tráfico de drogas em favelas da Baixada Fluminense.

Um dos relógios apreendidos. O material já foi avaliado e, segundo a Seap, não são réplicasUm dos relógios apreendidos. O material já foi avaliado e, segundo a Seap, não são réplicas Foto: Brenno Carvalho

A operação em Bangu 3 foi feita no início da gestão do atual secretário de Administração Penitenciária, coronel Alexandre Azevedo de Jesus, e contou com 250 agentes penitenciários. Ele critica as últimas gestões ao comentar os objetos apreendidos:

— A ação realizada no início de março mostra a inércia em que se encontrava o combate à entrada de materiais ilícitos e a fiscalização nas unidades nos últimos anos.

O relógio da marca Hublot apreendido no presídio é avaliado em R$ 70 milO relógio da marca Hublot apreendido no presídio é avaliado em R$ 70 mil Foto: BRENNO CARVALHO / Agência O Globo

Desde que assumiu a secretaria, Azevedo intensificou a repressão à entrada de objetos não permitidos no sistema prisional do Rio, principalmente telefones celulares e drogas, com visitantes e servidores.

— Estamos trabalhando em outra importante vertente, iniciando as licitações para adquirir equipamentos e utilizar a tecnologia como aliada para trazer maior controle e segurança ao sistema prisiona — afirmou ao EXTRA.

As alianças apreendidas em Bangu 3: ostentação atrás das gradesAs alianças apreendidas em Bangu 3: ostentação atrás das grades Foto: BRENNO CARVALHO / Agência O Globo

Secretaria quer leiloar as joias

A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio (Seap) vai pedir autorização para leiloar as joias encontradas com os presos, já que não houve comprovação de que tenham sido compradas com dinheiro obtido de forma lícita. A pasta pedirá um parecer do Ministério Público estadual e da Vara de Execuções Penais para realizar a venda dos objetos. O dinheiro obtido será destinado ao Fundo Especial Penitenciário (FUESP) do estado do Rio, e poderá ser usado na construção de novas unidades prisionais, por exemplo.

Algumas alianças trazem o nome das mulheres dos presosAlgumas alianças trazem o nome das mulheres dos presos Foto: BRENNO CARVALHO / Agência O Globo

Além dos anéis, os agentes também encontraram 169 relógios, item que os presos são proibidos de usar nas cadeias do Rio. Pelos valores e marcas de luxo, dois deles chamaram a atenção do Setor de Inteligência e serão alvo de investigação da secretaria. Há suspeitas de que os acessórios tenham sido roubados pelos criminosos ou seus comparsas. Por isso, a Seap vai investigar as origens de ambos.

Fonte: extra

Depen divulga nota sobre fuga de preso da PEC

Na manhã do dia 14, a assessoria de imprensa do DEPEN divulgou uma nota sobre fuga registrada na Penitenciária Estadual de Cascavel, nesta madrugada.

Um preso conseguiu escapar da unidade.

 

 

 

O Depen – PR (Departamento Penitenciário do Paraná), esclarece que está colaborando com as forças policiais, na tentativa de recapturar um preso que fugiu nesta madrugada (14), da PEC – Penitenciária Estadual de Cascavel.
A ação foi flagrada por agentes penitenciários da unidade que realizavam o monitoramento das câmeras de segurança.
Logo que perceberam os dois presos, próximo a uma guarita, os agentes de plantão acionaram reforços do SOE – Setor de Operações Especiais, do GSI – Grupo de Segurança Interna e da Polícia Militar. As equipes conseguiram capturar um dos detentos. Ele foi levado novamente à PEC.
Os agentes apuraram que os dois presos serraram uma viga para conseguir chegar ao lado de fora da unidade.
Uma contagem geral e nominal foi realizada em todas as galerias. Buscas são feitas na tentativa de encontrar o outro detento que fugiu. Informações podem ser repassadas à Polícia Militar pelo 190 ou Polícia Civil pelo 197.

Fonte: cgn

Rapaz é preso por jogar celulares e droga na Casa de Custódia

 O plano de um jovem de 24 anos e um adolescente de arremessar 15 celulares e aproximadamente 280 gramas de maconha na Casa de Custódia de Maringá (CCM) foi frustrado na madrugada deste domingo (7). Perto da meia-noite, agentes penitenciários e policiais militares localizaram os suspeitos escondidos em entulhos de madeira perto do presídio. Os dois foram filmados por câmeras de segurança, que ajudaram na identificação.

Na 9ª Subdivisão Policial (SDP), o jovem negou que arremessou os materiais pra dentro da unidade. Ele explicou que voltava do trabalho quando a bicicleta que estava acabou quebrando. Ligou para o menor, que é seu primo, e pediu que ele o buscasse. Quando seguiam para a casa, afirmou que foram abordados pelos agentes e PMs. "Não sou traficante, apenas usuário", comentou durante interrogatório.

O delegado Fernando Gomes Garbelini, que estava de plantão, autuou o suspeito por corrupção de menores, entrada de aparelho telefônico em unidade prisional e tráfico de drogas. Ele foi encaminhado para a Casa de Custódia, mesmo local que teria jogado os produtos apreendidos pela polícia.

Fonte: bonde

Preso engole crack, passa mal e vai pro hospital em Londrina

 Um detento de 24 anos da PEL 1 (Penitenciária Estadual de Londrina) ficou três dias internado no HU (Hospital Universitário), na zona leste, depois de engolir cinco gramas de crack na madrugada da última segunda-feira (1º). Ele só deixou a unidade de saúde nesta quinta (4), quando expeliu o entorpecente pelas fezes, e foi direto para a 10ª Subdivisão Policial (SDP) esclarecer o caso ao delegado William Douglas Soares, que colheu o interrogatório.

"Eu não sou traficante, apenas usuário. Fui obrigado a engolir isso aí às 16h do domingo. Meu companheiro de cela recebeu 50 gramas de crack pra fumar e cortou uma parte. Ele colocou até o dedo na minha garganta porque as buchas (entorpecente) não queria descer. Comecei a passar mal e não me deixaram chamar os agentes. Eu estava implorando pra sair dali. Foi daí que um dos guardas viu a minha situação e me levou pro hospital", disse o preso.

O rapaz, que está cumprindo pena por furto, delatou o nome do suposto dono do crack e explicou que o material entra na cadeia durante a visita da mulher de outro preso. Pediu ainda que fosse transferido para uma cela mais segura. Ele foi autuado por tráfico e reencaminhado para o presídio.

Com a confissão, a Polícia Civil enviou ofício para que a direção da PEL faça uma revista detalhada na entregadora e identifique o encarcerado que teria obrigado o jovem a ingerir a droga.

Há quase um ano, ele foi preso com outro homem pela Polícia Militar com celulares e fios elétricos levados de uma empresa de forros acústicos e decorativos da rua Araçatuba, perto da antiga sede do IML (Instituto Médico Legal). A dupla caminhava pela rua quando foi abordada durante patrulhamento dos agentes.

Fonte: bonde

Motim que matou 10 presos do PCC no Paraguai aconteceu após falha de segurança

 O atual diretor dos presídios em Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã – a 326 quilômetros de Campo Grande – Victor Servian disse que o motim que terminou na morte de 10 presos teria acontecido após uma falha na segurança.

A falha no sistema de segurança teria acontecido no horário de maior fluxo de visitantes, sendo que membros da facção criminosa PCC (Primeiro Comando Capital) e membros do Clã Rotela teriam começado o motim, segundo o site ABC Color.

Na madrugada do dia 20 de junho, policiais paraguaios fizeram uma varredura na penitenciária do estado de San Pedro, no Paraguai. Cerca de 200 policiais entraram na prisão para fazer a varredura do local, onde encontraram várias armas artesanais, celulares e até um pé de maconha em uma das celas.

No dia 16 deste mês, um motim aconteceu na penitenciária que terminou na morte de 10 presos, sendo que cinco foram decapitados e outros internos carbonizados.  A guerra dentro da penitenciária aconteceu entre a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e com membros do Clã Rotela, que tem como líder, o rei do crack, Armando Rotela.

Vídeos em grupos de WhatsApp circulavam avisando sobre a rebelião. O ministro da justiça paraguaia, Julio Javier, disse que as autoridades já haviam sido ameaçadas antes mesmo do motim acontecer, com vídeos que circularam afirmando que iriam derrubar a penitenciária.

Depois da rebelião o diretor do presidio foi trocado e as autoridades paraguaias prometeram expulsar 400 membros do PCC, que estão detidos em penitenciárias do país.

Fonte: midiamax

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