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Preso morre ao tomar um “mata-leão” de colega de cela na Papuda

Suspeito confessou ter dado o golpe e sufocado a vítima até ela perder a consciência
 Um detento de 27 anos foi morto por um companheiro de cela na Penitenciária do Distrito Federal II (PDF II). O caso ocorreu na noite de sábado (20/06).

O suspeito teria assassinado a vítima por sufocamento, com um golpe conhecido como mata-leão. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas o presidiário morreu no local.

O suspeito teria assassinado a vítima por sufocamento, com um golpe conhecido como mata-leão. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas o presidiário morreu no local.

Após o caso, a direção da unidade prisional encaminhou todos os companheiros de cela da vítima para a 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião).

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), um dos detentos, identificado com N. N. S., confessou o crime.

Fonte: METROPOLES.COM

Agentes da PEC apreendem dez celulares e pacotes de fumo durante a madrugada

Os materiais apreendidos foram encaminhados ao Setor de Inteligência, para averiguações…

 Agentes penitenciários da Penitenciária Estadual de Cascavel (PEC) apreenderam 10 pacotes de fumo e 10 celulares, além de dois carregadores, três cabos USB e dois fones de ouvido. A ação ocorreu na madrugada desta segunda-feira (08/06).

De acordo com os relatos, após os servidores que faziam o monitoramento pelo circuito de câmaras da unidade perceberem uma movimentação suspeita, acionaram o Grupo de Segurança Interna (GSI) para fazer uma inspeção no local da movimentação. Ali, os agentes penitenciários encontraram um pacote com os ilícitos.

Os materiais apreendidos foram encaminhados ao Setor de Inteligência, para averiguações.

Fonte: CGN.INF.BR

Manaus: Detentos iniciam rebelião e 7 agentes são feitos reféns em presídio

Reprodução Internos da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) iniciaram uma rebelião por volta das 6h de hoje, em Manaus. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que a rebelião teve início durante a entrega do café da manhã, quando internos serraram a grade de duas celas e fizeram os agentes de socialização de reféns. Os presos queimaram colchões e ficam com os oficiais como reféns até a situação ser controlada.

Durante a negociação, eles exigiram a presença da imprensa e dos direitos humanos. De acordo com um vídeo divulgado pelos detentos, eles reivindicavam melhorias no sistema prisional, como energia, colchões, ventiladores, alimentação boa e remédios para os detentos doentes alegando que estão condições desumanas.

Não houve registro de vítimas, mas alguns policiais foram feridos por pedradas e foram atendidos. Ao todo, a unidade de Puraquequara conta com 1079 presidiários e deve transferir alguns detentos após o ocorrido.

  

Negociação e tentativa de fuga

O secretário de Administração Penitenciária, coronel Marcos Vinicius, o secretário de segurança pública, coronel Louismar Bonates, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Ayrton Norte, conduziram a operação que contou com efetivos do Grupo de Intervenção Penitenciário e das tropas especializadas da Polícia Militar (Rocam, COE, Marte, CipCães), o Departamento de Operações Aéreas da Secretaria de Segurança e o Corpo de Bombeiros.

Dezessete pessoas tiveram ferimentos durante o motim, sendo dez agentes prisionais (três deles se machucaram ao pular das muralhas), cinco presos e dois policiais militares. "Todos os reféns estão bem, alguns um pouco machucados porque estavam com estoques no pescoço. O objetivo dessa rebelião era fazer uma fuga, eles estavam cavando um túnel, o que não estavam conseguindo fazer no dia a dia. A tropa entrou, dominou a cadeia, ninguém ferido gravemente, só alguns policiais levaram pedradas e estão machucados", esclareceu o secretário de segurança.

Segundo o coronel Vinícius, a rebelião ocorreu após duas tentativas de fuga terem sido frustradas. Hoje, as equipes policiais localizaram o início de um túnel em uma das celas.

"Existe uma necessidade de fuga, eles tentaram por duas vezes fazer túneis de fora para dentro, como eles viram que não tinha condições, porque a rotina lá dentro é muito forte, eles criaram todo esse pano de fundo para tentar criar uma distração e cavar o túnel de dentro para fora. O túnel está lá, já detectamos, tem escadas, tem tudo, e nós conseguimos impedir que eles conseguissem êxito", disse.

O comandante-geral da PM, coronel Ayrton Norte, exaltou o sucesso da operação em preservar vidas e evitar fugas. "A polícia já estava fazendo a contenção externa desde as primeiras horas da manhã, quando nós recebemos a informação de que havia eclodido. Infelizmente, eles quiseram partir para agressão. Começaram a quebrar telhas e jogar nos policiais, e nós agimos dentro da legalidade. Entramos e preservamos vidas", enfatizou o comandante-geral.

Parte da unidade prisional foi destruída durante a rebelião. Houve depredação de grades, bebedouros e o telhado. "Quebrou-se uma boa parte da unidade prisional. Já conseguimos detectar grades arrancadas, bebedouros, que era de uso deles e também dos familiares e que era uma reivindicação antiga. Nós conseguimos, ao longo desta gestão, colocar água gelada, e eles foram lá e quebraram tudo. Agora, vamos ter que avaliar o restante".

A Seap não descarta transferência de presos que organizaram o motim. Uma investigação será aberta para identificar os responsáveis. No momento, a Seap está realizando a contagem dos presos e revista dentro das celas.

Fonte: NOTICIAS.UOL.COM.BR

Com medo do coronavírus, preso não deixa cadeia: 'prezando pela saúde'

O detento está na Colônia Penal e Industrial de Maringá (CPIM) - Divulgação Com chances de ir para casa cumprir parte da pena em prisão domiciliar durante o período da pandemia do novo coronavírus, um preso de 65 anos se recusa sair da penitenciária por acreditar que na cadeia está mais seguro contra a covid-19. O detento está na Colônia Penal e Industrial de Maringá (CPIM), a 426 km de Curitiba. O caso dele ainda não foi apreciado pela Justiça do Paraná.

O preso é do grupo de risco do novo coronavírus e por recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a defesa solicitou a prisão domiciliar do cliente sem consultá-lo, pois o contato entre advogados e clientes está restrito em presídios do Paraná desde o início da pandemia.

A resolução do CNJ recomenda juízes adotarem medidas para transferir detentos a outros regimes —como o domiciliar— sobretudo no caso de gestantes, lactantes, idosos, presos que integrem grupos de risco para o novo coronavírus. A recusa do preso ocorreu na sexta-feira (3), quando a assistente social o ouviu sobre o pedido de prisão domiciliar, como parte do protocolo do Ministério Público (MP) antes de a Justiça tomar uma decisão.

"Declaro que o advogado que me representa fez um pedido de prisão domiciliar sem me consultar, contra a minha vontade. Neste momento, não desejo sair desta CPIM pelo motivo de me sentir em maior segurança na unidade devido a possibilidade de contágio pelo vírus covid-19. Esclareço que indo para a minha residência, terei contato com pessoas que necessitam sair de casa e podem ser um meio de contágio da doença", diz o preso em documento, após ser ouvido.

"Desejo permanecer na unidade até que a situação de pandemia amenize, prezando pela minha saúde e minha vida", completa.
Maringá, onde o detento cumpre pena por estupro de vulnerável tem 23 casos da doença. Foz do Iguaçu, que seria a residência dos familiares apontada pela defesa como prisão domiciliar tem 25. Ao todo, Paraná contabiliza 466 confirmações, com 14 mortes. Ainda não há casos em penitenciárias.

Defesa fica surpresa

De acordo com o advogado do preso, Rodrigo Oliveira, a decisão do idoso o pegou de surpresa, pois acreditava que o cliente gostaria de sair do presídio depois de mais de 12 anos de cumprimento de parte da pena e por ser do grupo de risco. Ele está condenado por estupro de vulnerável e ainda tem mais de 10 anos de prisão para cumprir.

A defesa diz que além de relatar o medo da covid-19, o preso informou não ter endereço para ir após deixar a prisão, o que para o advogado é "muito estranho".

"Ele deixou declarado que não tinha para onde ir. Acredito que tenha sido uma estratégia para permanecer. É muito estranho. Trabalho há 15 anos na área criminal e trabalhamos para libertar o preso e nunca para prender. Desta vez fui surpreendido. Fiquei bem surpreso", declarou.

A suspeita do advogado é de que o idoso tenha argumentado o medo de contrair covid-19 fora da cadeia por temer perder o emprego que conseguiu na prisão. Ele trabalha na cozinha e a cada três dias de serviço tem um da pena abatido.

Com a manifestação contrária do detento, a Justiça deverá seguir a vontade dele, sobretudo por ser um condenado por crime hediondo, prevê a defesa.

"O maior medo dele deve ser isso, mas pedi que no retorno, ele fosse levado de novo para a mesma unidade para seguir o serviço que desempenha. (...) Fiz o pedido sem a consulta dele porque já estava no caso. Antes da decisão do juiz, é de praxe no Paraná, ouvir o preso antes. Ele disse não ter interesse, caso fosse agraciado. Geralmente a vontade é seguida" , explicou.

O UOL entrou em contato com o Departamento Penitenciário (DEPEN) do Paraná para saber se o idoso perderia a vaga de emprego na cadeia, caso saísse, mas ainda não obteve retorno do questionamento.

Fonte: NOTICIAS.UOL.COM.BR

FERA DE MACABU: A ÚLTIMA PENA DE MORTE NO BRASIL

https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcR6xQvMJpEP9H_bEWKKCDzAPIC3NW9Zjtj9-lln4_5_QiY8Ev3O&usqp=CAU A história do fazendeiro rico Manuel da Motta Coqueiro, o último homem que morreu por pena de morte no Brasil, envolve briga familiar, traição, assassinato, vingança, dinheiro, injustiça e até Dom Pedro II.

Tudo isso na região de Macaé, interior da província do Rio de Janeiro. Vamos começar pela briga familiar. O primo de Motta Coqueiro, Julião Coqueiro, homem influente na política, com entradas nos aposentos do Imperador, ia estudar no Rio de Janeiro. Pediu então que o primo Motta Coqueiro, amigo querido, olhasse a noive dele, a Joaquina. “ô, primo. Cuida dela pra mim. Por favor. Ela é meu amor” Rapaz, Motta Coqueiro cuidou até demais. Beijos, abraços, paixão. Julião, quando sentiu o peso nas costas, prometeu vingança. Demoraria um bom tempo, mas chegaria. Vamos agora pra outra traição. Motta Coqueiro e Joaquina ficaram juntos por pouco tempo. Coisa de anos. Ela, infelizmente, faleceu muito jovem, de infecção pulmonar. Mas o amor abriria uma outra porta pra Motta Coqueiro: Úrsula Maria das Virgens Cabral. Mulher rica. Os dois juntos tinham muito dinheiro. Poder. Terras. Pessoas escravizadas. A Fazenda Bananal, onde viviam, era um lugar bonito, que transmitia calma. O casamento deles parecia bom, até a chegada de Francisca Benedito, a filha do colono Francisco Benedito. Francisco parou na Fazenda Bananal, com a família, buscando trabalho. Quer saber o restinho? Aperta o play. Essa história é impressionante!

Fonte: IMPACTOCARCERARIO.COM.BR

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