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PM de Minas afasta 10 policiais investigados por agredir outros policiais em um treinamento

1 O comando da PM abriu inquérito para apurar a suspeita de abuso de autoridade. As investigações devem durar de 40 a 60 dias. Nesse período, os treinamentos vão ficar suspensos.

Vídeo de guardas levando choque gera polêmica e secretário afirma que procedimento é normal

Vídeo de guardas levando choque gera polêmica e secretario afirma que procedimento é normal Agente que gravou vídeo foi identificado e deve passar por sindicância

Um vídeo que mostra uma equipe das Rondas Municipais (ROMU), vinculadas à Guarda Municipal de São José dos Pinhais, está gerando polêmica nas redes sociais.

Nas imagens, é possível ver um treinamento em que quatro agentes deitados no chão tomam choque de taser – arma de eletrochoque – e dão um grito. Internautas comentaram que os guardas estariam sendo torturados.

Porém, o secretário de Segurança Pública, Ricardo Kush, explicou para a Banda B que o procedimento é padrão (vídeo abaixo).

Kush contou à Banda B que a ROMU é uma equipe especial e, por isso, são necessários procedimentos como estes.

“Vale lembrar que isso é um treinamento especial, treinamento de ROMU, onde o nível de estresse é elevado todo dia. Uma equipe especializada que troca tiro toda semana. Lembrando que ele porta um fuzil, ele tem que estar adaptado a todo tipo de treinamento”, detalhou para a reportagem.

O secretário ressaltou que a arma não tem risco à vida dos guardas em treinamento e lembrou que ele mesmo já passou por esse tipo de treinamento.

“Esse dispositivo não mata. Eu mesmo já recebi vários choques durante o treinamento, cerca de 12 vezes. Os gritos são involuntários, naquele momento já tinha parado o choque”, comentou.

Os treinamentos devem continuar com nos próximos meses, de acordo com o secretário.

“Mês que vem chegam mais dispositivos (taser) e o treinamento vai continuar. O que houve ali foi uma maldade de um agente que já foi identificado e será aberta uma sindicância contra ele. O objetivo dele é atrapalha a segurança pública”, disse.

Vídeo

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Fonte: https://www.bandab.com.br

Rússia: Pedófilos serão enviados para colônias penais no Ártico por toda a vida

Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoasDamares Alves

DÁ ATÉ VONTADE DE SER SENADORA!

Taí uma boa pena para PEDÓFILOS!

Vocês sabiam que o nosso Código Penal é de 1940? Sim ele foi instituído pelo Decreto- Lei 2.848 de 1940.

Vocês sabiam que a Reforma do Código Penal Brasileiro tramita há no Senado Federal? Trata-se do PLS 236/2012. Não me conformo com esta demora.

Vejam lá no site do Senado e lembrem-se disso na hora de escolherem seus senadores este ano nas eleições.

Eu já tenho meus pré-candidatos em vários Estados que já me garantiram que se eleitos vão me ajudar a proteger a infância no Brasil.

Na hora certa falo seus nomes para vocês.

Segue o fio...

Mas e o que vocês acham desta pena lá na Rússia?

https://guiame.com.br/…/russia-pedofilos-serao-enviados-par…

Fonte: https://www.facebook.com

 

Em operação na Grande Curitiba, PCPR apreende uniformes falsos da polícia e drogas

Em operação na Grande Curitiba, PCPR apreende uniformes falsos da polícia e drogas do crime organizado O material foi localizado durante o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão em Curitiba, Piraquara, Pinhais e São José dos Pinhais. 

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) apreendeu camisetas falsas da polícia, rádios comunicadores e mais de oito quilos de drogas do crime organizado nesta quinta-feira (13). O material foi localizado durante o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão em Curitiba, Piraquara, Pinhais e São José dos Pinhais. 

Nos locais das buscas também foram localizadas balanças de precisão e munição. Um homem de 32 anos foi preso.

As drogas apreendidas compreendem sete quilos de maconha, 800 gramas de crack, 900 gramas de cocaína e dois pés de maconha.

Mais de 40 policiais civis participaram da ação. As investigações continuam a fim de combater o crime organizado.

Fonte: https://www.aen.pr.gov.br

Acusado de furto na Zara, homem negro é retirado de banheiro para 'devolver' mochila que comprou

Crédito: Reprodução/Redes Sociais Um homem negro, identificado como Luís Fernandes Júnior, foi retirado do banheiro do Shopping da Bahia após ser acusado de roubar uma mochila que havia comprado na loja Zara. As informações são do G1.

Natural de Guiné-Bissau, Luís mora na Bahia há sete anos. Em entrevista ao G1, o homem afirmou que esteve na loja em busca de uma mochila nova, que viu pela internet. “Fui na loja da Zara procurar a mochila que eu queria, porque a minha estava velha. Conversei com o atendente, que foi muito cordial, e conseguimos encontrar a mochila por meio do código do produto, no aplicativo. Eu então deixei a mochila no caixa e saí da loja para sacar o dinheiro. Depois retornei para pagar pela mochila e saí com minha compra, com o comprovante de pagamento”, contou.

“Eu já tinha passado pelo segurança duas vezes, ele inclusive me indicou onde ficava o caixa eletrônico que eu saquei o dinheiro da compra. Tem como eles puxarem as câmeras do shopping para verem a minha circulação”, reforçou Luís.

Após pagar pelo produto, o homem deixou o troco no caixa porque estava com pressa para sair do shopping. Ele foi ao banheiro, que fica próximo à saída de acesso à estação do metrô da rodoviária. “Quando o rapaz [do caixa] ia me dar o troco, que era R$ 1, eu pedi só a nota fiscal porque estava com pressa. Ia perder o carro para casa e o prejuízo seria maior do que R$ 1. Eu então entrei no banheiro que fica perto da saída do metrô. Quando estava de pé, urinando, o segurança entrou e começou a gritar comigo”, disse.

“Ele ficou atrás de mim. De início, eu não liguei porque não tinha ideia de que seria comigo aquilo. Aí ele chegou perto de mim e falou: ‘eu quero que você devolva agora a mochila que você roubou na loja da Zara’. Eu respondi que tinha comprado a mochila e ainda falei que tinha o comprovante, mas ele não quis ouvir e insistiu para que eu devolvesse”, revelou Júnior.

Depois de perseguir a vítima, o segurança tomou a mochila da mão de Luís e saiu pelo corredor. “Eu fiquei muito nervoso e saí discutindo pelo corredor atrás dele. Quando chegamos de volta na loja, procurei o rapaz que me atendeu e perguntei a ele de quem era a mochila. O atendente respondeu que era minha, que eu havia comprado. Aí ele ficou sem jeito”, lembrou.

“Mesmo assim, ele ficou com a minha mochila na mão e saiu andando com ela. Eu estava bastante nervoso e chamei ele de racista. Questionei: ‘Só por que eu sou negro, não tenho o direito de comprar o que eu quiser?'”, relatou Luís.

O atendente da Zara explicou a situação e mostrou o comprovante de pagamento da mochila, mas o segurança se recusou a devolver a mochila para Luís. “Eu puxei a mochila da mão dele e ele me ignorou, saiu andando. Eu fui atrás dele, revoltado, e pedi: ‘Quero saber quem é o seu responsável para entender o motivo desse tipo de abordagem'”, disse a vítima.

“Aí encontrei a pessoa responsável pela segurança, e perguntei: ‘Você pode me dizer que tipo de treinamento, formação ou educação vocês dão para os seguranças? Se fosse um homem branco, ele teria coragem de entrar no banheiro e fazer isso? Me acusar de roubo, me retirar do banheiro, eu com o comprovante na mão?”, argumentou Luís.

Segundo Luís, mesmo argumentando, ele foi tratado com desdém pelo responsável pela segurança. “Eu falei a ele: ‘eu não sou leigo, não sou burro. Tenho graduação em Ciências Humanas, licenciatura, e faço duas pós-graduações, uma delas em Gênero e Direitos Humanos. Eu sei o que é racismo e o que você está fazendo’. Nesse momento, a fisionomia dele mudou e ele abaixou a cabeça”, relatou.

“Me senti humilhado por ser negro. Foi como se ele tivesse me matado e me deixado na rua, de qualquer jeito. Doeu muito. E em nenhum momento eles pediram desculpas. Eu cheguei em casa arrasado, com uma dor de cabeça intensa”, contou.

No dia do caso, Luís passou mal e não realizou um boletim de ocorrência. Agora, contudo, ele está acompanhado por um advogado e pretende fazer o boletim de ocorrência para que casos como os dele deixem de se repetir. “Estou contratando um advogado para isso, para a gente procurar uma delegacia. Eu nunca passei por nada desse tipo. Só assistia na televisão e já me dava raiva de ver. É algo que não tem como compensar. Em momento nenhum a loja me procurou. Uma representante do shopping me ligou ontem [quarta-feira, 29], para tentar conversar e pedir desculpa”, afirmou.

Através de um comunicado, a Zara disse que está apurando os detalhes do que aconteceu e que afastou uma funcionária da loja. A empresa também lamentou o episódio, “que não reflete os valores da companhia”.

O Shopping da Bahia, por sua vez, informou que o segurança foi chamado por representantes da loja, para buscar Luís. Em sua nota, o centro de compras afirmou que não compactua com qualquer ato discriminatório, e que “incluirá as imagens deste fato nos treinamentos internos para evitar que se repitam”.

Fonte: https://istoe.com.br

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