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O que pensa o chefe da bancada evangélica sobre Viagra nas Forças Armadas

 Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) se surpreendeu com a compra de remédios pra disfunção erétil pelos militares

Na tarde de segunda, o presidente da bancada evangélica, deputado Sóstenes Cavalcante, desembarcou em Brasília de um voo do Rio e pediu aos seus seguidores no Twitter uma atualização das notícias. “Estava em voo e perdi as últimas do dia. Quais as novidades?”, publicou ele.

O Radar entrou em contato para contar que a compra de cerca de 35.000 comprimidos de Viagra pela Forças Armada era um dos assuntos mais comentados do noticiário. O religioso contou que não estava sabendo do caso e deu uma risada da compra pelos militares do medicamento para disfunção erétil, cuja maior parte teria como destino a Marinha.

“Que eu saiba Viagra só serve para uma coisa, não? Vejam só, não se fazem mais marinheiros como antigamente”, disse.

Fonte: https://veja.abril.com.br

DPU pede que STF proíba prisão preventiva para detentos no semiaberto

DPU pede que STF proíba prisão preventiva para detentos em regime semiaberto - Reprodução A DPU (Defensoria Pública da União) pediu hoje ao STF (Supremo Tribunal Federal) que proíba a prisão preventiva para condenados a regimes abertos ou semiabertos, pois a medida seria "incompatível" com a pena decidida aplicada pelo próprio judiciário.

O documento da defensoria solicita que os ministros editem uma súmula vinculante, que é um mecanismo de uniformização de jurisprudência.

STF tem até quinta para decidir sobre proibição de despejos na pandemia

De acordo com a DPU, "há contradição na manutenção da prisão preventiva no regime fechado e a fixação do regime semiaberto para o início de cumprimento da pena". A defensoria entende que existe incompatibilidade entre regimes menos severos que o fechado e a prisão preventiva.

A mudança é necessária, de acordo a DPU, já que juízes estariam mantendo réus, com sentenças de regime aberto ou semiaberto, em suas prisões preventivas, mesmo após a decisão da pena menos severa.

"O juízo, ao decidir por regime mais brando, está a afirmar que o encarceramento não é proporcional ao delito cometido e as circunstâncias presentes no caso concreto", defende no pedido. "Portanto, se existem motivos hígidos a sustentar o cumprimento de pena em regime semiaberto, não podem permanecer válidos aqueles provisórios que embasavam o decreto de prisão preventiva", completa.

O pedido da DPU foi encaminhado ao gabinete do ministro Luiz Fux, presidente do STF. Nele, a defensoria reuniu 42 acórdãos e 569 decisões monocráticas consolidadas no tribunal para sustentar que esse tipo de prisão é incompatível com outros regimes de detenção.

Fonte: https://noticias.uol.com.br

Suspeito de planejar massacre estava em grupos nazifascistas há 1 ano

PCDF deflagrou operação depois de dois meses de investigação -  (crédito: Divulgação/PCDF) Filho e neto de servidores públicos do Judiciário e da Secretaria de Educação, o jovem, de 20 anos,suspeito de planejar massacres a escolas do DF participava de grupos nazifacistase antidemocráticos na internet há, pelo menos, um ano. O rapaz estudou, desde a infância, em colégios particulares da Asa Sul e sempre morou em casas situadas em áreas nobres de Brasília. O estudante foi alvo de uma operação desencadeada pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) na manhã dessa terça-feira (28/3) e acabou preso por armazenar fotografias e vídeos pornográficos envolvendo crianças e adolescentes.

O estudante mora com a avó, que é professora de matemática aposentada, e com o avô, técnico administrativo aposentado. Ambos, da Secretaria de Educação. Na casa de vidro espelhada e com três andares, o rapaz escondia uma arma airsoft, facas e canivetes, um taco de beisebol e até uma máscara do personagem fictício Jason Voorhees, personagem assassino de filmes. Em depoimento, ele contou que os familiares sequer desconfiavam de alguma tentativa da prática criminosa e confessou que participava de grupos nazifascistas e antidemocráticos na internet.

Aos 20 anos, o estudante reprovou duas séries na escola e atualmente cursa o 3º ano do ensino médio em um colégio particular da Asa Sul. OCorreioapurou que durante toda a vida escolar, o rapaz ficou matriculado na mesma instituição, exceto no 6º ano do ensino fundamental, em que foi para o Centro de Ensino Fundamental Polivalente, em 2014.

Ao ser interrogado sobre os fatos, o estudante contou, na delegacia, que sofreu bullying e participava de um grupo na web que poderia praticar um massacre, mas que acreditava que não teria coragem “quando chegasse o momento”. Nas redes sociais, ele afirmou que disparava discursos homofóbicos, misóginos e nazistas, mas os textos seriam apenas “ironias”.

“Introvertido e tímido”

AoCorreio, uma pessoa, que preferiu não se identificar, relatou que o estudante era pouco visto na rua onde mora e ficava a maior parte do tempo em casa. “Moro aqui há quase cinco anos e o vi pouquíssimas vezes. Olhando para ele, você não diz que seria capaz de fazer algo. Totalmente introvertido, tímido”, detalhou. “O problema é que atualmente a internet está perigosa e a juventude está sendo muito vítima. Há coisas que acontecem que não acreditamos”, acrescentou.

Uma outra pessoa também contou que era comum ver mais os avós do garoto e que toda a família é bastante reservada. “Estou em choque com essa notícia. Eu via o avô dele (suspeito) passar. Mas ele mesmo eu não o vejo há quase dois anos”, frisou.

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça do DF, os policiais encontraram conteúdos pornográficos infantis armazenados no celular do autor, motivo este que foi indiciado no artigo 241-B Lei nº 8.069 (adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente). Em razão de o crime não ultrapassar 4 anos em pena máxima, a PCDF arbitrou fiança em R$ 5 mil.

A operação contou com apoio do Instituto de Criminalística/IC. A Agência de Investigações de Segurança Interna (Homeland Security Investigations ou HSI) em Brasília desenvolveu informações sobre indivíduos, com a possível intenção de cometer atos graves de violência, incluindo massacres escolares. Já a Coordenação do Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) repassou as informações a esta PCDF.

“Trata-se de excelente exemplo em que a Cooperação Policial Internacional, bem articulada entre os países envolvidos (EUA e Brasil), entre o Laboratório de Inteligência Cibernética (Seopi) e a PCDF, neutralizando uma tragédia, cujas consequências nefastas incalculáveis, com prováveis dezenas de vítimas de ataque em Brasília”, pontuou o delegado à frente das investigações, Dário Freitas.

  • Investigação durou cerca de dois meses e contou com o apoio de agências internacionais
    Foto: PCDF/Divulgação
  • Jovem planejava ação de massacre em uma escola do DF
    Jovem planejava ação de massacre em uma escola do DF
    Foto: Divulgação/PCDF

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br

Venda de sentença no ES: desembargadora se aposenta e processo de juízes terá novo relator

https://assets.folhavitoria.com.br/images/2932da30-ade4-11ec-b79e-fd00dc8b675f--minified.jpg O processo que investiga o envolvimento dos juízes Carlos Alexandre Gutmann e Alexandre Farina em um esquema de venda de sentenças terá um novo relator. A atual relatora do caso no Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), desembargadora Elisabeth Lordes, se aposenta nesta segunda-feira (28).

Segundo o desembargador Telêmaco Antunes, que compõe a corte, o sorteio que irá definir o novo relator ou relatora do caso ainda não tem data definida para ocorrer. 

Desembargadora recebe homenagem no TJES

Foto: Divulgação / Tribunal de Justiça

Nesta quinta-feira (24), os membros do tribunal prestaram uma homenagem à desembargadora. Durante a cerimônia, ela recebeu a Comenda Grã-Cruz do Mérito Judiciário, a mais alta honraria concedida pela justiça capixaba, por sua dedicação e desempenho na magistratura capixaba. 

Elizabeth Lopes ingressou na carreira juricia em 1987 e, desde 2015, atuava com odesembargadora do TJES. Em seu discurso, a desembargadora lembrou dos 35 anos de atuação no Judiciário.

“A magistratura é um verdadeiro sacerdócio, que dia a dia nos traz desafios, e eu os encarei um a um, sempre com o propósito de evitar a prática de injustiça na prestação jurisdicional. Despeço-me sabendo que não fui perfeita, nem seria possível, tenho a certeza de que cometi erros, mas tenho ainda mais certeza de que me dediquei com afinco, sempre em busca de prestar a minha função de forma proba, íntegra e justa", disse.

Para a desembargadora, a despedida significa que de um lado há a saudade da convivência diária com os amigos e do trabalho que tanta satisfação lhe deu, enquanto do outro está a sensação do dever cumprido.

“Na vida sempre estaremos nos despedindo de alguém ou de alguma coisa, algumas despedidas são definitivas e outras são temporárias, mas todas nos trazem uma série de sentimentos conflitantes, tristeza pela saudade, alegria por enxergar os novos rumos, e ambos sempre com fé de que estamos vivendo tudo aquilo que precisamos viver no tempo certo”, enfatizou.

Juízes do ES são réus em processo que apura venda de sentença

Foto: Reprodução

Os juízes Alexandre Farina Lopes e Carlos Alexandre Gutmann são réus no processo que investiga um suposto esquema de venda de sentença. A acusação é referente a Operação Alma Viva, deflagrada pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES).

Os magistrados foram afastados de forma cautelar do Fórum da Serra, onde atuavam. Além disso, no final de julho, os dois foram presos preventivamente. Eles foram soltos em agosto após conseguirem um habeas corpus, mas tiveram que voltar para a prisão após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) cassar a liminar.

Os juízes conseguiram o relaxamento da prisão mediante o pagamento de fiança no valor de R$ 100 mil cada um e desde dezembro respondem ao processo em liberdade. Eles ainda devem cumprir as medidas cautelares impostas pela Justiça, como ficar em casa das 18h às 6h e não viajar para outros locais.

Segundo as apurações do MPES, Alexandre Farina teria recebido propina para intermediar a venda de sentença em favor de uma imobiliária da Serra. A sentença foi proferida, em março de 2017, pelo juiz Carlos Alexandre Gutmann, que também teria recebido pagamento indevido para favorecer a empresa.

Além dos magistrados, o MPES apontou a participação de outros envolvidos, como Eudes Cecato, dono da imobiliária, que teria pagado propina para ser beneficiado no registro de um terreno.

Já Davi Ferreira da Gama teria sido um dos intermediadores do negócio, segundo as investigações do MPES.

Fonte: https://www.folhavitoria.com.br/

“Cale a boca a senhora”, grita juíza a promotora em Júri em PE

1 A juíza de Direito Fernanda Moura de Carvalho e a promotora de Justiça Eliane Gaia protagonizaram um bate-boca nesta quinta-feira, 17, em sessão da 1ª vara do Tribunal do Júri de Recife/PE.

"Cale a boca a senhora! Sente-se", grita a juíza à promotora.

O caso em julgamento era relacionado a um acidente de trânsito ocorrido em 2017, que causou a morte de três pessoas e provocou ferimentos graves em mais duas vítimas, no bairro da Tamarineira, na Zona Norte do Recife.

O motorista que causou o acidente estaria embriagado, e foi julgado por triplo homicídio doloso e dupla tentativa de homicídio.

Os ânimos teriam se exaltado quando o réu, respondendo a perguntas da defesa, disse que não é assassino. Neste momento, a promotora teria reagido à fala com um gesto, quando, então, a advogada de defesa chama a atenção da juíza para o fato. A promotora não nega, e confirma: "exatamente".

A juíza, então, adverte os dois lados, e o bate-boca se inicia. É possível ouvir a discussão ao fundo, e a juíza fala ao microfone tentando encerrar a situação.

"Doutora Eliane, não... Por gentileza, é absolutamente... Calma, calma, calma... "

A promotora continua se manifestando, ao que a juíza pede a colaboração da bancada para que a acalmem. A magistrada pede silêncio, mas a discussão continua:

- Silêncio. Doutora promotora de Justiça!

- Não precisa gritar não, doutora... calma!

- Estou precisando, porque a senhora não está obedecendo a presidência.

- Se contenha também. 

- Doutora promotora de Justiça! 

- Se contenha.

- Continência a senhora não me determina! Cale a boca a senhora! Sente-se! 

Em seguida, a juíza determina silêncio na sessão para dar continuidade ao julgamento.

"Contenham-se. Gestuais, palavras que cheguem à nossa vista, à vista de todos, palavras que chegam às nossas audições não são convenientes nessse momento. É preciso guardar o respeito neste plenário, especialmente, doutora promotora, à presidência desta sessão. Ok? Por gentileza, vamos dar continuidade à sessão de forma silente e inexpressiva. 

A promotora ainda questiona: "estão mandando a gente se calar?" Ao que a juíza responde:

"Eu estou mandando, eu estou determinando que a senhora se cale, e estou determinando que a senhora obedeça as ordens da presidência. Dr. Marcelo, eu estou determinando também que V. Exa. permaneça silente."

Julgamento

Quanto à decisão do júri, o motorista foi condenado a 29 anos de prisão.

Fonte: https://www.migalhas.com.br

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