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Policial penal não consegue vaga em UTI e morre na UPA do Boa Vista em Curitiba

 Morreu no inicio da tarde desta quinta-feira (4) o policial penal Alexsandro dos Santos, 38 anos. Ele aguarda uma vaga em UTI na Unidade de Pronto Atendimento do Boa Vista em Curitiba.

Alexsandro estava com Covid-19 e teria dado entrada na UPA passando bastante mal e precisando de uma transferência urgente para uma UTI, porém devido a falta de vagas, ele permaneceu na Unidade de Pronto Atendimento aguardando.

Nesta quinta-feira, o estado de saúde dele se agravou rapidamente, vindo a falecer.

O Depen emitiu uma nota sobre o falecimento do servidor:

O Departamento Penitenciário do Paraná lamenta o falecimento, nesta quinta-feira (04/03), do agente penitenciário Alexsandro dos Santos, de 38 anos, vítima de complicações da Covid-19. Solteiro, o servidor deixa pai, mãe e uma irmã.

Alex, como era conhecido pelos colegas, trabalhava no Depen desde 2008, atuou em diversas unidades penais na região de Curitiba e atualmente estava lotado na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP).

“O Alex era um servidor querido por todos, sempre alegre. Estamos consternados com essa triste notícia. Perdemos mais um guerreiro para essa doença. Que Deus conforte seus amigos e familiares”, disse o diretor do Depen, Francisco Caricati.

Segundo o vice-diretor do Depen, Luiz Francisco da Silveira, o servidor era natural do estado de São Paulo e não tinha familiares residentes em Curitiba.

“Nosso setor de saúde prestou todo o apoio ao servidor desde o início do seu internamento, entramos em contato com os familiares e auxiliamos no translado da família, em conjunto com o Sindicato dos Policiais Penais do Paraná (Sindarspen). Infelizmente, recebemos essa triste notícia”, explicou Silveira.

NOTA DA PREFEITURA DE CURITIBA

O paciente Alexsandro dos Santos foi acolhido na UPA Boa Vista na madrugada de quarta-feira (3/3) com sintomas respiratórios, recebeu oxigênio e foi coletado material para o exame de covid-19.

Ele foi inserido na Central de Leitos e foi disponibilizada uma vaga para a manhã desta quinta-feira (4/3) no Hospital da Santa Casa. Enquanto aguardava o transporte seu quadro se agravou e ele foi intubado.

O paciente chegou a ser colocado na ambulância para ser levado ao hospital, mas devido ao agravamento do quadro e impossibilidade de estabilização dentro da ambulância, a equipe voltou para a unidade. Infelizmente, apesar de todos os esforços, o paciente não resistiu e faleceu.

Fonte: plantao190.com.br

Documentos mostram briga de Jennifer com detentas e diretores dois meses antes de morrer

1 Documentos comprovam as inúmeras discussões, xingamentos e ameaças que Jennifer Natália, mãe da bebê Ísis Helena, travava contra outras detentas e funcionárias do presídio de Tremembé (SP). A acusada de tirar a vida da própria filha foi encontrada já sem vida na cela onde cumpria um castigo, depois de mais uma briga dentro da prisão. 

Fonte: r7

Ex-major que virou traficante internacional tem mais de R$ 1 milhão de aposentadoria para receber em MS

Major Carvalho trabalhou por dezesseis anos na Polícia Militar de Mato Grosso do Sul — Foto: TV Globo/Reprodução Procurado pelas polícias do Brasil e da Europa por comandar uma organização criminosa internacional, o ex-major e agora megatraficante, Sérgio Roberto de Carvalho, possui cerca de R$ 1,3 milhão a receber de aposentadoria pela Polícia Militar em Mato Grosso do Sul.

Major Carvalho, como era conhecido no Brasil, foi transferido para a reserva remunerada da Polícia Militar em 1997. Um ano depois, ele foi condenado a mais de quinze anos de prisão pelo tráfico de cerca de duzentos e trinta quilos de cocaína. O ex-PM sofreu um processo para a perda do posto e da patente e, em junho de 2010, teve a aposentadoria suspensa.

Ex-policial brasileiro vira traficante internacional e forja a própria morte para fugir

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Em outubro de 2016, porém, o desembargador Claudionor Miguel Duarte mandou a Agência de Previdência do Mato Grosso do Sul (Ageprev-MS) voltar a pagar a aposentadoria ao ex-major, sob pena de crime de desobediência. A alegação é de que a condenação do ex-PM veio depois de ele ter sido transferido para a reserva remunerada. Pelos mais de seis anos sem o benefício, os advogados do major Carvalho querem que a Ageprev pague a ele R$ 1,3 milhão.

O agora megatraficante foi demitido da PM em 2018, mas, no processo contra a Ageprev, a Justiça entendeu que ele tem direito a aposentadoria mesmo com a perda do posto e da patente. O último pagamento da aposentadoria do ex-major foi em dezembro, referente a novembro, cerca de R$ 9 mil.

Portal da Transparência mostra pagamento de mais de R$ 9 mil de aposentadoria ao ex-major em dezembro do ano passado — Foto: TV Globo/Reprodução

Portal da Transparência mostra pagamento de mais de R$ 9 mil de aposentadoria ao ex-major em dezembro do ano passado — Foto: TV Globo/Reprodução

De acordo com a secretária estadual de Administração, Ana Carolina Nardes, o estado vai recorrer neste processo. "Porém se o judiciário entender pelo pagamento do valor ao major, ele terá de fazer a prova de vida ou a pessoa que tiver em seu inventário. O caso do não comparecimento dele fará com que a Ageprev tome medidas para suspensão definitiva do benefício", finaliza.

O benefício voltou a ser cortado pelo governo do estado após notícias de que o major Carvalho teria morrido na Europa, enquanto usava um nome falso, de Paul Wouter, um suposto empresário do Suriname que escolheu Marbella, uma cidade do sul da Espanha para viver. O Fantástico deste domingo (24) mostrou, no entanto, que ele está vivo e foragido.

Para escapar da prisão com a nova identidade, o major Carvalho forjou um atestado de óbito por Covid-19. A última vez que ele foi visto no Brasil foi em um hotel de Campo Grande, em 2018. O paradeiro dele, agora, é desconhecido. O G1 e a TV Morena tentaram contato com os advogados dele, mas até a publicação desta reportagem, ninguém havia respondido.

VIDA NA EUROPA

Segundo a Polícia Federal, Sérgio Roberto de Carvalho comanda uma organização criminosa internacional. Ele teria montado um esquema para mandar grandes quantidades de cocaína para Europa, África e Ásia. Na Europa, o ex-major brasileiro se escondeu em uma identidade falsa: Paul Wouter.

A polícia europeia desmontou parte dessa história. O verdadeiro negócio do empresário era o tráfico de drogas. Em agosto de 2020, o latino Paul Wouter — que era na verdade o ex-major e traficante brasileiro — chegou a ser preso. A suspeita: chefiar a quadrilha que trouxe cocaína da América do Sul para a Europa em uma embarcação, mas ele pagou fiança e foi solto.

A polícia portuguesa encontrou 12 milhões de euros em endereço ligado ao traficante. A fuga aconteceu depois que a polícia europeia foi comunicada sobre a outra parte da história, o de sua identidade falsa. Antes disso, o ex-major já tinha enganado a Justiça com uma outra farsa: um atestado de óbito por Covid-19 forjado que o livrou de aparecer como Paul Wouter no julgamento pela droga apreendida no barco.

Quem alertou a polícia europeia que Paul e o ex-major Carvalho eram a mesma pessoa foi a Polícia Federal brasileira

Fonte: g1.globo.com

Subtenente dos bombeiros é preso por tentar estuprar garoto no DF

http://informatudodf.com.br/wp-content/uploads/2021/02/44-5.jpg Policiais civis da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) prenderam, em flagrante, um subtenente do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) por tentar estuprar um adolescente de 13 anos, no sábado (20/2). Os investigadores já monitoravam o garoto após a mãe dele ter descoberto mensagens com conteúdo sexual trocadas por meio de aplicativo entre o menino e o militar.

O Metrópoles apurou que a detenção ocorreu segundos após o jovem ter entrado no carro do militar. Com o subtenente, os policiais aprenderam um celular no qual havia diversos arquivos de fotos e vídeos envolvendo sexo com menores. Alguns deles pertenciam ao garoto que estava em sua companhia.

Além de integrar a corporação, o suspeito dá aula de natação em uma escola privada do Gama. A PCDF investiga se existem outras vítimas.

O bombeiro e o garoto teriam se conhecido por meio de um aplicativo de encontros voltados para o público homossexual. Um inquérito foi instaurado para apurar os fatos e investigar se o militar já havia mantido relações sexuais com outros menores de 18 anos. A reportagem descobriu que, em seu perfil, o adolescente se apresentava como um homem de 18 anos.

A reportagem não irá divulgar o nome do acusado para, assim, preservar a identidade da vítima, conforme estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Prisão 

O subtenente foi levado para a ala de militares presos que fica no 19º Batalhão da Polícia Militar (BPM), mais conhecido como Papudinha, que fica no Complexo Penitenciário da Papuda. Depois de preso, o militar precisou de atendimento médico, pois teria tentado dar cabo da própria vida.

A reportagem não localizou a defesa do bombeiro detido. Consultado, o Corpo de Bombeiros não havia respondido aos questionamentos até a última atualização deste texto. O espaço permanece aberto.

Fonte: metropoles.com

Tenente-coronel da PM sofre ataque racista durante palestra virtual da USP

Evanilson de Souza falava sobre o programa de combate ao racismo que desenvolve na corporação durante conferência virtual quando um dos participantes começou a escrever ofensas sobre a tela compartilhada.

Tenente coronel da PM sofre ataques racistas durante palestra on-line em conferência da USP

 Evanilson participava da palestra em uma conferência internacional virtual organizada pelo Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP).

O tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo Evanilson de Souza sofreu ataques racistas enquanto palestrava em uma conferência on-line nesta terça-feira (9). O policial, que é negro, falava sobre o programa de combate ao racismo que desenvolve na corporação quando um dos participantes começou a escrever ofensas sobre a tela compartilhada.

Evanilson participava da palestra em uma conferência internacional virtual organizada pelo Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP).

Tenente-coronel Evanilson está reformulando manual de Direitos Humanos da PM de SP — Foto: Marcelo Brandt/G1

Tenente-coronel Evanilson está reformulando manual de Direitos Humanos da PM de SP — Foto: Marcelo Brandt/G1

O ouvidor da polícia, Elizeu Soares Lopes, que também é negro, prestou solidariedade ao tenente-coronel. Segundo a PM, Evanilson deverá registrar um Boletim de Ocorrência nesta quarta-feira (10).

O tenente-coronel não foi encontrado para comentar o assunto até a última atualização desta reportagem. Procurada, a USP ainda não se pronunciou.

Coletivos de Direitos Humanos, como a Frente Inter-religiosa Dom Paulo Evaristo Arns por Justiça e Paz e a Educafro divulgaram uma carta de repúdio. O texto dia que o episódio demonstra "a importância de a sociedade brasileira debater ainda mais o racismo estrutural, sob todos os aspectos e em todos os cantos deste país". "Todos os cidadão comprometidos na luta antirracista tem a nossa solidariedade", diz a carta.

Tenente coronel da PM sofre ataques racistas durante palestra on-line em conferência da USP

Tenente coronel da PM sofre ataques racistas durante palestra on-line em conferência da USP

Evanilson de Souza falava sobre o programa de combate ao racismo que desenvolve na corporação quando um dos participantes começou a escrever ofensas sobre a tela compartilhada.

Manual para combater racismo

Em entrevista ao G1 em dezembro do ano passado, o tenente-coronel Evanilson falou sobre seu trabalho na revisão do manual de Direitos Humanos da Polícia Militar.

"O negro tem pressa, porque é muito tempo sofrendo a mesma coisa. O racismo está enraizado nas pessoas historicamente e culturalmente e elas não percebem isso", disse Evanilson naquela ocasião.

O novo manual, segundo ele, tem o objetivo de "contribuir para a desestruturação do racismo estrutural".

Evanilson tem 50 anos e comanda o 11º Batalhão da PM, na área dos Jardins e Consolação, região central da capital paulista.

A ideia de se reformar o manual, de acordo com ele, é fazer com que os policiais paulistas reflitam e se conscientizem de que o racismo está presente no dia a dia nas ruas e identifiquem atos discriminatórios próprios e de colegas que possam ser corrigidos.

Tenente-coronel da PM sofre ataque racista em conferência online — Foto: Reprodução/TV Globo

O atual manual da PM é de 1998 e a nova versão, segundo Souza, deve ficar pronta no 1º semestre de 2021.

"É importante mostrar para as pessoas que o racismo existe, que não é exagero, não é só um costume, uma brincadeira, um jeito. Porque é cultural e tradicional dessa forma [de discriminação]. É um racismo estrutural da sociedade que se arrasta até os dias de hoje", disse Evanilson, ainda em 2020.

Ele mesmo já havia relatado ter sido vítima de racismo.

"Não será uma caça às bruxas, mas não vamos mais tolerar discriminações de nenhuma forma", afirmou o coronel à reportagem.
Fonte: g1.globo.com

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