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Mala de dinheiro de sargento ostentação passou por batalhão da PMDF

carro saindo de quartel O terceiro sargento da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Ronie Peter Fernandes da Silva (foto em destaque), detido durante a Operação S.O.S. Malibu, deflagrada pela Polícia Civil (PCDF), seria o dono de malas de dinheiro, fruto do esquema de agiotagem liderado por ele. Os valores acondicionados em uma bolsa preta era sacado em agências bancárias e levados até o estacionamento de ul quartel, em Taguatinga

Imagens registradas por investigadores da Divisão de Roubos e Furtos da Polícia Civil do Distrito Federal (DRF/Corpatri), flagraram a logística do esquema envolvendo desde o saque feito pelos operadores da organização criminosa até a entrega do dinheiro, no antigo Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cefap), onde também funcionava a antiga sede do governo do DF apelidada de Burutinga.

Veja imagens da rotina do sargento e seu irmão:

Operação SOS MalibuRONIE PETER FERNANDES DA SILVA

Sargento liderava quadrilha de agiotasReprodução

Operação SOS MalibuRONIE PETER FERNANDES DA SILVA

PM mantinha vida de luxoReprodução

Thiago FernandesThiago Fernandes

Thiago Fernandes, irmão do policial, também foi preso pela PCDFReprodução

Operação SOS Malibucasa em Vicente Pires

Investigados moravam em mansãoReprodução

Operação SOS MalibuRONIE PETER FERNANDES DA SILVA

Sargento da PM tem salário de R$ 8 milReprodução

Operação SOS MalibuRONIE PETER FERNANDES DA SILVA

Quadrilha investigada atuava com agiotagemReprodução

Operação SOS MalibuRONIE PETER FERNANDES DA SILVA

Polícia apura crimes de extorsão e lavagem de dinheiroReprodução

RONIE PETER FERNANDES DA SILVARONIE PETER FERNANDES DA SILVA

Operação S.O.S MalibuReprodução

Operação SOS MalibuRONIE PETER FERNANDES DA SILVA

Apreensões ocorreram na manhã desta terça-feira (16)Reprodução

Operação SOS MalibuRONIE PETER FERNANDES DA SILVA

PM foi preso em uma das maiores operações da PCDFReprodução

Operação SOS MalibuRONIE PETER FERNANDES DA SILVA

Sargento liderava quadrilha de agiotasReprodução

Operação SOS MalibuRONIE PETER FERNANDES DA SILVA

PM mantinha vida de luxoReprodução

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Nos vídeos é possível ver a operadora do esquema, Raiane Gonçalves Campelo e o namorado dela, Alison Silva Lima, entrando em uma agência bancária. Na boca do caixa, a nutricionista sacou montanhas de dinheiro que totalizou R$ 800 mil. A mulher é proprietária da empresa One Nutrição e Estética, em Águas Claras, e aparece como dona de um Porsche usado pelos líderes do bando. A empresa, que tem faturamento mensal de R$ 100 mil, movimentou, entre janeiro e agosto de 2021, R$ 8,8 milhões.

Fotos. Saiba quem é a operadora financeira de sargento agiota da PM

Veja imagens do dinheiro sendo entregue nas dependências do batalhão da PMDF:

Dinheiro na BMW

No dia em que Raiane e Alison sacaram os R$ 800 mil, seguiram para a unidade da PM. O dinheiro foi colocado no interior de uma BMW X4 branca. Nas imagens é possível perceber quando o porta-malas é aberto para que a mala com o dinheiro seja guardada. Logo depois, Raiane deixa o batalhão à bordo do carro de luxo.

No quartel, segundo as apurações, ocorria o Curso de Altos Estudos e Aperfeiçoamento da Polícia Militar do Distrito Federal (CAEAp/PMDF). Além da BMW, as investigações identificaram que outros veículos eram usados para transportar o dinheiro, sempre sacando na boca dos caixas em agências bancárias do DF. Ainda eram usados o Jeep Compass branco, um Fiat Uno e um Hyundai, ambos vermelhos.

Vida de luxo

A vida que o sargento levava antes de ser preso é digna de telas de cinema. Suspeito de liderar uma quadrilha de agiotas, conforme revelou o Metrópoles, o PM morava em mansões, tinha coleção de carros de luxo e, constantemente, fazia viagens a praias paradisíacas.

Toda a rotina de ostentação era registrada nas redes sociais. Apesar de o contracheque do PM indicar vencimentos de R$ 8 mil, o sargento acumulou mais de R$ 8 milhões em contas bancárias com a prática criminosa.

A operação

Durante a ação para desarticular a organização criminosa, investigadores da DRF cumpriram mandados de busca e apreensão em duas mansões de propriedade da família do policial. Segundo as apurações, o militar agia em conjunto com o irmão Thiago Fernandes da Silva, que também foi detido. Os imóveis ficam em Vicente Pires, onde ocorreram as prisões.

Em um vídeo publicado por Ronie Silva no Instagram, é possível ver uma das casas, que conta com piscina, área de lazer, churrasqueira, ambientes climatizados e uma garagem repleta de carros importados.

Veja a casa do sargento:

S.O.S. Malibu

O esquema milionário de agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro capitaneado pelo sargento da PMDF e seu irmão, foi desmantelado em operação deflagrada nas primeiras horas desta terça-feira (16/11), pela Polícia Civil (PCDF). Equipes da DRF cumpriram 15 mandados de busca e 7 de prisão em Vicente Pires, Taguatinga e São Paulo. A operação foi batizada em menção ao nome da concessionária de veículos dos irmãos.

A Operação S.O.S Malibu teve como principais alvos o sargento da PMDF Ronie Peter Fernandes da Silva e seu irmão, o empresário Tiago Fernandes da Silva. Ambos são apontados nas investigações da Coordenação de Repressão a Crimes Patrimoniais (Corpatri) como os líderes de uma organização criminosa especializada no empréstimo de dinheiro a juros exorbitantes, caracterizando a agiotagem ou usura.

Confira imagens da operação:

operação PCDF

Carros de luxo apreendidosGustavo Moreno/Metrópoles

Operação SOS MalibuOperação SOS Malibu

Quadrilha era liderada por sargento da PMDFGustavo Moreno/Metrópoles

Operação SOS MalibuOperação SOS Malibu

Prisão realizada na terça (16/11)Gustavo Moreno/Metrópoles

Apreensão da Operação SOS Malibudinheiro apreendido

Dinheiro apreendido Reprodução

Operação SOS MalibuOperação SOS Malibu

Operação S.O.S MalibuReprodução

Operação SOS MalibuOperação SOS Malibu

Preso pela PCDFReprodução

Operação SOS MalibuOperação SOS Malibu

Operação contra quadrilha de agiotasReprodução

Operação SOS MalibuOperação SOS Malibu

Operação S.O.S MalibuReprodução

operção

Operação contra quadrilha de agiotasGustavo Moreno/Especial Metrópoles

operação PCDF

Carros de luxo apreendidosGustavo Moreno/Metrópoles

Operação SOS MalibuOperação SOS Malibu

Quadrilha era liderada por sargento da PMDFGustavo Moreno/Metrópoles

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Quem não pagava as prestações em dia se tornava alvo de violentas ameaças. Durante as cobranças, além de coagir as vítimas, o grupo tomava veículos e exigia a transferência de imóveis dos endividados. A apuração ainda demonstrou que os valores da agiotagem eram ocultados por meio da compra de veículos de luxo registrados em nome de terceiros, além da utilização de empresas de fachada.

Lavagem de dinheiro

De acordo com as investigações da DRF, nos últimos dois anos, a organização criminosa comprou oito veículos da marca Porsche, de valor unitário próximo a R$ 1 milhão, e, nos últimos seis meses, movimentou mais de R$ 8 milhões, distribuídos em sete contas bancárias.

Três veículos da Porsche e um veículo BMW X4 foram apreendidos durante a operação. Os carros estão avaliados em R$ 3 milhões. Também foram bloqueadas as sete contas bancárias, de pessoas físicas e jurídicas, com o sequestro dos R$ 8 milhões faturados com o esquema.

A engrenagem criminosa era altamente lucrativa e demandava saques em espécie de quantias milionárias. Em ação controlada comunicada à Justiça, equipes de policiais da DRF acompanharam dois saques milionários ocorridos em agências bancárias do DF totalizando de R$ 800 mil e R$ 530 mil.

Organização estruturada

As apurações conduzidas pela PCDF apontaram como funcionava a estrutura da organização criminosa. O esquema era hierarquizado e havia divisão de tarefas. Na cadeia de comando havia os irmãos Ronie e Tiago, que emprestavam os valores e cobravam os endividados, mediante grave ameaça. O sargento da PMDF ainda era responsável pela aquisição dos veículos de alto luxo.

Também foram presos na operação cinco operadores financeiros do grupo, responsáveis pela dissimulação, isto é, pela sequência de transações e saques em contas de empresas de fachada, que visavam conferir aparência lícita aos valores faturados com a agiotagem. Três deles também eram responsáveis pela ocultação do dinheiro, pois cediam os nomes para o registro dos veículos de alto luxo, cujo verdadeiro dono era o sargento Ronie.

Os mandados de prisão, busca domiciliar e apreensão e sequestro foram expedidos pelo juiz da Vara Criminal de Águas Claras. A operação contou com o apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil de São Paulo.

Outro lado
Por meio de nota, a PMDF informou que também apura o caso. “A Polícia Militar já instaurou um procedimento apuratório sobre o caso de imediato. A instituição não compactua com qualquer desvio de conduta de seus integrantes. Comprovado os indícios de irregularidades ou crime, todas as medidas cabíveis ao caso serão tomadas”, diz o texto.

Fonte: https://www.metropoles.com/

Alvo do MP, jornalista é exonerado da Alesp após falar em matar judeus

Jose Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan O jornalista José Carlos Bernardi (foto em destaque) foi exonerado do gabinete do deputado Campos Machado (PTB), na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), onde ocupava um cargo comissionado.

A exoneração vem um dia após o jornalista falar em “matar um monte de judeus”. Bernardi, que é comentarista da Rádio Jovem Pan, relacionou o crescimento econômico da Alemanha com o Holocausto. De acordo com ele, o Brasil enriqueceria “se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico deles”.

Jose Carlos Bernardi, comentarista da Jovem PanJose Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan

Ele foi acusado de antissemitismoReprodução

Jose carlos bernardi

Jose Carlos Bernardi

Jose Carlos Bernardi, comentarista da Jovem PanJose Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan

Jose Carlos BernardiReprodução

Jose Carlos Bernardi, comentarista da Jovem PanJose Carlos Bernardi, comentarista da Jovem Pan

Ele foi acusado de antissemitismoReprodução

Jose carlos bernardi

Jose Carlos Bernardi

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“É só assaltar todos os judeus que a gente consegue chegar lá. Se a gente matar um monte de judeus e se apropriar do poder econômico deles, o Brasil enriquece. Foi o que aconteceu com a Alemanha pós-guerra”, afirmou o jornalista em participação no Jornal da Manhã, na última terça-feira (16/11).

Em nota, o deputado Campos Machado repudiou o comentário de Bernardi, e o classificou como “infeliz”. O político ainda alega que não poderia continuar com os serviços do jornalista tendo em vista o seu “excelente relacionamento com a comunidade” judaica e a “amizade pessoal” com inúmeros judeus.

“Portanto, quero informar que, hoje mesmo, em comum acordo com o profissional José Carlos Bernardi, decidimos que não havia mais condições dele permanecer em meu gabinete, me restando determinar, de imediato, hoje mesmo, as devidas providências para a sua imediata exoneração do cargo que ocupava”, diz o comunicado.

Ministério Público de SP

Após a repercussão do comentário de Bernardi, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) instaurou um procedimento solicitando que a emissora envie a gravação original. O prazo dado pelo MPSP para que a rádio é de três dias.

A intenção é apurar um eventual crime de ódio por intermédio de meios de comunicação, caracterizando antissemitismo por parte do jornalista.

Por meio de nota, Bernardi pediu desculpas e avaliou seu comentário como infeliz: “Peço desculpas pelo comentário infeliz que fiz hoje no Jornal da Manhã – Primeira Edição, ao usar um triste fato histórico para comparar as economias brasileira e alemã. Fui mal-entendido. Não foi minha intenção ofender a ninguém, a nenhuma comunidade, é só ver o contexto do raciocínio. Mas, de qualquer forma, não quero que sobrem dúvidas sobre o meu respeito ao povo judeu e que, reitero, tudo não passa de um mal-entendido. Obrigado.”

Fonte: https://www.metropoles.com

Corregedoria investiga promotor de caso que livrou de prisão trio flagrado com 2t de maconha

https://f.i.uol.com.br/fotografia/2021/10/22/163493261261731784c5f79_1634932612_3x2_md.jpg A Corregedoria-Geral do Ministério Público de São Paulo instaurou um procedimento interno para apurar a atuação de um promotor de Cotia (que fica na região metropolitana da capital) em um processo que condenou a prestação de serviços comunitários três homens flagrados com 2,4 toneladas de maconha.

A investigação foi aberta após reportagem da Folha revelar que o promotor Ricardo Navarro Soares Cabral não recorreu da sentença, considerada branda para esse tipo de crime.

A decisão contrariou o histórico do próprio Cabral, que geralmente pede penas mais altas para pessoas envolvidas em crimes menores.

Ele já recorreu, por exemplo, da absolvição de um homem que furtou dois desodorantes avaliados em R$ 26,98 no total. Em outro caso, entrou com recurso para elevar a pena de sete anos de um rapaz flagrado com 5,2 gramas de crack.

Procurado pela Folha, o promotor ainda não se manifestou. Na semana passada, ele também não quis falar sobre o caso e orientou a leitura do processo.

O Tribunal de Justiça de São Paulo, por sua vez, ainda não informou se vai abrir algum procedimento para apurar a atuação da juíza do caso, Renata Meirelles Pedreno.

Na semana passada, a magistrada disse que não poderia se manifestar sobre o tema porque a lei a proíbe de comentar processos em andamento..

Policiais civis de São Paulo prenderam no final do ano passado cinco pessoas suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas. Elas foram flagradas em uma chácara de Cotia com 2.649 tijolos de maconha, pesando 2.369,7 quilos.

A polícia também encontrou outros objetos ligados ao tráfico, como anotações de transações financeiras sobre a venda de drogas. Ainda no final de 2020, o promotor Luiz Fernando Bugiga Rebellato, que acompanhava o caso à época, denunciou todos os cinco por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Em setembro de 2021, já à frente do caso, o promotor Cabral reiterou o pedido de condenação apresentado pelo colega em relação a três dos cinco suspeitos, mas defendeu a absolvição dos outros dois —ambos tentaram fugir da chácara quando os policiais civis iniciaram a batida na chácara.

Ainda que a dupla já respondesse a outro processo por tráfico de drogas, Cabral considerou não haver provas suficientes para ligá-los à maconha da chácara. Eles alegaram terem ido ao local fazer uma doação de roupas a uma ONG.

Para o promotor, a versão de que "estariam no local errado e na hora errada não foi afastada por nenhuma outra prova trazida aos autos".

A magistrada concordou com a absolvição, mas foi além do entendimento do promotor. Em sua sentença, considerou ter ficado provado que os dois réus não participaram do crime.

Já com relação aos outros três, a juíza calculou que eles seriam condenados a pouco menos de três anos de reclusão em regime inicial semiaberto. Ela decidiu, então, converter essa pena em prestação de serviço à comunidade e pagamento de um salário mínimo a uma entidade a ser indicada pela Justiça.

No mesmo dia, a magistrada determinou a expedição do alvará de soltura com urgência. No curso do processo, não há registro de que o promotor Cabral tenha tentado recorrer em nenhuma das decisões.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br

Agente penitenciário é suspeito de estuprar presa em presídio de Benfica zona Norte do Rio. Presas denunciam outros abusos por parte de servidoras Lésbicas!

 SEAP de Ladeira abaixo, parece mais um caminhão sem freio descendo a serra de Petrópolis, carregada de incompetência administrativa e corrupção, agora adere o crime de estupro .

O Policial Penal Alcides Barbosa de Abreu da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) foi preso em flagrante, na madrugada deste domingo, dia 10, acusado de ter estuprado uma mulher presa por tráfico de drogas e levada a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica. Alcides teria obrigado a interna a fazer sexo oral nele, em um banheiro da unidade prisional, e prometido que ela teria a audiência de custódia adiantada.

De acordo com depoimentos prestados na 21ª DP (Bonsucesso), central de flagrantes da região, às 21h04, uma inspetora que tomava conta da carceragem feminina foi chamada por internas que diziam que uma presa havia sofrido violência sexual de um funcionário responsável pelo setor de triagem. A mulher dizia que havia praticado sexo oral em Alcides no momento de sua apresentação para custódia no presídio e que havia resíduos de esperma em uma máscara de proteção guardada em seu bolso.

O principio da dignidade da pessoa humana, foi ignorado pela Coordenação das Unidades Prisionais Feminina, que deveria ter garantido no mínimo a presença de uma agente da Policia Penal feminina na triagem, onde há uma grande rotatividade de ingresso presos do sexo feminino, o que no mínimo inibiria a ocorrência deste crime hediondo, contudo, os abuso não ocorrem apenas na triagem de Benfica, presas de dentro das unidades prisionais, denunciaram ao jornal O Globo Extra, que uma servidora de Vulgo Monicão seria apenas uma delas…., Mas que outras também também abusariam de internas do sexo feminino, em troca de benefícios ou regalias. O fato é que a lei proíbe agentes homens em presídios femininos. A norma, originada do projeto de lei do deputado Alberto Fraga, alterou a lei de execução Penal 7210, determinando a exclusão dos agentes masculinos dos presídios femininos ” Essa segurança precisa ser feita por mulheres que conhece as necessidades das outras”.. Fica no entanto a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro, responsável pelo dano moral, constrangimento e até mesmo indenização a presa vítima dos abusos e crime cometidos contra ela. Fica também a secretaria obrigada a abrir procedimento para apurar o motivo pelo qual não há agente feminina escalada no setor de triagem para fins de revista a ingresso do sexo feminino.

Denuncias postadas no site do Jornal Extra, denunciam que há estupro de internas não apenas por agentes do sexo masculino é muito comum agente e de conhecimento de todos que uma servidora Policial Penal de nome “Monicão” obrigar presas a manterem relações sexuais com ela em troca de benefícios e regalias.

Cabe aos órgãos correcionais apurar as denuncias contra esta suposta servidora de vulgo Monicão e demais que praticam o crime de estupro de vulnerável, considerando que as presas estão a mercê do poder publico e seus agentes.

Fonte: https://portaltpnews.com

Crime cometido por falso policial revela conexões promíscuas entre ele e policiais civis e militares

1 Distintivo, armas, algemas, treinamento de tiros usando roupas da Polícia Civil... Era assim que Cauê Doretto de Assis se apresentava para os amigos, e até para quem nunca tinha visto na vida.

“Esses indícios demonstram que o Cauê efetivamente era um policial. Os pais do Cauê acreditavam veementemente que ele era um policial. Não era uma fantasia”, diz Adriano Kawasaki, advogado de Vitor Mendonça Ferreira, amigo de Cauê.

Mas essa era uma vida de mentira. Cauê não era policial, e a carteira funcional que ele usava era falsa. A vida de mentira terminou na madrugada do dia 8 de agosto de 2020, na Zona Oeste de São Paulo, onde Cauê e um amigo foram abordados por três policiais militares da Força Tática.

Cauê desceu do carro e se apresentou como policial. Quando um dos PMs foi checar a veracidade do documento, ele começou a atirar. A abordagem terminou com três policiais militares mortos: os soldados Celso Ferreira de Meneses Junior e Victor Rodrigues Pinto da Silva, e o sargento José Valdir de Oliveira Junior. Eles faziam seu trabalho naquela madrugada, mas não voltaram para casa.

“Na hora em que o policial pediu a arma, ele se exaltou, falou ‘Ah, por que que você está fazendo isso? Por que você está me abordando desse jeito?’, aí o policial falou ‘Estou fazendo meu serviço’”, contou o analista de vendas Vitor Mendonça Ferreira, amigo de Cauê. “Ele olhou para mim, disse ‘Vitinho, azedou’, sacou a arma, atirou no policial aqui e foi até a viatura. Aí começou a troca de tiros intensa, e e eu já estava correndo.”

Na troca de tiros, o falso policial Cauê também foi atingido e morreu. Vitor escapou e testemunhou o crime. Ele também acreditava que o amigo era policial civil. A farsa encenada por Cauê veio à tona durante a investigação sobre as mortes dos três policiais militares.

O crime revelou conexões promíscuas entre o falso policial e policiais civis e militares. Cauê andava em viaturas oficiais e chegou até a dar plantão em delegacia. O Fantástico teve acesso com exclusividade às mensagens que revelam essas relações, extraídas do celular de Cauê com autorização da Justiça.

E a Polícia Civil concluiu que Daniel Bortolote Teixeira, investigador de polícia, negociou armas, deu aulas de tiro a Cauê e intermediou a venda da carteira funcional fraudulenta para o falso policial. Como indica uma troca de mensagens entre os dois no dia 5 de dezembro de 2017.

Daniel: Cauê...

Daniel: O cara daquele papel que você queria me ligou hoje. Disse que está fazendo uma para um cara e perguntou se eu ia querer.

Daniel: Você ainda tem interesse?

Daniel: Ele falou que chega nos 15.

Cauê: Tenho.

Cauê: Pago em 3x.

Daniel: Você tem que tirar uma foto de terno.

Daniel: Foto 3x4 de terno.

Daniel: Consegue para já, já.

Em primeiro plano num carro da PM, o tenente Everton Rodrigues Datti; ao fundo, segurando uma arma, o falso policial Cauê Doretto — Foto: Reprodução

No mesmo dia, Cauê transferiu R$ 5 mil para Daniel e enviou o comprovante. A investigação também encontrou diversas outras transferências do falso policial para o investigador da Polícia Civil. Num único dia, foram R$ 40 mil.

As conversas também revelam que Cauê combinava abordagens com outros policiais civis. Em julho de 2019, ele disse que estava precisando de dinheiro.

Cauê também tinha conexões com policiais militares. Uma foto mostra o falso policial segurando um revólver dentro de uma viatura da PM, segundo a investigação. O homem em primeiro plano na imagem é o tenente Everton Rodrigues Datti, com quem o Fantástico falou por telefone.

A defesa de Daniel Teixeira diz que "ele não tinha contato com Cauê quase dois anos antes” das mortes no tiroteio; e que “a funcional transacionada era de agente de segurança privada, e a arma utilizada no crime não foi por ele comercializada”.

Em 2018, Cauê Doretto de Assis já incomodava outros policiais com seu comportamento. Um deles parecia imaginar a tragédia que viria pela frente quando mandou uma mensagem.

“Olha, eu fico preocupado, porque acho que o tenente Datti te deu uma asa, mano, que a gente não vai conseguir podar agora. Porque está um tal de ‘comandante Doretto’, ‘capitão Doretto’. Acho que criamos um monstro.”

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Fonte: https://g1.globo.com/

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