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Domingo Espetacular entra em uma das piores prisões da América Latina

Resultado de imagem para Domingo Espetacular entra em uma das piores prisões da América Latina Localizada em Assunção, capital do Paraguai, a penitenciária de Tacumbu tem capacidade para 800 pessoas, mas abriga atualmente 4 mil detentos. Os presos andam livremente por todo o complexo, portam armas, vendem e consomem drogas e fazem até festas, tudo bem ao lado dos guardas. E nessa espécie de terra sem lei estão diversos integrantes das facções criminosas mais perigosas do Paraguai, e também do Brasil. Para assistir ao conteúdo na íntegra, acesse PlayPlus.com

Fonte: R7

Operação “pente fino” retira celulares e vários objetos da cadeia

 Durante uma operação de revista no mini-presídio de Campo Mourão, equipes da Rotam, Polícia Civil e agentes do DEPEN, retiraram vários celulares, baterias, drogas, estoques e outros objetos que estavam nas celas com os presos.

A operação foi realizada no período da manhã desta sexta-feira, com a finalidade de retirar do interior das celas materiais ilícitos, drogas e aparelhos de comunicação. De acordo com a equipe da Rotam, o  procedimento ocorreu dentro da normalidade, sem nenhuma ocorrência de indisciplina e/ou abusos de autoridade.

Foi confeccionada boletim de ocorrência da situação e feito a apresentação para a autoridade policial para providências cabíveis. No total foram apreendidos cinco celulares; quatro baterias; 28 gramas de maconha; cadernos de anotações  de organização criminosa; três estoques; um pedaço de broca; três fones de ouvido; quatro carregadores e dois cabos USB.

 

Operação faz a limpa em celulares e drogas em presídio da Grande Curitiba

Operação apreendeu 61 celulares além de maconha e cocaína em celas da Colônia Penal Agroindustrial, em Piraquara

Foto: Divulgação/DepenUm ‘pente fino’ feito por agentes do Departamento Penitenciário do Estado do Paraná (Depen) apreendeu 61 celulares, 73 gramas de maconha e 19 de cocaína nas celas da Colônia Penal Agroindustrial (CPAI), em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. Segundo o Depen, as apreensões fizeram parte da Operação Bastellen, realizada na manhã dessa segunda-feira (5), que contou com a ação de 189 agentes de segurança do estado.

 

Conforme o Depen, o objetivo da operação foi realizar uma inspeção nas dependências da unidade, em busca de objetos e produtos ilícitos. Para tal, foram acionados agentes do Setor de Operações Especiais do Depen (SOE), do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope), do Grupo de Segurança Interna do DEPEN (GSI), agentes penitenciários da CPAI, da Ronda Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e do Batalhão de Polícia de Guarda (BPGd).

Além dos celulares e da droga apreendida, também foram encontradas anotações feitas pelos detentos, o que pode ajudar em investigações da Polícia Civil. Os celulares, de acordo com o departamento, também foram encaminhados ao Setor de Inteligência da Polícia Civil, para averiguações.

Massacres em presídios fazem parte do nosso cotidiano de horror

                   Contra essa selvageria institucionalizada, não há projeto em curso, nem dinheiro ou interesse político de encaminhar alguma solução                       

No presídio de Altamira, no Pará, 57 presos foram mortos em confronto de facções criminosas Massacre no presidio de Altamira, no Pará. Novamente, briga de facções. Bandidos presos trucidando-se com fúria e extrema violência. Desta vez, impressionantes 57 mortos, dezesseis deles decapitados. O horror. Só não podemos dizer que é surpreendente, pois somos um país em que a barbárie há muito deixou de ser a exceção.

A regra tem sido a de aceitar que o sistema carcerário brasileiro – o terceiro mais populoso do mundo, com cerca de 700 mil almas desgraçadas –  é um amontoado de masmorras em que corpos são empilhados e largados à espera de uma doença malcuidada, da morte ou de uma liberdade sem perspectivas de ressocialização.

Muitos dos prisioneiros nem sequer tiveram um julgamento. Estão também encarcerados em um sistema judiciário ineficiente, elitista e extremamente caro para o país. Nenhuma perspectiva a não ser a universidade do crime, a cooptação por grupos organizados, a submissão a uma lei ainda mais injusta, a dos mais fortes.

Contra essa selvageria institucionalizada, não há projeto em curso – nem dinheiro disponível ou ao menos interesse político de encaminhar alguma solução, mesmo que paliativa. Portanto, novos massacres virão. Cada vez mais insanos e animalescos. E o horror vai continuar a fazer parte de nosso cotidiano. O horror.

Fonte: R7


Usando lençóis amarrados, presos escapam de presídio em fuga cinematográfica

 Uma fuga quase cinematográfica de dois detentos da Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP I), em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, mobiliza as forças policiais desde a manhã deste domingo (21). Durante a madrugada, Marcelo Roberto da Silveira e Valacir de Alencar usaram lençóis amarrados para escalar o muro da PEP I e escapar da prisão.

A ação foi descoberta por um policial militar, por volta das 8h, quando as luzes do muro da décima guarita estavam para ser desligadas. Marcelo da Silveira é um dos seis condenados no caso da morte do agente de Polícia Federal Edson Martins Matsunaga, em outubro de 2010, dentro de uma lotérica na Alameda Dr. Muricy, em Curitiba.

+Leia também: Festa regada a drogas e bebidas termina em morte na região de Curitiba

Presos utilizara, lençóis amarrados para conseguir sair do presídio. Foto: Colaboração

Presos utilizara, lençóis amarrados para conseguir sair do presídio. Foto: Colaboração

O Departamento Penitenciário (Depen) confirmou a fuga dos dois e informou que as forças policiais fazem buscas em Piraquara e região desde a manhã deste domingo. Em nota, o Depen também informou que um procedimento administrativo será aberto para apurar o caso.

Em 2011, Marcelo Roberto da Silveira, também conhecido como “Nervosão” ou “Delas Manchas”, foi condenado a 21 anos e sete meses de prisão pelo caso da lotérica. Na época, ele já era condenado por roubo e pela morte de um agente penitenciário em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba.

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Já o detento Valacir de Alencar estaria envolvido com uma das fugas da prisão do irmão Iago Gonçalves, condenado pela morte do morte do policial civil Marcos Gogola, em Campo Largo. O caso Gogola causou comoção na cidade na época. Iago Gonçalves cumpria pena na PEP I, mas fugiu ao trocar de roupa com Valacir durante o horário de visitas, em dezembro de 2015, saindo pela porta da frente da instituição prisional.

Até a metade desta tarde, durante o fechamento da matéria, a dupla não havia sido recapturada.

Fonte: tribunapr

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