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Difusão Vermelha da Interpol tem nove paranaenses entre os procurados; veja quem são

 Nomes incluídos na Difusão Vermelha da Interpol são de pessoas que podem estar fora do Brasil — Foto: Divulgação/Interpol

Dos 79 brasileiros procurados pela Justiça Brasileira que estão na Difusão Vermelha da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), nove são paranaenses.Veja nomes abaixo.

Segundo o Ministério Público do Paraná (MP-PR), a Difusão Vermelha da Interpol é uma ferramenta de cooperação policial internacional que ajuda a localizar pessoas procuradas pela Justiça para fins de extradição.

A lista incluía, por exemplo, o nome do empresárioPaulo Cupertino, preso em São Paulo na segunda-feira (16), quase três anos após matar o ator Rafael Miguel e os pais do jovem.Outro criminoso de repercussão nacional que integrou a lista foi o traficante Cabeça Branca- considerado o homem mais procurado pela Polícia Federal por anos.

Apesar de divulgar os motivos pelos quais os foragidos são procurados, a Difusão Vermelha não detalha onde os crimes foram cometidos, quando ou contra quem.

A Interpol também não divulga quando os nomes passaram a integrar a lista. De acordo com o site da organização, osdados da plataforma são atualizados a cada hora.

Paranaenses procurados

Até esta quarta-feira (18), a Difusão Vermelha divulgava publicamente o nome de nove paranaenses na lista: oito homens e uma mulher. Todos são procurados pela Justiça Brasileira.

Confira, abaixo, os nomes, fotos, e por quais crimes são procurados.

MOACIR JOSÉ MACHADO, 40 ANOS - (Santa Helena)

Moacir José Machado — Foto: Divulgação/Interpol

Crimes pelos quais é procurado: contrabando, organização criminosa, corrupção menor e trabalho escravo.

OLÍVIO FLOR, 48 ANOS - (CAPITÃO LEÔNIDAS MARQUES)

Olívio Flor — Foto: Divulgação/Interpol

Crimes pelos quais é procurado: assassinato, tortura e ocultação de cadáveres.

HERNANDES OLIVEIRA DA SILVA, 40 ANOS - (SANTA HELENA)

Hernandes Oliveira da Silva — Foto: Divulgação/Interpol

Crime pelo qual é procurado: assassinato.

JOSÉ DIAS ANACLETO, 54 ANOS - (CAPITÃO LEÔNIDAS MARQUES)

Crime pelo qual é procurado: sequestro de vulnerável.

EDILSON SANTOS DA SILVA, 44 ANOS - (FOZ DO IGUAÇU)

Edilson Santos da Silva — Foto: Divulgação/Interpol

Crimes pelos quais é procurado: tráfico internacional de drogas e associação criminosa.

ANITO JUNGKLAUS, 58 ANOS - (MARECHAL CÂNDIDO RONDON)

Anito Jungklaus — Foto: Divulgação/Interpol

Crime pelo qual é procurado: homicídio.

ROSIRENE VIEIRA, 46 ANOS - (CAMPO MOURÃO)

Rosirene Vieira — Foto: Divulgação/Interpol

Crimes pelo qual é procurada: tráfico internacional de drogas.

JULIO ROBERTO MARAFON, 61 ANOS - (CORNÉLIO PROCÓPIO)

Julio Roberto Marafon — Foto: Divulgação/Interpol

Crime pelo qual é procurado: homicídio qualificado.

EDENIR BENITEZ, 71 ANOS - (FOZ DO IGUAÇU)

Crime pelo qual é procurado: assassinato.

Formação da lista

Segundo o MP-PR, para um brasileiro ser incluído naRed Notice, como a lista é chamada internacionalmente, um pedido deve ser apresentado ao Poder Judiciário pela Promotoria de Justiça.

Se a solicitação for aceita, o pedido é encaminhado à Polícia Federal, que faz a solicitação de inclusão à Interpol.

Informações

De acordo com a Interpol, pessoas que possuem informações sobre as pessoas procuradas devem entrar em contato com as autoridades policiais locais, ou seja, Polícia Civil ou Polícia Militar.

No Paraná, para a Polícia Civil, é possível fazer denúncias anônimas por meio do número 181.

Fonte: https://g1.globo.com/

Brasileiro pode ter mandado matar promotor que investigava o PCC

 O brasileiro de origem libanesa Kassem Mohamad Hijazi está entre os suspeitos investigados pelo Ministério Público | Foto: Divulgação/Senad

Kassem Mohamad Hijazi, brasileiro de origem libanesa, está entre os suspeitos que podem ter ligação com a morte do promotor que investigava o PCC, o paraguaio Marcelo Pecci. Ele foi assassinado na Colômbia, na terça-feira 10.

Preso no Paraguai desde agosto do ano passado, Hijazi faz parte de uma lista de três nomes investigados pela morte do promotor. Hijazi é suspeito de chefiar uma organização criminosa que fornecia dinheiro e infraestrutura para o tráfico internacional de drogas.

De acordo com o Ministério Público (MP), o promotor Pecci teve participação ativa na detenção de Hijazi. Atualmente, ele está em processo de extradição para os Estados Unidos, onde é procurado por crimes relacionados à lavagem de dinheiro para o financiamento do terrorismo.

As investigações

O MP do Paraguai trabalha com a hipótese do envolvimento de até cinco pessoas no assassinato do procurador. “Atrevo-me a dizer que são cinco pessoas, mas é uma suposição e prefiro esperar pelo trabalho dos colegas”, disse a promotora Alicia Sapriza, em entrevista concedida à Rádio Monumental do Paraguai, na sexta-feira 13.

A promotora faz parte da base de apoio instituída pelo governo do Paraguai para acompanhar as investigações, tanto no âmbito da Colômbia, quanto na contextualização dos dados relacionados aos casos em que o procurador Marcelo Pecci estava atuando.

Ainda de acordo com as declarações de Sapriza, a polícia colombiana praticamente já concluiu as oitivas com a mulher de Pecci — a jornalista Claudia Aguilera, que estava com ele quando foi atingido por um dos atiradores.

O assassinato do promotor que investigava o PCC

O promotor Marcelo Pecci, de 45 anos, foi morto a tiros na Península de Baru, um dos principais pontos turísticos de Cartagena, no litoral colombiano. Ele estava em lua de mel com a mulher. De acordo com a polícia, dois homens chegaram em um jet ski e dispararam contra o promotor. Logo depois, os assassinos fugiram usando a embarcação.

Marcelo Pecci também fazia parte da operação ‘Ultranza’, que investigava tráfico de drogas e lavagem de dinheiro | Foto: Divulgaçã

Fonte: https://revistaoeste.com

Delegado aposentado preso sob suspeita de tráfico de drogas é solto em SP

 São Paulo

A Justiça concedeu nesta quinta-feira (5) liberdade provisória a um delegado aposentado, de 64 anos, suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas. Ele foi preso, juntamente com um casal, na noite de terça-feira (3), em um posto de combustíveis, na região de Barueri, na Grande São Paulo.

Na ocasião, foram apreendidos três quilos de cocaína. Com o policial foram localizados R$ 17 mil, um distintivo de delegado e um revólver, registrado em nome do aposentado.

Por conta de sua prisão, a Justiça determinou a suspensão do porte de arma de fogo do policial fora da ativa, "tendo-se em vista possível utilização do distintivo de delegado de polícia aposentado para a prática delitiva", diz trecho da decisão assinada pela juíza Mariana Horta Greenhalgh, da Justiça de Osasco, na Grande São Paulo, conforme nota enviada à Folha.

https://f.i.uol.com.br/fotografia/2022/05/04/165167827062729c3e8d385_1651678270_4x3_xs.jpg 320w, https://f.i.uol.com.br/fotografia/2022/05/04/165167827062729c3e8d385_1651678270_4x3_sm.jpg 480w, https://f.i.uol.com.br/fotografia/2022/05/04/165167827062729c3e8d385_1651678270_4x3_md.jpg 768w, " src="https://f.i.uol.com.br/fotografia/2022/05/04/165167827062729c3e8d385_1651678270_4x3_md.jpg" style="box-sizing: border-box; max-width: 100%; display: block; height: auto; margin: 0.6rem auto 0.4rem;">Cerca de três quilos de cocaína apreendidos na abordagem de um delegado aposentado e um casal em Barueri (SP), na terça (3) - Divulgação / Polícia Militar Rodoviária

O policial aposentado e uma mulher de 29 anos responderão pelo caso em liberdade, com medidas cautelares.

O outro suspeito, de 31 anos, permanece preso. As investigações constataram que ele usou documento falso para ocultar o fato de estar foragido da Justiça.

FolhaJus Dia

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Ele já é condenado por tráfico de drogas, com pena de reclusão prevista em dez anos, decorrente de outro crime, não especificado pelo Tribunal de Justiça paulista.

A defesa do casal não foi localizada. Já a do policial aposentado foi acionada, mas não havia dado retorno à reportagem até a publicação deste texto.​

Delegado aposentado e casal são presos suspeitos de tráfico de drogas na Grande SPDelegado aposentado e casal são presos suspeitos de tráfico de drogas na Grande SP

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br

Cinema, queijo e comida árabe: 4 flagrantes de regalias atribuídas a Cabral

 Toalhas bordadas, talheres de inox, prateleira com fundo falso para guardar celular e indício de um banquete árabe pago por aplicativo no valor de R$ 1.508 não são as primeiras regalias vinculadas ao ex-governador do Rio Sérgio Cabral, preso no Batalhão Especial Prisional, em Niterói, região metropolitana do Rio. A defesa dele nega que os itens pertençam ao ex-governador.

Condenado a 407 anos de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa no âmbito da Operação Lava Jato, o ex-peemedebista acumula ao menos outras duas punições por irregularidades encontradas em presídios por onde passou.

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Uma delas ocorreu em decorrência da instalação de um "cinema" na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na zona norte do Rio, em 2017.

Segundo denúncia do MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), Cabral tinha acesso a uma televisão de 65 polegadas, home theater e 160 filmes —itens encomendados em nome de duas igrejas que teriam forjado a doação dos aparelhos.

O cinema privativo resultou na transferência do ex-governador para Bangu 8 —nesse presídio, ele cumpriu isolamento de 30 dias e teve o direito a visitas suspenso após a conclusão, dois anos depois, do processo administrativo disciplinar que constatou a irregularidade.

Queijos finos e iguarias

Ainda em 2017, o MP-RJ relatou ter encontrado durante ação no presídio de Benfica castanhas, presunto cru, queijos finos variados, bolinho de bacalhau, iogurte em balde de gelo e outras iguarias na cela de Cabral e da ex-primeira dama Adriana Ancelmo, antes de ser beneficiada com a prisão domiciliar.

Na ocasião, a Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) informou que é permitido aos detentos levarem até três sacolas com alimentos para as celas e que o balde de gelo havia sido improvisado pelos internos.

  • O Ministério Público do Rio de Janeiro apreendeu diversos alimentos nas celas de presos famosos da Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, zona norte do Rio, entre eles os ex-governadores Sérgio Cabral (PMDB) e Rosinha Garotinho (PR) e a mulher de Cabral, Adriana Ancelmo - Divulgação/MPRJ

Antes, em Bangu 8, câmeras de segurança do presídio já haviam flagrado o ex-governador circulando livremente pelos corredores da unidade.

As imagens, divulgadas pela TV Globo, mostravam visitas fora dos horários estipulados pela Seap. Em uma delas, o filho mais velho de Cabral, o ex-deputado federal Marco Antônio Cabral (MDB-RJ), encontrava o pai na sala da direção do presídio.

Punição por dinheiro acima do permitido

Em 2018, Cabral foi flagrado em posse de mais de R$ 100 durante fiscalização da Corregedoria da Seap em conjunto com o MP-RJ em Bangu 8. Por lei, cada preso pode ter até R$ 100 na cadeia. A irregularidade custou ao ex-governador dez dias sem visita e sem acesso à televisão.

Após a identificação de regalias nos dois presídios, ele chegou a ser transferido para o Paraná, onde permaneceu por três meses. Na época, o retorno ao RJ foi concedido pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

No Rio, Cabral passou por três presídios —Bangu 8, Cadeia Pública José Frederico Marques e a Unidade Prisional Especial, em Niterói, onde cumpre pena desde setembro. No último presídio, cumprem pena policiais militares e detentos com direito a prisão especial.

Após o flagrante de novas irregularidades, Cabral deve retornar ao Complexo Penitenciário de Bangu.

Procurada, a Seap disse que ainda não foi notificada sobre a decisão. Já a Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que em relação à transferência de internos, "o comando da UP/PMERJ aguarda determinação judicial".

Comida árabe e cigarros de maconha

Uma vistoria feita pela VEP (Vara de Execuções Penais) do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro no presídio de Niterói encontrou um caderno com anotação de R$ 1.508 pagos a um restaurante de comida árabe.

Caderno com anotações financeiras que pertenceria a Sérgio Cabral - Reprodução/Fantástico - Reprodução/FantásticoCaderno com anotações financeiras que pertenceria a Sérgio Cabral Imagem: Reprodução/Fantástico

Para o juiz Rubioli, há indícios de que a lista —encontrada em área onde estava Cabral no momento da vistoria— pertença ao ex-governador.

Foram encomendadas esfihas, kafta, lentilha, coalhada, falafel e outros itens. No papel, também foram anotadas compras em dinheiro, crédito ou débito, segundo informou ontem a TV Globo.

No dia da fiscalização, Cabral e outro preso, o tenente-coronel Claudio Luiz de Oliveira, condenado a 36 anos de prisão pela morte da juíza Patrícia Acioli, foram surpreendidos. Eles estavam em uma área externa quando Oliveira foi flagrado com uma sacola verde.

"Quando ele me viu, ficou sem ação e jogou a sacola por cima da cerca. Mas ela caiu dentro da unidade. Ao lado dessa área onde se encontrava esse policial, nós vimos, nas filmagens, que só se encontravam o senhor Sergio Cabral e o coronel Claudio. Então, há um indício de que esse material seja deles", afirmou o juiz Marcelo Rubioli.

Na sacola, além de dois celulares, estavam mais de R$ 4.000 em dinheiro e cigarros de maconha.

Outro lado

Procurada, a defesa de Cabral disse que, na revista, "não foi encontrada qualquer irregularidade em sua cela, motivo pelo qual nenhum dos objetos encontrados em áreas comuns foi relacionado ao ex-governador. Ele desconhece objetos encontrados fora da galeria de acautelamento dos oficiais. No momento da chegada das autoridades, o ex-governador estava em área comum, na companhia dos demais acautelados", diz, em nota, a advogada Patrícia Esteves.

A defesa de Cabral é a mesma do tenente-coronel Claudio. A defensora disse "não terem sido encontrados em sua cela nenhum dos materiais informados pela reportagem. No momento da revista, o tenente-coronel se encontrava em ambiente comum com os demais acautelados".

Fonte: https://noticias.uol.com.br

Preso, Sérgio Cabral gasta R$ 1,5 mil com esfihas e kafta em um dia

 Preso na Unidade Prisional da Polícia Militar, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral usou um aplicativo de entregas e gastou R$ 1.508 num pedido de comida árabe. As informações foram divulgadas pelo Fantástico no domingo (1º) após uma fiscalização da Justiça do Rio.

O pedido, feito em 27 de abril, foi registrado em um caderno encontrado por agentes da Vara de Execuções Penais. No papel, também foram anotadas compras em dinheiro, crédito e débito.

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No pedido feito ao restaurante árabe, Cabral encomendou esfihas, kafta, lentinhas, além de coalhada, falafel e outros itens. Agentes também encontraram celulares, anabolizantes e cigarros eletrônicos na cela de Cabral.

No caderno, também há orientações sobre a comida. No caso das esfihas, com custo de R$ 300 por 60 unidades, é dito que elas precisam estar "dispostas por tamanho e sabores, em razão da nossa demanda de saída".

Caderno com anotações financeiras de Sérgio Cabral, segundo Justiça do Rio - Reprodução/Fantástico - Reprodução/FantásticoCaderno com movimentações financeiras de Sérgio Cabral, segundo Justiça do Rio Imagem: Reprodução/Fantástico

No dia da fiscalização, Cabral e outro preso, o tenente-coronel Claudio Luiz de Oliveira, condenado a 36 anos de prisão pela morte da juíza Patricia Acioli, foram surpreendidos. Eles estavam em uma área externa quando o oficial militar foi flagrado recebendo uma sacola verde.

"Quando ele me viu, ele ficou sem ação e jogou a sacola por cima da cerca. Mas acho que ele se assustou e não jogou com tanta força. Ela caiu dentro da unidade", afirmou o juiz Marcelo Rubioli ao Fantástico.

Dentro da sacola, além dos dois celulares, estavam mais de R$ 4 mil em dinheiro e vários cigarros de maconha.

Após a fiscalização, a Justiça do Rio determinou a transferência de Cabral para uma unidade de segurança máxima. Na Unidade Prisional da PM, onde Cabral era mantido, ficam detidos policiais militares e presos com direito a prisão especial.

O UOL procurou a defesa do ex-governador Sérgio Cabral, mas aguarda retorno.

Cabral foi condenado por 22 processos criminais na Operação Lavo Jato, como corrupção, lavam de dinheiro e organização criminosa. Somadas, as penas podem chegar a 407 anos.

Em nota enviada ao Fantástico, a defesa de Cabral afirmou que nenhuma irregularidade foi encontrada na cela dele e que "nenhum dos objetos encontrados em áreas comuns foi relacionado ao ex-governador". A defesa do coronel também afirmou que nenhum objeto foi encontrado na cela dele.

Fonte: https://noticias.uol.com.br

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