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Delegado é morto com tiro na cabeça após confusão em casa de eventos

Polícia Civil disse que José Valney Calixto foi baleado após desentendimento em casa de eventos - Reprodução/Instagram O delegado José Valney Calixto de Oliveira, da Polícia Civil do estado de Rondônia, foi morto na noite de ontem em uma casa de eventos localizada na Estrada dos Periquitos, em Porto Velho, capital do estado.

Em nota assinada por Samir Abboud, delegado geral da Polícia Civil de Rondônia, a corporação detalhou que José Valney foi atingido por um tiro na cabeça durante confusão no estabelecimento, morrendo ainda no local.

Uma segunda pessoa, que seria o atirador, também foi baleada e morreu no hospital. Até o momento não foram fornecidas mais informações sobre sua identidade. A Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida assumiu a investigação do caso.

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A Polícia Civil detalhou que José Valney fazia parte da corporação há 19 anos e atuava no Departamento de Flagrantes da Capital (DEFLAG).

"A Delegacia Geral de Polícia Civil se solidariza com seus familiares e amigos neste momento de muita tristeza e pesar", completa o comunicado.

Fonte: https://noticias.uol.com.br

Justiça Militar condena PMs por envolvimento com ladrões de relógios Rolex

Quadrilha é suspeita de ter roubado cem unidades de Rolex - Divulgação Após seis horas de julgamento, o juiz Ronaldo Roth, da 1ª Auditoria do Tribunal de Justiça Militar, condenou o soldado Gessé Benedito dos Santos a 22 anos de prisão e o cabo Gustavo de Almeida Leite a dez anos e oito meses por envolvimento com uma quadrilha de ladrões de relógios Rolex que agia no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo, e também nos estados do Paraná e Rio de Janeiro.

A sentença foi anunciada na noite de terça-feira (20). A reportagem do UOL não conseguiu contato com os advogados dos policiais militares. Gessé e Gustavo responderam ao processo livres e, por isso, podem recorrer da decisão também em liberdade.

Colunistas do UOL

Segundo o promotor de Justiça Rafael Pinheiro, da 1ª Auditoria Militar, as investigações começaram em fevereiro de 2018, quando o soldado Gessé apreendeu um telefone celular com um adolescente infrator. O menor foi levado para o 14º DP (Pinheiros).

Em vez de apresentar o telefone celular na delegacia, o policial militar se apoderou do aparelho. As investigações apontaram que o soldado chegou a telefonar para um comparsa do infrator. O parceiro do menor foi identificado como Romélio Justino da Silva Júnior, conhecido como Merinho.

A Polícia Civil do Paraná investigava Merinho e, com autorização judicial, interceptou as ligações telefônicas dele. Foi assim que os policiais paranaenses chegaram ao soldado Gessé e ao cabo Gustavo. Ambos trabalhavam no pelotão da Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motos) do 23ª Batalhão (Vila Madalena).

Ainda segundo as investigações, em uma das ligações, em fevereiro de 2018, Gessé exigiu um relógio Rolex ou R$ 15 mil por semana para deixar a quadrilha "atuar com tranquilidade" na região do Itaim Bibi. O soldado ainda avisa a Merinho que, no total, oito PMs dariam proteção aos assaltantes. Porém, só Gessé e Gustavo foram identificados.

Em outra ligação, no mesmo mês, o cabo Gustavo também conversa com Merinho. O criminoso tenta reduzir o valor da propina para R$ 8.000. Ao final, os criminosos chegam a um consenso e fecham o acordo em R$ 15 mil por semana.

Nos telefonemas interceptados, os policiais militares orientam a quadrilha a como proceder para ninguém ser preso. Também foram gravadas as conversas entre os PMs e os ladrões combinando a entrega de dinheiro. Em outra ligação, Merinho avisa: "Roubamos um relógio do bom".

O promotor Rafael Pinheiro afirmou que os laudos periciais de exames de áudio constataram que as vozes eram mesmo do soldado Gessé e do cabo Gustavo.

Os alvos do bando eram motoristas em carros luxuosos. Uma das vítimas teve quatro Rolex roubados no Rio de Janeiro. Outro empresário também teve quatro relógios levados no Paraná.

Ao menos nove entre 11 assaltantes foram presos em 2018. Policiais civis recuperaram 30 relógios. Sete deles custavam aproximadamente R$ 50 mil cada um. O bando é suspeito de ter roubado cem Rolex.

Ao ser interrogado em audiência judicial, o cabo Gustavo afirmou que tinha ingressado na Polícia Militar havia 17 anos e que jamais fora processado criminalmente. O soldado Gessé declarou que estava na PM havia dez anos e que sempre esteve motivado a prender ladrão.

O promotor Rafael Pinheiro pediu a condenação dos réus pelos crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, peculato (subtração de dinheiro público ou de bens para proveito próprio) e concussão (quando o servidor público exige para si ou outrem, direta ou indiretamente, vantagem indevida). Gessé recebeu a pena maior porque cometeu todos esses crimes citados.

 Fonte: https://noticias.uol.com.br/

Delegado preso por cobrar propina em Petrópolis teria violado sigilo da investigação sobre a morte de Marielle e Anderson

Delegado Maurício Demétrio Afonso Alves após ser preso conjuntura que culminou com a saída de duas promotoras da Força-Tarefa do Caso Marielle no Ministério Público do Rio, publicada em primeira mão pelo GLOBO no último sábado, ganhou uma nova revelação nesta segunda-feira. O "RJTV 2ª Edição", da TV Globo, mostrou que o pedido de afastamento feito por Simone Sibílio e Leticia Emile teve como pano de fundo a descoberta de que o delegado Maurício Demétrio Afonso Alves, preso no fim de junho sob a acusação de comandar uma quadrilha que cobrava propina de comerciantes em Petrópolis, teve acesso a informações sigilosas das investigações sobre as mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista dela, Anderson Gomes, ocorrida em março de 2018.

De acordo com a reportagem, dados que fazem parte do processo estavam no e-mail de um ex-policial civil que teve o sigilo telemático quebrado com autorização da Justiça. Ainda segundo a TV Globo, o ex-policial seria ligado à contravenção e também foi investigado pelas execuções de Marielle e Anderson. Demétrio argumentava que o ex-policial era um desafeto dele, que o estaria monitorando e colocando sua vida em risco. Segundo o delegado, tal cenário o colocaria em risco, como vítima de uma suposta organização criminosa. Para as promotoras, contudo, a estratégia serviu para que ele desse uma demonstração de força e poder contra antigos rivais, ainda conforme noticiou o "RJTV".

Demétrio teria, então, protocolado petições no no Ministério Público Eleitoral e também no Ministério Público Federal. Com isso, como mostrou a reportagem, informações secretas do caso Marielle e Anderson acabaram expostas, sem autorização judicial. Por conta disso, Demétrio foi denunciado por crime de violação de sigilo.

Em seguida, segundo a TV Globo, o delegado procurou a Delegacia de Homicídios da Capital (DH), que investiga as mortes, para tentar formalizar o acesso aos dados sigilosos. Então responsável pela DH, o delegado Moysés Santana disse, em depoimento, ter recebido Demétrio a pedido do secretário de Polícia Civil, Allan Turnowsky, com a orientação de que o ajudasse no que fosse possível. Moysés, entretanto, nega ter fornecido qualquer conteúdo sigiloso ao colega de função. Moysés Santana acabou retirado da DH por Turnowsky.

Exoneradas a pedido

Simone Sibílio e Leticia Emile foram exoneradas da força-tarefa a pedido. Em comunicado, o MPRJ confirmou que as duas promotoras optaram, voluntariamente, por não mais atuar no grupo. Nesta segunda-feira, o MP-RJ informou que os substitutos ainda não foram definidos, mas que "a escolha dos nomes para atuar na força-tarefa que investiga o caso Marielle Franco e Anderson Gomes terá todo o cuidado necessário para que essa mudança não programada não prejudique a investigação destinada à apuração de eventuais mandantes do crime e tenha o êxito esperado pela sociedade". O órgão acrescentou ainda que "tão logo sejam escolhidos os substitutos, eles serão anunciados publicamente e apresentados aos familiares de Marielle e de Anderson".

Há cerca de um mês, a Polícia Civil do Rio apresentou ao procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, a viúva do ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, Júlia Lotufo, para fazer uma delação premiada em troca de benefícios como a revogação da prisão — atualmente ela se encontra presa em casa e fazendo uso de tornozeleira eletrônica. Ao assinar o termo de colaboração, que ainda não foi homologado, Júlia estaria disposta a denunciar o submundo do crime organizado, principalmente envolvendo a contravenção, a qual Adriano pertencia. O ex-PM foi morto na Bahia, em fevereiro do ano passado, de acordo com a polícia daquele estado, num confronto.

A viúva de Adriano também teria pistas sobre os mandantes do Caso Marielle, razão pela qual teria sido apresentada às promotoras da força-tarefa pela delegada da Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro (Ciaf) da Polícia Civil, Ana Paula Costa Marques. No meio do processo, porém, houve um desacerto. De acordo com as fontes do MPRJ, as promotoras da Força-Tarefa do Caso Marielle e o titular da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Moysés Santana, foram alijados da negociação sobre a colaboração de Júlia. O processo foi redirecionado ao promotor que atua na 1ª Vara Especializada Criminal, onde a viúva do ex-capitão responde por associação criminosa e lavagem de dinheiro, com a coordenação da delegada Ana Paula.

Sem conhecer detalhes do processo do Caso Marielle, que já possui mais de 40 volumes, o promotor da 1ª Vara Especializada teria dificuldade de confrontar as informações trazidas por Júlia Lotufo com as peças da investigação, para verificar a veracidade do depoimento da viúva de Adriano. Também pesou para a crise o não envolvimento da DH, que conduz a investigação sobre as mortes de Marielle e Anderson desde o primeiro momento, enquanto a Ciaf é especializada em crimes de atribuição originária do procurador-geral de Justiça — geralmente, casos chamados de crime do colarinho branco, com conotação política.

Fonte: https://extra.globo.com

 

INVESTIGADORA FANTASMA NA DPPC

1 fala meu amigo td bem ????conhece o,,,,,,,

policial civil lotada na DPPC- produtos controlados, ela esta quase dois anos sem aparecer na delegacia, você pode ver pela herbie dela e tudo mais …… sexta feira o divisionário dela chamou ela e pediu pra ela tirar uma licença premio pq a pica já vai estourar da corregedoria……. A mulher do seu ex-amigo ganhando previlegios, só na pc


Em que pese essa moça ter me chamado de lixo , por algo que eu não fiz , que ela trate de arrumar uma justificativa medica. Pois se for aplicar a lei, como deveria ser de rigor , ela leva consigo, para o olho da rua, gente que apenas se fez de cego pra não desagradar o Diretor.

Publicamos em respeito ao colaborador , porque dessa gente, mesmo mantendo-se cerca de 10.000 quilômetros de distância , ainda assim se corre perigo.

Tenente-coronel é condenado a 7 anos de prisão por contrabando

Tenente-coronel Luiz Carlos Rodrigues Carneiro em foto anexada ao auto de prisão em flagrante (Foto: Reprodução) Militar foi flagrado em novembro do ano passado com R$ 120 mi em produtos trazidos do Paraguai para MS

Tenente-coronel Luiz Carlos Rodrigues Carneiro em foto anexada ao auto de prisão em flagrante (Foto: Reprodução)

Preso no dia 17 de novembro com produtos contrabandeados, o tenente-coronel da Polícia Militar, Luiz Carlos Rodrigues Carneiro, 47 anos, foi condenado a 7 anos de prisão. Conforme decisão do juiz Alexandre Antunes Silva, da Auditoria Militar, ele terá de cumprir a pena inicialmente em regime fechado, “não podendo apelar em liberdade porque sua prisão preventiva ainda se mostra necessária”.

A defesa tentou fazer com que Luiz Carlos não fosse julgado por junta militar, alegando que não estava uniformizado e nem no exercício da função quando foi flagrado com o contrabando, mas teve pedido negado. Para o magistrado, não importa se o crime foi praticado por militar de serviço ou de folga, se dentro ou fora do quartel, se o servidor viola os valores da corporação, deve ser julgado pela Justiça Especializada.

Destacou ainda que o coronel deu "carteirada" no momento da abordagem, embora estivesse à paisana. "O réu imediatamente se identificou como Oficial da PMMS, numa clara tentativa de evitar que a equipe do DOF procedesse a vistoria no veículo", destou Antunes Silva.

O militar foi preso 17 de novembro do ano passado com mais de R$ 120 mil em produtos contrabandeados em Ponta Porã e teve a prisão preventiva decretada após passar por audiência de custódia em Campo Grande. Em dezembro, ganhou o direito da prisão domiciliar após testar positivo para a covid-19.

O tenente-coronel da PM estava em uma estrada vicinal, que liga o assentamento Itamarati à BR-463, quando foi flagrado. O militar era passageiro do Renault Sandero, conduzido por Felipe Hércules Alves Ferreira, de 27 anos.

Dentro do veículo havia 30 celulares Ipro Opal, pacotes de cabos de internet e 400 cigarros eletrônicos. Em depoimento, o PM contou que pegou carona até o assentamento, onde encontraria o ex-sogro e disse que não sabia que o motorista estava transportando produtos contrabandeados, mas foi desmentido pelo comparsa.

Em abril do ano passado, Carneiro foi condenado a três anos de prisão por posse ilegal de arma de uso restrito, resultado da Operação Oiketicus, da qual é alvo, mas recorreu da decisão e continuou trabalhando normalmente e recebendo salário de quase R$ 23 mil.

Fonte: https://www.campograndenews.com.br

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